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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Incêndio faz 18 feridos no metrô de Hong Kong e suspeito é detidoDezoito pessoas ficaram feridas na sexta-feira (10) em um incêndio provocado deliberadamente no metrô de Hong Kong, anunciaram as autoridades locais, que informaram a prisão de um homem por "incêndio criminoso". Os vídeos do incidente que circulam nas redes sociais mostram passageiros desorientados na plataforma da estação de Tsim Sha Tsui por volta das 19h15, enquanto parte do trem está em chamas. Um homem aparece deitado no chão, e alguns passageiros tentam apagar as chamas em suas roupas. No total, 18 pessoas ficaram feridas, incluindo três delas em estado grave, segundo informou a polícia neste sábado (11). As autoridades também indicaram que produtos inflamáveis foram encontrados no local do crime. "De acordo com os primeiros elementos da investigação e as declarações de feridos, acreditamos que um homem ateou fogo em líquidos combustíveis", explicou à imprensa de Hong Kong o chefe adjunto dos bombeiros de Hong Kong, Yau Chi-on. Segundo ele, algumas vítimas foram severamente queimadas e inalaram fumaça tóxica. Kwok Pak-chung, um dos líderes da polícia local, declarou que "as informações que dispomos não sugerem um ato terrorista ou ataque contra o transporte público". "Nós prendemos essa pessoa por incêndio criminoso", disse, acrescentando que o suspeito agiu por "razões pessoais". "Um dos meus colegas levou um dos feridos ao hospital, e ele disse que estava envolvido no incêndio e que ele mesmo havia colocado fogo no trem". Uma fonte policial, que pediu anonimato, disse ao jornal South China Morning Post que o homem gritou "queimar até a morte", antes de acender um coquetel molotov. "A saúde mental do suspeito detido é uma das pistas investigadas pela polícia", declarou o governo em um comunicado publicado neste sábado. "Um homem estava literalmente pegando fogo", disse uma testemunha, Ray Chau, ao jornal. "Nós não podíamos fazer outra coisa que respirar fumaça". Segundo a imprensa local, o suspeito também estaria gravemente ferido, mas a polícia não confirmou esta informação. A polícia bloqueou a entrada da estação de metrô, onde dezenas de curiosos se reuniram, alguns tirando fotos com seus telefones celulares, informou um jornalista da AFP no local. O chefe do Governo de Hong Kong, Leung Chun-ying, expressou seu apoio às vítimas e pediu uma investigação completa. Incidentes deste tipo são raros no transporte público de Hong Kong, considerado muito seguro. Em 2004, 14 pessoas ficaram feridas quando um homem provocou um incêndio na estação de metrô Admiralty

Incêndio faz 18 feridos no metrô de Hong Kong e suspeito é detido

Dezoito pessoas ficaram feridas na sexta-feira (10) em um incêndio provocado deliberadamente no metrô de Hong Kong, anunciaram as autoridades locais, que informaram a prisão de um homem por "incêndio criminoso".
Os vídeos do incidente que circulam nas redes sociais mostram passageiros desorientados na plataforma da estação de Tsim Sha Tsui por volta das 19h15, enquanto parte do trem está em chamas. Um homem aparece deitado no chão, e alguns passageiros tentam apagar as chamas em suas roupas.
No total, 18 pessoas ficaram feridas, incluindo três delas em estado grave, segundo informou a polícia neste sábado (11).
As autoridades também indicaram que produtos inflamáveis foram encontrados no local do crime.
"De acordo com os primeiros elementos da investigação e as declarações de feridos, acreditamos que um homem ateou fogo em líquidos combustíveis", explicou à imprensa de Hong Kong o chefe adjunto dos bombeiros de Hong Kong, Yau Chi-on. Segundo ele, algumas vítimas foram severamente queimadas e inalaram fumaça tóxica.
Kwok Pak-chung, um dos líderes da polícia local, declarou que "as informações que dispomos não sugerem um ato terrorista ou ataque contra o transporte público".
"Nós prendemos essa pessoa por incêndio criminoso", disse, acrescentando que o suspeito agiu por "razões pessoais". "Um dos meus colegas levou um dos feridos ao hospital, e ele disse que estava envolvido no incêndio e que ele mesmo havia colocado fogo no trem".
Uma fonte policial, que pediu anonimato, disse ao jornal South China Morning Post que o homem gritou "queimar até a morte", antes de acender um coquetel molotov.
"A saúde mental do suspeito detido é uma das pistas investigadas pela polícia", declarou o governo em um comunicado publicado neste sábado.
"Um homem estava literalmente pegando fogo", disse uma testemunha, Ray Chau, ao jornal. "Nós não podíamos fazer outra coisa que respirar fumaça".
Segundo a imprensa local, o suspeito também estaria gravemente ferido, mas a polícia não confirmou esta informação.
A polícia bloqueou a entrada da estação de metrô, onde dezenas de curiosos se reuniram, alguns tirando fotos com seus telefones celulares, informou um jornalista da AFP no local.
O chefe do Governo de Hong Kong, Leung Chun-ying, expressou seu apoio às vítimas e pediu uma investigação completa.
Incidentes deste tipo são raros no transporte público de Hong Kong, considerado muito seguro.
Em 2004, 14 pessoas ficaram feridas quando um homem provocou um incêndio na estação de metrô Admiralty
fonte yahoo

