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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Popularidade de Temer cai, enquanto sobem a de Lula e Bolsonaro

Popularidade de Temer cai, enquanto sobem a de Lula e Bolsonaro

A inflação está em queda e a Bolsa de São Paulo bate recordes, mas a popularidade do presidente Michel Temer e de seu governo desabam, enquanto sobem a do ex-presidente Lula e a do deputado de ultradireita Jair Bolsonaro para as eleições presidenciais de 2018.
Apenas 10,3% dos brasileiros aprovam o governo conservador de Temer, contra 14,6% em outubro, e 44,1% consideram-no ruim, ou péssimo (contra 36,7% na pesquisa anterior), revelou nesta quarta-feira uma pesquisa do Instituto MDA para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT).
O desempenho pessoal de Temer também sofreu forte desgaste nos últimos quatro meses: 62,4% dos consultados desaprovam-no (51,4% em outubro), enquanto 24,4% são favoráveis (31,7% em outubro), de acordo com pesquisa realizada entre 8 e 11 de fevereiro, com um universo de 2.002 pessoas e margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Temer assumiu o poder provisoriamente em maio e foi confirmado no cargo em agosto, após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, de quem era vice, acusada pelo Congresso de manipular contas públicas nas chamadas pedaladas fiscais.
O chefe de Estado lançou um programa de ajustes com a intenção de pôr o país nos trilhos, no momento de pior recessão em mais de um século, antes das eleições de outubro de 2018.
Apesar do recuo da inflação e dos recordes sucessivos da Bolsa, pela primeira vez em muito tempo, Lula lidera as intenções de voto para as próximas eleições, que também apontam para um avanço da ultradireita nas preferências.
Lula, Bolsonaro e voto em branco em alta
A demora da chegada dos investimentos, o desemprego recorde de 12%, as chacinas nos presídios entre quadrilhas rivais de traficantes de drogas e o aquartelamento de policiais pressionado por familiares fizeram aumentar o sentimento de insegurança e se refletiram na pesquisa MDA/CNT.
Essa conjuntura beneficiou Lula. O petista aparece como favorito para derrotar em qualquer cenário de 2018 o deputado de ultradireita Jair Bolsonaro (PSC/RJ), que praticamente dobrou sua base e aumentou a tendência aos votos em branco e nulo.
Aos 71 anos e réu em cinco denúncias relacionadas com a "Operação Lava Jato", Lula teria o voto de 30,5% dos eleitores (eram 24,8% em outubro), seguido da líder ambientalista Marina Silva (Rede Sustentabilidade), com 11,8% (recuo de 1,5 ponto percentual), e de Bolsonaro, com 11,3% (tinha 6,5% em outubro).
A chave dessas tendências é econômica, resumiu Ricardo Ribeiro, da consultoria MCM.
"Há um sentimento de saudade, uma valorização de um governo muito bem avaliado, com uma economia que crescia e a inflação controlada" durante os anos de Lula no governo (2003-2010), mesmo que muito se devesse à situação internacional, durante o ciclo de valorização das commodities, explicou Ribeiro à AFP.
Já Bolsonaro é "um outsider que surfa numa onda de rejeição" à política e "se beneficia [de] que no Brasil e em outros lugares aflore um sentimento mais de direita e de extrema direita", acrescentou.
Mesmo no cenário de disputa de um segundo turno, Lula também aparece em vantagem.
Em outubro, o ex-candidato tucano Aécio Neves (PSDB/MG) e o ex-sindicalista do ABC paulista apareciam em empate técnico. Agora, Lula venceria com 39,7% dos votos contra 27,5% para seu adversário.
Em todos os casos, entre 25% e 39% do eleitorado votariam em branco, ou nulo, e pelo menos 7,2% se disseram indecisos.
A consulta começou quatro dias depois dos funerais da mulher de Lula, dona Marisa Letícia, durante os quais o ex-presidente lançou duras críticas aos responsáveis pela "Lava Jato", que tinham incluído a ex-primeira-dama em suas acusações.
A recuperação de Lula pode se explicar em parte por este fator "sentimental", disse Ribeiro.
No que diz respeito à corrupção, quase metade dos consultados (48,8%) calcula que esse flagelo "é igual" com os governos de Temer e Dilma, embora 31,5% tenham dito que havia mais corrupção sob o mandato da presidente deposta, contra 16,1% que afirmaram que o problema se agravou com Temer.
fonte yahoo

