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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Vale anuncia produção recorde de minério de ferro em 2016

Vale anuncia produção recorde de minério de ferro em 2016

A Vale anunciou nesta quinta-feira uma produção recorde de minério de ferro no quarto trimestre e no conjunto de 2016, acima das estimativas do mercado.
No quarto trimestre, a empresa produziu 92,386 milhões de toneladas (MT) do metal, um aumento de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Os analistas consultados pela agência Bloomberg previu uma produção de 89,8 milhões de toneladas.
Em 2016, a produção chegou a 348,847 MT, com um aumento de 0,9% em relação a 2015.
Esses resultados são atribuídos à produtividade das minas do "sistema norte", que inclui Carajás e registrou uma alta anual de 14,3% (48,1 MT). Esse aumento se deve sobretudo ao início das operações no quarto trimestre da mina S11D, projeto que, segundo a companhia, demandou um investimento de 14,3 milhões de dólares.
Maior produtora de minério de ferro do mundo, a Vale antecipa uma produção em uma faixa de 360 a 380 MT para 2017 e prevê chegar a 400 MT em 2018.
fonte yahoo

Roman Polanski inicia nova tentativa para resolver caso de estupro de 1977

Roman Polanski inicia nova tentativa para resolver caso de estupro de 1977

Por Jill Serjeant
LOS ANGELES (Reuters) - A equipe de advogados de Roman Polanski iniciou uma nova tentativa para resolver o caso de estupro de 1977 envolvendo o cineasta e liberar a sua volta para os Estados Unidos sem que ele precise ficar mais tempo na prisão.
Harland Braun, advogado de Los Angeles do diretor vencedor do Oscar, afirmou nesta quinta-feira que Polanski deseja poder viajar livremente e visitar a sepultura da sua mulher, Sharon Tate, que foi assassinada em Los Angeles por seguidores de Charles Manson em 1969.
Braun declarou ter escrito ao juiz do caso de Polanski na Califórnia, e uma sessão foi marcada para 24 de fevereiro.
O caso do franco-polonês Polanski, de 83 anos, permanece notório depois de quatro décadas. Ele se declarou culpado em Los Angeles em 1977 por ter mantido relação sexual com uma menina de 13 anos e ficou 42 dias na prisão depois de um acordo judicial, mas mais tarde fugiu dos EUA, temendo uma sentença de prisão longa, se o acordo fosse anulado.
Tanto a Polônia quanto a Suíça rejeitaram pedidos norte-americanos pela extradição do cineasta nos últimos sete anos.
fonte yahoo

Verizon está perto de comprar Yahoo com redução de preço entre US$250 mi e US$350 mi, dizem fontes

Verizon está perto de comprar Yahoo com redução de preço entre US$250 mi e US$350 mi, dizem fontes

Por David Shepardson e Jessica Toonkel
(Reuters) - A Verizon Communications está próxima de um acordo revisado para comprar o negócio de Internet do Yahoo por um preço 250 milhões a 350 milhões de dólares menor do que o acordo original de 4,83 bilhões de dólares, de acordo com uma fonte informada sobre o assunto.
Desde o ano passado, a Verizon tenta persuadir o Yahoo a alterar os termos do acordo para refletir o dano econômico de dois ataques cibernéticos. Uma fonte disse à Reuters que o acordo, que poderia ser fechado nesta semana, vai implicar que a Verizon e o Yahoo compartilhem o passivo de possíveis ações judiciais relacionadas a violações de dados.
Outra pessoa familiarizada com a situação disse que a redução de preço seria de cerca de 250 milhões de dólares, uma cifra que a Bloomberg divulgou mais cedo nesta quarta-feira.
Um representante da Verizon se recusou a comentar. O Yahoo não respondeu imediatamente a pedidos de comentários.
A Verizon espera combinar os recursos de busca, email e messenger do Yahoo, bem como as ferramentas tecnológicas de publicidade, com sua unidade AOL, que a Verizon comprou em 2015 por 4,4 bilhões de dólares. A Verizon tem olhado os negócios de vídeo móvel e publicidade como novas fontes de receita fora de do saturado mercado de telefonia sem fio.
O Yahoo está sob escrutínio de reguladores federais e parlamentares desde que divulgou a maior violação de dados da história.
fonte yahoo