Irã comemora sua revolução e denuncia as ameaças de Trump

Irã comemora sua revolução e denuncia as ameaças de Trump

Milhares de iranianos saíram às ruas nesta sexta-feira aos gritos de "Morte aos Estados Unidos" para celebrar o 38º aniversário da revolução islâmica, uma oportunidade para denunciar as "ameaças" contra o país representadas pela política do presidente Donald Trump.
"É necessário falar com o povo iraniano com respeito. O povo iraniano fará com que se arrependa qualquer um que use linguagem ameaçadora", disse o presidente Hassan Rohani para milhares de pessoas reunidas na praça Azadi de Teerã.
Em outras cidades do país também aconteceram manifestações com milhões de pessoas, segundo as imagens exibidas pela televisão pública Irib.
"As manifestações com milhões de iranianos mostram a potência do Irã islâmico", disse Rohani, uma mobilização em resposta às "mentiras dos novos dirigentes da Casa Branca".
Os manifestantes exibiam cartazes com frases como "Morte aos Estados Unidos", pisavam em bandeiras americanas. Também agitavam fotos de Trump, do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e da primeira-ministra britânica Theresa May com o lema "Os iranianos não temem as ameaças".
Eles também exibiam fotos do aiatolá Ali Khamenei, o guia supremo do país, que na terça-feira pediu aos iranianos que respondessem às ameaças do presidente Trump com as manifestações desta sexta-feira.
O país comemora o aniversário da vitória da revolução islâmica que em 1979 derrubou o xá do Irã, aliado dos Estados Unidos.
- Mensagem a Trump -
Irã e Estados Unidos não têm relações diplomáticas desde 1980, pouco depois da revolução e da invasão da embaixada americana por estudantes islâmicos.
"A presença da população é uma mensagem a Trump: se cometer um erro, o povo fará com que lamente", disse o deputado reformista Mostapha Kavakebian, que estava na manifestação de Teerã.
Ghassem Soleimani, chefe de operações externas da Guarda Revolucionária, a tropa de elite iraniana, também estava entre a multidão.
Alguns manifestantes tentaram agradecer aos americanos que protestaram contra o decreto migratório de Trump, que proíbe a entrada nos Estados Unidos de sete países de maioria muçulmana, incluindo o Irã.
No momento o decreto está bloqueado pela justiça, mas Trump já prometeu uma batalha nos tribunais para obter sua aplicação.
"Abaixo o regime, vida longa ao povo americano", afirmava um cartaz.
O ex-presidente Mohammad Khatami (1997-2005), líder da ala reformista e submetido a restrições pelo atual governo, pediu recentemente aos iranianos que participem nas manifestações "para neutralizar os complôs".
"Diante de qualquer ameaça contra o regime, a integridade territorial e os interesses nacionais não hesitaremos em nenhum momento a resistir", disse, antes de fazer um apelo à "reconciliação nacional".
Desde a chegada de Trump à Casa Branca em 20 de janeiro, a tensão aumentou entre Estados Unidos e Irã.
O anúncio na semana passada de novas sanções americanas pelo lançamento de um míssil balístico iraniano provocou uma reação imediata de Teerã, que anunciou represálias contra "indivíduos ou empresas americanas" que apoiem grupos "terroristas".
O Irã já aplica a reciprocidade nas sanções após o decreto migratório de Trump, chamado de medida "ofensiva" e "vergonhosa".
O novo presidente americano já fez muitas críticas ao Irã no Twitter e acusou o país de "brincar com o fogo".
fonte yahoo