Procurador-geral do Trabalho se contrapõe a ministro e presidente do TST em audiência de reforma trabalhista

Procurador-geral do Trabalho se contrapõe a ministro e presidente do TST em audiência de reforma trabalhista

BRASÍLIA (Reuters) - A audiência pública da comissão da reforma trabalhista, realizada nesta quinta-feira, mostrou fortes divergências entre o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho, de um lado, e o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, de outro.
Enquanto Nogueira e Gandra Filho defenderam a necessidade de reforma da legislação trabalhista, Fleury foi contundente ao posicionar-se contra a matéria.
O ministro disse que a proposta não retira direitos, ao mesmo tempo em que é necessária para atualizar a legislação e dar segurança jurídica a acordos coletivos. Segundo ele, a intenção é criar condições para a geração de empregos, citando que a proposta permite, por exemplo, a contratação para jornada parcial.
Já o procurador-geral do Trabalho questionou a tese que a legislação trabalhista é antiga e por isso precisaria ser modernizada. Para Fleury, cerca de 85 por cento da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já foram modificados.
O procurador argumentou ainda que a flexibilização das regras não resulta em aumento do emprego, citando outros países que reformaram suas leis. Também criticou um dos principais pontos da proposta, a possibilidade de acordos coletivos se sobreporem ao legislado.
O presidente do TST, por sua vez, argumentou que mesmo que cerca de 85 por cento da CLT tenham sido alterados, ainda há deficiências que precisam ser resolvidas. Gandra Filho afirmou que uma atualização poderia harmonizar dissídios na Justiça e traria segurança jurídica a empregadores.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
fonte yahoo

Justiça federal nega habeas corpus a envolvidos no escândalo da queridinha do Lula, Rose Noronha

Justiça federal nega habeas corpus a envolvidos no escândalo da queridinha do Lula, Rose Noronha

Em março do ano passado este blog noticiou: o Ministério Público Federal em São Paulo protocolou uma petição para que a Justiça Federal receba uma ação civil pública contra 13 réus da Operação Porto Seguro, entre eles a ex-chefe do Gabinete Regional da Presidência da República na capital paulista Rosemary Nóvoa de Noronha e os irmãos Paulo Rodrigues Vieira e Rubens Carlos Vieira. Eles são acusados de improbidade administrativa por terem participado de um esquema de troca de favores entre agentes públicos para o atendimento de interesses particulares. A ação foi ajuizada em abril de 2015, mas ainda não foi recebida, passo necessário para que o processo tenha andamento.
Confira: http://bit.ly/2lmnXnO

Rosemary Nóvoa de Noronha era conhecida como a “queridinha do Lula”…
As vantagens recebidas por Rosemary durante o período investigado totalizam R$ 140 mil reais. Entre os benefícios contabilizados nesse montante estão quantias financeiras, uma viagem de cruzeiro paga por Paulo Vieira e o empresário Carlos César Floriano e um veículo Pajero que Paulo transferiu para seu nome. Ela mantinha ainda participação gerencial indevida na empresa New Talent ao lado do marido, João Batista de Oliveira Vasconcelos. Também em razão das práticas ilícitas dos acusados, a companhia aferiu lucro de R$ 1,12 milhão em 2010 ao firmar um contrato ilegal com uma subsidiária do Banco do Brasil. Já os irmãos Vieira enriqueceram ilicitamente R$ 360 mil, adquiridos em transações irregulares ao longo das trocas de favores entre os réus
A 22ª Vara Cível da capital paulista se limitou a decretar liminarmente, em maio de 2015, a indisponibilidade de bens dos réus, decisão mantida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região em novembro. Na mesma ocasião, a corte rejeitou todos os recursos da defesa pela extinção da ação. Ao todo, a Justiça autorizou o bloqueio de mais de R$ 15,6 milhões, entre bens móveis e imóveis, depósitos bancários e ativos financeiros.