Trump promete reduzir 'consideravelmente' custo de muro com o México

Trump promete reduzir 'consideravelmente' custo de muro com o México

Donald Trump prometeu neste sábado reduzir "significativamente" o custo do muro que pretende construir na fronteira com o México, estimado em dezenas de bilhões de dólares.
"Não me envolvi ainda na concepção e negociações. Quando o fizer, como com o avião de combate F-35 ou o programa Air Force One, o preço vai cair CONSIDERAVELMENTE!", tuítou o presidente dos Estados Unidos, que recorre a sua experiência como empresário, à qual atribui o desconto que Lockheed Martin fez para o Pentágono por seu avião de combate e Boeing para a construção do avião presidencial.
Donald Trump reagiu assim aos especialistas que preveem que o custo do muro ao longo da extensa fronteira de 3.200 km com o México deve exceder 20 bilhões de dólares.
Durante sua campanha, o bilionário havia calculado que a construção custaria entre 8 e 12 bilhões.
A Revista do MIT estimou em um artigo de outubro que a fatura seria muito maior: até 40 bilhões de dólares.
Donald Trump assinou em 25 de janeiro um decreto que lançou o projeto de construção do muro. O presidente americano afirmou em muitas ocasiões sua intenção de forçar o México a financiar a obra, mas o governo daquele país rejeitou categoricamente.
fonte yahoo

Negociações sobre dívida grega terminam sem acordo em Bruxelas

Negociações sobre dívida grega terminam sem acordo em Bruxelas

As negociações entre Grécia e seus credores, concluídas nesta sexta-feira (10) sem acordo, ocorreram em meio a crescentes temores sobre uma crise.
A Grécia mantém uma complexa frente negociadora simultaneamente com seus sócios credores da zona do euro e do Fundo Monetário Internacional (FMI).
O chefe do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, explicou que houve avanços durante as cinco horas de diálogos, protagonizados pelo ministro grego das Finanças, Euclid Tskalotos, e responsáveis da UE e do FMI.
"Todo mundo entende que deve ser concluída a segunda revisão" da dívida, disse Dijsselbloem, em alusão à atual etapa negociadora.
O governo grego deve reembolsar sete bilhões de dólares no segundo semestre, e não pode fazê-lo sem obter novos empréstimos da ajuda financeira acordada com seus sócios, de um total de 86 bilhões de dólares.
As eleições que ocorrerão na Holanda em 15 de março e depois na França acrescentam incerteza ao problema.
Dijsselbloem advertiu que a próxima reunião de ministros da zona do euro, em 20 de fevereiro, é um prazo muito curto.
"Faremos um balanço dos progressos (durante essa reunião)", explicou o ministro holandês das Finanças.
A questão principal é se a Grécia poderá obter um superávit primário igual ao 3,5% deu seu PIB durante vários anos, uma vez terminado o atual programa de ajuda, em 2018.
Para o FMI, a Grécia só poderá conseguir um 1,5% de superávit. Para chegar a 3,5%, Atenas precisará de mais reformas internas, algo que o governo rejeita.
fonte yahoo

Justiça decreta prisão preventiva para autor de ataque no Ano Novo na Turquia

Justiça decreta prisão preventiva para autor de ataque no Ano Novo na Turquia

Istambul, 11 fev (EFE).- Um tribunal turco decretou neste sábado a prisão preventiva do uzbeque Abdulkadir Masharipov, acusado de ter matado 39 pessoas em uma boate de Istambul na noite do Ano Novo.
Masharipov foi preso no último dia 16 de janeiro em Istambul. Segundo a imprensa turca, ele confessou ter sido autor do massacre e que cometeu o ataque por instruções do grupo Estado Islâmico (EI).
O terrorista esteve sob custódia policial durante os 30 dias que permitem as normas vigentes na Turquia em virtude do estado de emergência instaurado após o fracassado golpe de Estado de julho do ano passado, informou o jornal "Hürriyet".
Sob um forte esquema de segurança, Masharipov foi levado ao tribunal hoje. Ele é acusado de "assassinato premeditado de mais de uma pessoa, levar armas perigosas, ser membro de uma organização terrorista e de conspirar para destruir a ordem constitucional".
A Turquia disse que Masharipov é cidadão do Uzbequistão e que chegou ao país em janeiro de 2016 para se integrar às redes jihadistas existentes no território turco.
No dia 31 de janeiro, um outro tribunal tinha decretado a prisão preventiva de outras 9 pessoas presas após o ataque e supostamente ligadas a Masharipov. EFE