Agora o bicho pegou de novo: nesta quinta-feira foram negados dois habeas corpus do ex-diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Rubens Carlos Vieira, réu da operação Porto Seguro, em que era pedido o trancamento das ações penais a que responde. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF), junto com mais de vinte outros envolvidos, entre eles seus irmãos Paulo – ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) – e Marcelo Vieira, por integrar um complexo esquema de fraudes em órgãos públicos.
O ex-diretor da Anac pediu dois HCs, pedindo trancamento das ações penais 0002626-63.2014.4.03.6181 e 0002627-48.2014.4.03.6181. Na primeira ação, Rubens Vieira e seu irmão Paulo são acusados de oferecer de R$ 300 mil por um parecer técnico favorável a interesses de empresários, num processo do Tribunal de Contas da União.
O processo discutia possíveis irregularidades praticadas por representantes da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), no contrato de arrendamento com a empresa Terminais de Contêineres da Margem Direita S/A. Nesse processo, eram apontadas descumprimento a dispositivos da Lei dos Portos (Lei 8.630/93) e da Lei das Licitações (Lei 8.666/93). A oferta de propina foi denunciada, em fevereiro de 2011, pelo próprio auditor de controle externo do TCU que recebeu a oferta, dando origem às investigações da Operação Porto Seguro.
A outra ação discute corrupção e tráfico de influência, ao utilizar o contato político da chefe do gabinete regional da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Novoa de Noronha, para indicação de Rubens Vieira ao cargo de direção da Anac. Além disso, antes da nomeação do réu, seu irmão Paulo e Rosemary já tinham relação com a nomeação de uma pessoa para um cargo em comissão na mesma agência.
A Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR3) se manifestou contra a concessão dos dois HCs. Em ambos os casos, a Procuradoria aponta que “fica evidente que se trata de mais uma tentativa de se evitar o prosseguimento natural do feito e não de um efetivo combate de uma decisão arbitrária por parte do Estado.” Além disso, a PRR3 demonstrou haver evidente justa causa para processar o réu, envolvido num permanente núcleo criminoso que praticou diversas irregularidades junto a diversos órgãos públicos.
A PRR3 afirmou ainda que a denúncia se apoia em evidências de que Rubens Vieira e seu irmão, Paulo, agiam como intermediários de interesses de empresas e negociando propina para emissão de pareceres e documentos favoráveis a elas. Paulo é apontado como líder da organização criminosa descoberta durante a operação.
Acolhendo os apontamentos da PRR3, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) negou, por unanimidade, os dois habeas corpus, mantendo as ações penais contra o réu.

fonte yahoo

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Incêndio faz 18 feridos no metrô de Hong Kong e suspeito é detidoDezoito pessoas ficaram feridas na sexta-feira (10) em um incêndio provocado deliberadamente no metrô de Hong Kong, anunciaram as autoridades locais, que informaram a prisão de um homem por "incêndio criminoso". Os vídeos do incidente que circulam nas redes sociais mostram passageiros desorientados na plataforma da estação de Tsim Sha Tsui por volta das 19h15, enquanto parte do trem está em chamas. Um homem aparece deitado no chão, e alguns passageiros tentam apagar as chamas em suas roupas. No total, 18 pessoas ficaram feridas, incluindo três delas em estado grave, segundo informou a polícia neste sábado (11). As autoridades também indicaram que produtos inflamáveis foram encontrados no local do crime. "De acordo com os primeiros elementos da investigação e as declarações de feridos, acreditamos que um homem ateou fogo em líquidos combustíveis", explicou à imprensa de Hong Kong o chefe adjunto dos bombeiros de Hong Kong, Yau Chi-on. Segundo ele, algumas vítimas foram severamente queimadas e inalaram fumaça tóxica. Kwok Pak-chung, um dos líderes da polícia local, declarou que "as informações que dispomos não sugerem um ato terrorista ou ataque contra o transporte público". "Nós prendemos essa pessoa por incêndio criminoso", disse, acrescentando que o suspeito agiu por "razões pessoais". "Um dos meus colegas levou um dos feridos ao hospital, e ele disse que estava envolvido no incêndio e que ele mesmo havia colocado fogo no trem". Uma fonte policial, que pediu anonimato, disse ao jornal South China Morning Post que o homem gritou "queimar até a morte", antes de acender um coquetel molotov. "A saúde mental do suspeito detido é uma das pistas investigadas pela polícia", declarou o governo em um comunicado publicado neste sábado. "Um homem estava literalmente pegando fogo", disse uma testemunha, Ray Chau, ao jornal. "Nós não podíamos fazer outra coisa que respirar fumaça". Segundo a imprensa local, o suspeito também estaria gravemente ferido, mas a polícia não confirmou esta informação. A polícia bloqueou a entrada da estação de metrô, onde dezenas de curiosos se reuniram, alguns tirando fotos com seus telefones celulares, informou um jornalista da AFP no local. O chefe do Governo de Hong Kong, Leung Chun-ying, expressou seu apoio às vítimas e pediu uma investigação completa. Incidentes deste tipo são raros no transporte público de Hong Kong, considerado muito seguro. Em 2004, 14 pessoas ficaram feridas quando um homem provocou um incêndio na estação de metrô Admiralty