fonte yahoo

Começa a contagem regressiva para o carnaval na Cidade do Samba

Começa a contagem regressiva para o carnaval na Cidade do Samba

Rio de Janeiro, 10 fev (EFE).- Luciano Costa trabalha em um dos barracões da Cidade do Samba, o imenso complexo que abriga as oficinas das escolas de samba do Rio de Janeiro que estão no Grupo Especial e que cuidam dos últimos preparativos para os desfiles no Sambódromo.
Assim como ele, cerca de 400 pessoas se apressam para cuidar de cada detalhe das fantasias e dos carros alegóricos que a Portela exibirá na Marquês de Sapucaí durante os desfiles, que neste ano serão realizados nos dias 26 e 27 de fevereiro.
"O carnaval cresceu muito. Antigamente, era muito mais difícil de prepará-lo, tínhamos que criar tudo, era preciso ler muito, estudar artes, mas agora um artesão pode ser um carnavalesco", comentou Luciano, que trabalha na montagem do carnaval há 35 anos.
"Quem ousa, vence", adverte um cartaz no barracão da Portela, onde se misturam imponentes carros alegóricos com até oito metros de altura, com anjos gigantes, sapos coloridos, figuras monumentais, espelhos, flores, lantejoulas e plumas de todas as cores e tamanhos.
"Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar" é o samba-enredo de 2017 da Portela, que, como as outras escolas, guarda a sete chaves os detalhes sobre as fantasias e os carros alegóricos que serão utilizados.
"O fator surpresa durante o desfile é fundamental", disse Fábio Pavão, presidente do Conselho Deliberativo da Portela, que revelou que a escola homenageará antigas civilizações e lendas locais com mais de 3,5 mil pessoas no Sambódromo.
No barracão da Portela trabalham cerca de 400 pessoas, mas "há trabalhadores durante o ano todo porque quando um carnaval termina, já se pensa no próximo. São feitas algumas propostas e a diretoria da escola escolhe", explicou Pavão.
A partir daí, começa o processo de criação, que inclui o projeto e a produção de tudo para o carnaval, dos carros alegóricos, das fantasias e de um texto que servirá para a composição da música e da coreografia.
"São produzidos vários sambas. Neste ano, foram 29. Então, entre agosto e outubro fazemos um concurso interno na escola no qual esses sambas são apresentados, até que resta um, que é o vencedor e é o que cantamos na avenida", detalhou.
Financiar os altíssimos custos do desfile é um desafio para as escolas de samba, que realizam atividades durante o ano e buscam patrocinadores, embora a principal fonte de ingressos seja a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa).
"A Liesa tem três ramos distintos: os direitos de televisão, que é a principal fonte agora, a arrecadação por venda de ingressos para o carnaval e a ajuda da Prefeitura do Rio de Janeiro (R$ 2 milhões)", resumiu Pavão.
Neste ano, a recessão econômica que assola o Brasil e a profunda crise que afeta o estado do Rio de Janeiro complicaram a produção do carnaval.
"É mais difícil encontrar patrocinadores e os materiais custam mais caro. Neste momento, é preciso usar mais a criatividade, se adaptar para reduzir os custos. Assim, muitas vezes acaba melhorando o carnaval, o espetáculo acaba sendo melhor", disse Pavão. EFE
fonte yahoo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Consulte a cartilha antes de pular carnaval

Consulte a cartilha antes de pular carnaval

Se o leitor gosta de carnaval de rua, cuidado, será enquadrado por discriminação racial ou de gênero, dependendo da marchinha que você tocar. Para não haver dúvidas, consulte a cartilha atualizada com o que é admissível cantar hoje em dia.
No Rio de Janeiro, marchinhas de carnaval como “O teu cabelo não nega”, “Cabeleira do Zezé” e “Maria Sapatão” estão sendo banidas dos blocos de rua por serem consideradas ofensivas. Nem “Tropicália”, de Caetano Veloso, escapou da proibição. Decidiu-se que a palavra “mulata”, usada na letra, é demasiada ofensiva para ser cantada no espaço público. É preciso mudar o vocabulário ou censurar as marchinhas para proteger os ouvidos dos foliões. Não se pretende mais chocar no carnaval do Rio, vai nisso toda a condenação desta geração.
Esse apetite de sair banindo o uso de certas palavras costuma ser um entendimento muito pobre de como funciona a linguagem, mas é o argumento dos movimentos de correção política: “mulato” vem de “mula”, logo, é uma palavra racista. No meu mundo, no entanto, as palavras mudam e algumas perdem a conotação original. Ora, ninguém pensa nos muares quando ouve a música de Caetano Veloso.
* * *
Quando Lamartine Babo imortalizou a marchinha “O teu cabelo não nega”, creio que estaria longe de imaginar que a canção seria banida oitenta anos depois. Tem havido, aliás, uma conexão tão próxima quanto persistente entre o Estado Novo e os atuais movimentos de correção política. Na década de 30, Lamartine Babo também foi censurado pela ditadura. Os antigos moralistas consideravam as músicas populares ofensivas. Os moralistas modernos também. Pelo visto, as músicas populares têm o verdadeiro poder de mudar uma nação. Entre aqueles que acreditam nisso conta-se, por exemplo, o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) do Estado Novo, que vetou centenas de composições da época. Imagino que Getúlio Vargas, do inferno, está muito orgulhoso da nossa geração.
Estou querendo dizer com isso que as marchinhas de carnaval não influenciam em nada? Sim. É isso mesmo que estou dizendo. Essa é uma convicção que não tem nenhum fundamento.
* * *
Toma, fique com um trecho da marchinha “Parei Contigo”, que Lamartine Babo compôs para debochar de Getúlio Vargas mas que poderia ter sido escrita hoje para fazer chacota dos atuais movimentos de correção política:
Tu és o tipo
do sujeito indefinido, carcomido
que só quer tirar partido
Meu Deus, mas é isto
que se chama ser amigo?
Parei contigo! Parei contigo!
Nas eleições foi o diabo
pois tu eras o meu cabo
e votaste no inimigo
Meu Deus, mas é isto
que se chama ser amigo?
Parei contigo! Parei contigo!
Já vou-me embora, cruz!
Vou disparando
Se não tu furtas a canção
que eu estou cantando
Siga-me no Twitter (@GuyFranco)
fonte yahoo

Emirados Árabes Unidos afirmam que veto de Trump não é dirigido contra islã

Emirados Árabes Unidos afirmam que veto de Trump não é dirigido contra islã

Abu Dhabi, 1 fev (EFE).- O ministro das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed al-Nahyan, afirmou que o veto de viajar aos Estados Unidos aos cidadãos de sete países de maioria muçulmana é uma decisão "soberana" do governo americano e "não é dirigido contra o islã".
O ministro fez essas declarações em entrevista coletiva ao lado de seu homólogo russo, Sergei Lavrov, que está em visita oficial nos EAU.
"Não há dúvida de que os Estados têm o direito de tomar decisões soberanas e os EUA tomaram essa decisão nesse sentido", destacou o chefe da diplomacia emiradense.
Além disso, Al-Nahyan ressaltou que a ordem executiva adotada na última sexta-feira é "temporária e será revisada", e que a maior parte dos muçulmanos não foi afetada.
"Há tentativas de dar a entender que a decisão é contra uma religião em particular, mas isso não é certo", reforçou o ministro.
A medida assinada por Trump suspende durante 90 dias a concessão de vistos e a entrada nos EUA a todos os cidadãos de Iraque, Síria, Irã, Sudão, Líbia, Somália e Iêmen, e freia o amparo a refugiados durante 120 dias.
O veto gerou grandes protestos nos EUA e em outros países ocidentais, enquanto os Estados afetados se manifestaram contra os governos de Iêmen, Iraque e Sudão. EFE
fonte yahoo

TCU adia votação de processo sobre venda de ativos da Petrobras

TCU adia votação de processo sobre venda de ativos da Petrobras

BRASÍLIA (Reuters) - O Tribunal de Contas da União (TCU) adiou o julgamento do processo referente à venda de ativos da Petrobras, que estava previsto para ocorrer nesta quarta-feira, devido a pedido de vista do ministro Bruno Dantas.
O TCU havia aprovado em dezembro uma medida cautelar que proibia a Petrobras de assinar novos contratos de venda de ativos e de iniciar novos processos de alienação, mas liberou naquela oportunidade a estatal para concluir cinco desinvestimentos que estavam em fase final.
A medida foi tomada porque o TCU discorda da metodologia utilizada pela empresa para realizar as vendas.
Com o adiamento do julgamento, a cautelar continua em vigor.
(Por Leonardo Goy)
fonte yahoo