Incêndio faz 18 feridos no metrô de Hong Kong e suspeito é detido

Dezoito pessoas ficaram feridas na sexta-feira (10) em um incêndio provocado deliberadamente no metrô de Hong Kong, anunciaram as autoridades locais, que informaram a prisão de um homem por "incêndio criminoso".
Os vídeos do incidente que circulam nas redes sociais mostram passageiros desorientados na plataforma da estação de Tsim Sha Tsui por volta das 19h15, enquanto parte do trem está em chamas. Um homem aparece deitado no chão, e alguns passageiros tentam apagar as chamas em suas roupas.
No total, 18 pessoas ficaram feridas, incluindo três delas em estado grave, segundo informou a polícia neste sábado (11).
As autoridades também indicaram que produtos inflamáveis foram encontrados no local do crime.
"De acordo com os primeiros elementos da investigação e as declarações de feridos, acreditamos que um homem ateou fogo em líquidos combustíveis", explicou à imprensa de Hong Kong o chefe adjunto dos bombeiros de Hong Kong, Yau Chi-on. Segundo ele, algumas vítimas foram severamente queimadas e inalaram fumaça tóxica.
Kwok Pak-chung, um dos líderes da polícia local, declarou que "as informações que dispomos não sugerem um ato terrorista ou ataque contra o transporte público".
"Nós prendemos essa pessoa por incêndio criminoso", disse, acrescentando que o suspeito agiu por "razões pessoais". "Um dos meus colegas levou um dos feridos ao hospital, e ele disse que estava envolvido no incêndio e que ele mesmo havia colocado fogo no trem".
Uma fonte policial, que pediu anonimato, disse ao jornal South China Morning Post que o homem gritou "queimar até a morte", antes de acender um coquetel molotov.
"A saúde mental do suspeito detido é uma das pistas investigadas pela polícia", declarou o governo em um comunicado publicado neste sábado.
"Um homem estava literalmente pegando fogo", disse uma testemunha, Ray Chau, ao jornal. "Nós não podíamos fazer outra coisa que respirar fumaça".
Segundo a imprensa local, o suspeito também estaria gravemente ferido, mas a polícia não confirmou esta informação.
A polícia bloqueou a entrada da estação de metrô, onde dezenas de curiosos se reuniram, alguns tirando fotos com seus telefones celulares, informou um jornalista da AFP no local.
O chefe do Governo de Hong Kong, Leung Chun-ying, expressou seu apoio às vítimas e pediu uma investigação completa.
Incidentes deste tipo são raros no transporte público de Hong Kong, considerado muito seguro.
Em 2004, 14 pessoas ficaram feridas quando um homem provocou um incêndio na estação de metrô Admiralty
fonte yahoo

Irã comemora sua revolução e denuncia as ameaças de Trump

Irã comemora sua revolução e denuncia as ameaças de Trump

Milhares de iranianos saíram às ruas nesta sexta-feira aos gritos de "Morte aos Estados Unidos" para celebrar o 38º aniversário da revolução islâmica, uma oportunidade para denunciar as "ameaças" contra o país representadas pela política do presidente Donald Trump.
"É necessário falar com o povo iraniano com respeito. O povo iraniano fará com que se arrependa qualquer um que use linguagem ameaçadora", disse o presidente Hassan Rohani para milhares de pessoas reunidas na praça Azadi de Teerã.
Em outras cidades do país também aconteceram manifestações com milhões de pessoas, segundo as imagens exibidas pela televisão pública Irib.
"As manifestações com milhões de iranianos mostram a potência do Irã islâmico", disse Rohani, uma mobilização em resposta às "mentiras dos novos dirigentes da Casa Branca".
Os manifestantes exibiam cartazes com frases como "Morte aos Estados Unidos", pisavam em bandeiras americanas. Também agitavam fotos de Trump, do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e da primeira-ministra britânica Theresa May com o lema "Os iranianos não temem as ameaças".
Eles também exibiam fotos do aiatolá Ali Khamenei, o guia supremo do país, que na terça-feira pediu aos iranianos que respondessem às ameaças do presidente Trump com as manifestações desta sexta-feira.
O país comemora o aniversário da vitória da revolução islâmica que em 1979 derrubou o xá do Irã, aliado dos Estados Unidos.
- Mensagem a Trump -
Irã e Estados Unidos não têm relações diplomáticas desde 1980, pouco depois da revolução e da invasão da embaixada americana por estudantes islâmicos.
"A presença da população é uma mensagem a Trump: se cometer um erro, o povo fará com que lamente", disse o deputado reformista Mostapha Kavakebian, que estava na manifestação de Teerã.
Ghassem Soleimani, chefe de operações externas da Guarda Revolucionária, a tropa de elite iraniana, também estava entre a multidão.
Alguns manifestantes tentaram agradecer aos americanos que protestaram contra o decreto migratório de Trump, que proíbe a entrada nos Estados Unidos de sete países de maioria muçulmana, incluindo o Irã.
No momento o decreto está bloqueado pela justiça, mas Trump já prometeu uma batalha nos tribunais para obter sua aplicação.
"Abaixo o regime, vida longa ao povo americano", afirmava um cartaz.
O ex-presidente Mohammad Khatami (1997-2005), líder da ala reformista e submetido a restrições pelo atual governo, pediu recentemente aos iranianos que participem nas manifestações "para neutralizar os complôs".
"Diante de qualquer ameaça contra o regime, a integridade territorial e os interesses nacionais não hesitaremos em nenhum momento a resistir", disse, antes de fazer um apelo à "reconciliação nacional".
Desde a chegada de Trump à Casa Branca em 20 de janeiro, a tensão aumentou entre Estados Unidos e Irã.
O anúncio na semana passada de novas sanções americanas pelo lançamento de um míssil balístico iraniano provocou uma reação imediata de Teerã, que anunciou represálias contra "indivíduos ou empresas americanas" que apoiem grupos "terroristas".
O Irã já aplica a reciprocidade nas sanções após o decreto migratório de Trump, chamado de medida "ofensiva" e "vergonhosa".
O novo presidente americano já fez muitas críticas ao Irã no Twitter e acusou o país de "brincar com o fogo".
fonte yahoo

Ministério Público denuncia 14 por compra de MP e decisões do Carf

Ministério Público denuncia 14 por compra de MP e decisões do Carf

SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério Público Federal (MPF/DF) informou nesta quinta-feira que denunciou 14 pessoas pelos crimes de corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro praticados no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
A ação é a 19ª apresentada à Justiça no âmbito da Operação Zelotes e tem como objeto a manipulação no julgamento de recurso da montadora Mitsubishi, além de articulações ilegais para garantir a aprovação de medida provisória.
De acordo com os investigadores, após pagar 33,8 milhões de reais a integrantes do esquema que agia no Carf, a empresa conseguiu se livrar de um débito de 266 milhões (cerca de 600 milhões em valores atuais).
Entre os denunciados estão os ex-conselheiros do Carf José Ricardo da Silva e Edison Pereira Rodrigues, os lobistas Mauro Marcondes, Cristina Mautoni, Alexandre Paes dos Santos, os empresários Paulo Ferraz e Robert Rittscher e os funcionários públicos Lytha Spíndola, Dalton Cordeiro e Antônio Lisboa.
Segundo a denúncia, os atos aconteceram de 2009 a 2012.
(Por Aluísio Alves)
fonte yahoo