sábado, 14 de janeiro de 2017

Ordem de Malta em guerra contra papa Francisco

Ordem de Malta em guerra contra papa Francisco

A Ordem de Malta, uma das mais antigas da Igreja Católica, confirmou nesta semana sua oposição ao papa Francisco, em um gesto pouco comum em sua história milenar.
Em um comunicado divulgado na quarta-feira em seu site, a Ordem confirmou que se nega a cooperar com a comissão de investigação nomeada pelo papa argentino, informaram nesta sexta-feira meios de comunicação religiosos.
A entidade religiosa considera que deve "proteger sua própria soberania" diante do que considera uma ingerência do papa, que ordenou que a comissão investigasse a recente saída do ex-chanceler da Ordem Albrecht Freiherr von Boeselager.
Trata-se de mais um passo na guerra aberta lançada pela influente entidade conservadora, cujas origens remontam às Cruzadas, e que atualmente está presente em mais de 120 países administrando hospitais e ambulatórios, com 12.500 membros e 100.000 funcionários e voluntários.
O alemão Boeselager foi exonerado em 8 de dezembro do cargo que ocupava desde 2014 por ter tolerado a distribuição de preservativos a pessoas com risco de contrair o vírus da aids, explicou a imprensa católica.
"A substituição do chanceler é um ato administrativo interno da Soberana Ordem de Malta e faz parte de sua jurisdição", recordou a instituição em um comunicado.
Apesar de a entidade ser considerada como um Estado e contar com seu próprio passaporte e corpo diplomático, para a Santa Sé continua sendo vista como uma organização religiosa que deve obediência e respeito ao papa.
A recusa de Von Boeselager de apresentar sua demissão quando solicitada pelos seus superiores, entre eles o cardeal ultraconservador americano Raymond Burke - um dos adversários internos de Francisco -, é uma das origens da controvérsia.
Burke, considerado um grande crítico do papa argentino, foi afastado do Vaticano ao ser nomeado representante do papa na Ordem de Malta e, desde então, lidera a batalha contra o pontificado de Francisco.
O cardeal faz parte do grupo que pediu a Francisco que corrija seus "erros doutrinários", pedido ignorado até agora pelo pontífice.
FONTE YAHOO

domingo, 8 de janeiro de 2017

Polêmico ex-assessor de Hollande lhe acusa de não querer exercer o poder

Polêmico ex-assessor de Hollande lhe acusa de não querer exercer o poder

Paris, 7 jan (EFE).- Aquilino Morelle, assessor e redator dos discursos de François Hollande até abril de 2014, acusou o presidente da França neste sábado de não querer exercer o poder e de ser o responsável pelo declive político da esquerda no país.
"Nunca quis se transformar em líder de uma nova Europa. (...) Não queria exercer o poder, mas simplesmente ser presidente da França", declarou Morelle em entrevista ao jornal "Le Monde" por ocasião da publicação nesta quarta-feira de seu livro "L'Abdication" ("A Abdicação"), no qual faz um balanço do quinquênio socialista.
Morelle se viu obrigado a renunciar depois que o meio de comunicação digital "Mediapart" revelou que trabalhou para a indústria farmacêutica ao mesmo tempo em que era inspetor de um organismo público de Saúde.
O ex-assessor ressaltou hoje que sua saída do Eliseu em 2014 esteve vinculada com suas posturas ideológicas, na ala esquerda do Partido Socialista (PS), e criticou hoje que o presidente, "pleno de encantamento", esteja carente de toda autoridade.
"Todas suas qualidades humanas, as que lhe permitiram conquistar o poder, se voltaram contra ele no Eliseu. O que constituiu a força do candidato representou o fracasso do presidente. Sua inteligência? Por (querer) entender tudo, frequentemente não decide nada", destacou.
Hollande anunciou no último dia 1º de dezembro sua decisão de não apresentar-se à reeleição nas presidenciais previstas para abril ou maio deste ano, mas, segundo Morelle, foram os franceses, com sua "desconfiança em massa" sobre ele, que lhe obrigaram a tomar essa atitude.
"Justo antes da 'sábia decisão' que alguns observadores comentam, registrava menos de 10% de intenções de voto", lembrou o ex-assessor, para quem Hollande "enterrou toda esperança de mudança" na cúpula europeia de junho de 2012, quando "aceitou sem verdadeira negociação o pacto orçamentário imposto por (Angela) Merkel". EFE

Fonte Yahoo