EI divulga imagens de execução de 5 membros do Exército do Egito no Sinai

EI divulga imagens de execução de 5 membros do Exército do Egito no Sinai

Cairo, 11 fev (EFE).- A filial do grupo Estado Islâmico (EI) no Egito divulgou uma série de fotos que mostram a execução de cinco membros do Exército do país na Península do Sinai.
Segundo informações do serviço internacional de inteligência antiterrorista "SITE", nas imagens, cuja autenticidade não foi verificada e que foram divulgadas pelo aplicativo Telegram, é possível ver um homem armado, com uniforme militar, disparando contra cinco pessoas, que caem com o rosto no chão do deserto.
O EI chamou de "apóstatas" os cinco membros do Exército do Egito capturados na região central da Península do Sinai. No entanto, não há informações sobre quando eles foram executados.
O Exército do Egito disse ontem que matou 500 terroristas na Península do Sinai desde setembro de 2015, quando teve início a Operação "Direito do Mártir", de combate aos radicais.
Vários grupos jihadistas, incluindo a filial egípcia do EI, mantêm suas bases no norte do Sinai, palco de contínuas ações militares.
O Ansar Beit al Maqdis jurou lealdade ao grupo jihadista em 2014 e passou a se chamar Wilayat al Sina, em referência a um dos territórios que formam o califado que os extremistas proclamaram nas regiões dominadas na Síria e no Iraque.
O Exército do Egito declarou a província do Norte do Sinai área de exclusão militar em 2014. Depois, decretou um toque de recolher na região e fechou o acesso aos veículos de imprensa. EFE
fonte yahoo

Ataques suicidas no leste de Mossul deixam pelo menos 4 mortos

Ataques suicidas no leste de Mossul deixam pelo menos 4 mortos

Mossul (Iraque), 10 fev (EFE).- Pelo menos quatro pessoas morreram nesta sexta-feira em dois ataques suicidas em bairros que foram libertados do controle do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no leste de Mossul, no norte do Iraque, informou à Agência Efe o chefe de segurança da província de Ninawa - cuja capital é Mossul -, Mohammed al Bayati.
De acordo com ele, um homem que usava um colete com explosivos no corpo se suicidou em um restaurante no bairro de Al Zuhur, causando a morte de três civis. Neste ataque, 15 pessoas ficaram feridas, mas o estado de saúde não foi divulgado.
Já no bairro oriental de Al Nour, outro homem se suicidou detonando um colete com explosivos, o que provocou a morte de pelo menos um soldado, enquanto seis pessoas sofreram ferimentos, sendo que dois ficaram em estado grave.
As forças iraquianas cercaram as duas regiões e instalaram outros pontos de controle para evitar novas ações.
Ontem, um civil morreu e 19 pessoas ficaram feridas em três ataques com drones armados com bombas realizados pelo EI contra os bairros libertados.
Embora o primeiro-ministro iraquiano, Haider al Abadi, tenha anunciado em 24 de janeiro a libertação "total" da parte oriental da cidade iraquiana, os ataques dos radicais na região continuam. Os moradores suspeitam que alguns jihadistas conseguiram fugir da ofensiva, que tinha começado em 17 de outubro, e se infiltraram entre os civis. EFE
fonte yahoo

EUA expressam objeção à palestino como enviado da ONU na Líbia

EUA expressam objeção à palestino como enviado da ONU na Líbia

NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - Os Estados Unidos fizeram uma objeção à escolha, feita pelo secretário-geral das Nações Unidas Antonio Guterres, do ex-primeiro-ministro palestino Salam Fayyad como novo representante da ONU na Líbia.
Não ficou claro se a objeção, expressa em comunicado enviado na sexta-feira à noite por Nikki Haley, embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, encerrou a candidatura de Fayyad.
A objeção dos EUA levou à condenação palestina.
O porta-voz de Guterres, Stephane Dujarric, afirmou neste sábado que a proposta de nomear Fayyad "estava baseada unicamente nas reconhecidas qualidades pessoais do Sr. Fayyad e de sua competência para a posição".
Os Estados Unidos exercem influência significativa como um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.
Os Estados Unidos ficaram decepcionados em ver uma carta indicando a intenção de apontar o ex-primeiro ministro da Autoridade Palestina para liderar a Missão da ONU na Líbia", disse Haley em seu comunicado.
"Por muito tempo a ONU tem sido injustamente tendenciosa em favor da Autoridade Palestina em detrimento de nossos aliados em Israel", disse ela.
Haley acrescentou que os Estados Unidos "atualmente não reconhecem o Estado Palestino ou apoiam o sinal que esta nomeação enviaria dentro das Nações Unidas."
(Reportagem de Ned Parker)
fonte yahoo

Brasileira Christiane Jatahy homenageia Jean Renoir em teatro na França

Brasileira Christiane Jatahy homenageia Jean Renoir em teatro na França

María Luisa Gaspar.
Paris, 10 fev (EFE).- Obra prima da sétima arte, "A Regra do Jogo" (1939), de Jean Renoir, inspirou a diretora brasileira Christiane Jatahy em sua estreia no Comédie-Française, teatro no centro de Paris onde acaba de entrar em cartaz a já aplaudida peça na qual cinema, vídeo, teatro e musical abraçam o público com audácia.
A protagonista é estrangeira em ambas as criações, embora a frágil exilada Cristina de Renoir aqui seja árabe, e não austríaca, nacionalidade objeto de atrações e repulsões radicais quando, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, o cineasta tentava compartilhar sua ideia de que o mundo dançava "sobre um vulcão".
Com a direção da brasileira, o herói André Jurieux, que ama com desmedida paixão Cristina, recém-casada com o marquês Robert, não é piloto nem acabava de atravessar o Atlântico, mas um navegante que arriscou sua vida para salvar dezenas de emigrantes de morrerem afogados no Mediterrâneo.
Estas mudanças fazem parte da estratégia de Christiane (Rio de Janeiro, 1968) para ilustrar as múltiplas conexões que se percebem entre a época em que Renoir gravou seu filme e a atualidade, segundo comentou em entrevista à Agência Efe.
A diretora fala não de vulcão, mas de "precipício", em sua tentativa de moldar aos dias de hoje os hábitos de aristocratas, burgueses e serviçais, os exagerados privilégios de uns e os conflitos éticos que refletem uma sociedade sem rumo, adormecida, que na sua opinião "só pode se salvar graças ao amor".
"Mas não o amor entre um homem e uma mulher, o amor... entre todos os seres humanos", ressaltou, abrindo seus braços como para abranger o planeta inteiro, sentada em um dos salões da companhia teatral mais antiga da Europa.
A exemplo do filme de Renoir, que teve como pilares de sua "fantasia dramática" autores como Beaumarchais, Marivaux e Musset, na peça-filme de Christiane os serviçais e amos compartilham protagonismo. E a profundidade de campo, de modo que as cenas do primeiro plano são tão importantes como as do segundo ou do terceiro.
Além de unir cinema, arte audiovisual e cênica, de romper limites entre realidade e ficção, entre ator e personagem, interagir com o espectador é outro elemento do trabalho da também dramaturga, que estudou teatro, jornalismo e filosofia no Brasil, e fundou a companhia Vértice.
Convencida de que o muro que separa público e artistas pode cair, a artista não só introduziu agora uma de suas sempre atípicas produções às atrações do Comédie-Française, mas o fez na Sala Richelieu, palco principal do histórico teatro.
No Brasil, Christiane começou a expor em 2002 sua ideia de que a criação experimental não precisa ser hermética, com obras como "A Falta que nos move" e "Corte Seco".
Em Paris, faz sucesso desde 2012, quando mostrou "Julia", inspirada em "Senhorita Júlia", de August Strindberg, no centro cultural Le 104.
Lá estreou depois "E se elas fossem para Moscou?", a partir da obra "As três irmãs", de Anton Tchekhov; e em 2016, sua não menos livre e celebrada adaptação de "A Floresta que anda", inspirada no texto do "Macbeth," de Skakespeare.
A primeira representação de "A regra do Jogo" aconteceu no último sábado, e nas redes sociais já se elogia a incrível excelência de seus atores e o talento de Christiane, com quem o Comédie-Française "prova que está no teatro do século XXI".
É um "espetáculo inesquecível e memorável", opinou o blogueiro Frédéric Perez em sua crítica, uma das primeiras publicadas na web, retuitada pelo histórico teatro à espera de que os grandes veículos de imprensa nacionais se pronunciem. EFE
fonte yahoo