Em coletiva, Trump afirma que herdou "um desastre" dentro e fora dos EUA

Em coletiva, Trump afirma que herdou "um desastre" dentro e fora dos EUA

Washington, 16 fev (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta quinta-feira os "incríveis avanços" que fez desde que chegou ao poder há quase um mês, ao considerar que herdou "um desastre" dentro e fora do país deixado por seu antecessor, Barack Obama.
"Para ser honesto, herdei um desastre, é um desastre, em casa e no exterior", disse Trump em entrevista coletiva, na qual voltou a criticar "as empresas que deixam o país, indo ao México e outras partes".
"Há uma instabilidade em massa no exterior, não importa para onde olhe. O Oriente Médio é um desastre, a Coreia do Norte... Vamos nos ocupar disso, companheiros, vamos nos ocupar de tudo", acrescentou o presidente americano, que lamentou ainda que "o Estado Islâmico (EI) tenha se expandido como um câncer".
Trump assegurou também que seu governo funciona como "uma máquina perfeitamente azeitada", ao rejeitar as informações sobre a existência de caos, crise e atritos dentro da Casa Branca, e declarou que o que está fazendo é cumprir suas "promessas de campanha" para "devolver o governo ao povo".
"Neste último mês houve um grau sem precedentes de ações para os grandes cidadãos de nosso país. Nunca houve uma presidência que tenha feito tanto em um período tão curto de tempo", destacou.
Além disso, Trump ressaltou que "nem sequer começou com o trabalho de verdade, que começa no início da semana que vem", quando anunciará "algumas coisas muito grandes". EFE
fonte yahoo


ESTREIA–Segundo “John Wick” consolida franquia protagonizada por Keanu Reeves

ESTREIA–Segundo “John Wick” consolida franquia protagonizada por Keanu Reeves

SÃO PAULO (Reuters) - Se o primeiro filme da série “John Wick”, “De Volta ao Jogo”, foi um sucesso de bilheteria inesperado em 2014, o segundo longa é feito exatamente na medida para solidificar uma franquia protagonizada por uma espécie de 007 sob influência de Speed, ou outra droga qualquer que eleve os níveis de energia. Keanu Reeves volta como o atormentado assassino profissional obrigado a sair da reclusão por conta de uma promissória.
Antes, ele abandonara a aposentadoria porque o filho de um mafioso eslavo roubou seu carro Vintage e matou seu cachorro, um presente de sua mulher, que morrera de causas naturais. “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” – novamente dirigido pelo ex-dublê de “Matrix” Chad Stahelski – começa com um prólogo de 15 minutos no qual Wick recupera seu carro e mata dezenas no meio do caminho.
Para sair de uma organização de assassinos, o que é de se imaginar não seja uma tarefa simples, Wick precisou entregar uma “promissória” (no formato de moeda de metal). Agora, de posse desta, Santino D’Antonio (Riccardo Scamarcio) o convoca para matar sua irmã mais velha (Claudia Gerini), que acaba de assumir o lugar do pai que morreu, num grupo que reúne a cúpula da máfia do mundo todo. Não aceitar a missão, para o protagonista, significa ser morto; aceitar também pode ter o mesmo significado.
Quando Wick vai para Roma, descobre-se que a fraternidade de assassinos tem filiais por todos os cantos – assim como os mais inesperados representantes. Matar a italiana é o menor dos problemas para o protagonista, cuja vida se complica quando D’Antonio coloca a cabeça do assassino a prêmio, através de um chamado que chega ao celular de todos os assassinos do mundo.
O roteiro de Derek Kolstad – o mesmo roteirista do filme original – cria uma intrincada mitologia sobre a organização dos assassinos e suas regras de conduta. Todo mundo que aparece em cena está, de uma forma ou de outra, ligado ao grupo, ainda que seja em tarefas inusitadas – há o alfaiate que cria ternos à prova de bala, ou o sommelier, cuja adega conta com mais armas do que garrafas de vinho.
“John Wick: Um Novo Dia Para Matar” é um filme que não se leva a sério – e isso, ao lado das sequências de tiroteio e luta corporal, é uma de suas grandes qualidades. Ajudam muito também os floreios visuais aos quais o diretor é dado. Muito neon, muitos tons de azul e um clímax numa sala de espelhos são alguns dos elementos que mais chamam a atenção neste aspecto. Com tudo no lugar – cinismo, sangue, tiros, pancadas e humor –, o segundo filme mostra que esta é uma franquia que veio para ficar, como fica bem claro pelo gancho final.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
fonte yahoo

Popularidade de Temer cai, enquanto sobem a de Lula e Bolsonaro

Popularidade de Temer cai, enquanto sobem a de Lula e Bolsonaro

A inflação está em queda e a Bolsa de São Paulo bate recordes, mas a popularidade do presidente Michel Temer e de seu governo desabam, enquanto sobem a do ex-presidente Lula e a do deputado de ultradireita Jair Bolsonaro para as eleições presidenciais de 2018.
Apenas 10,3% dos brasileiros aprovam o governo conservador de Temer, contra 14,6% em outubro, e 44,1% consideram-no ruim, ou péssimo (contra 36,7% na pesquisa anterior), revelou nesta quarta-feira uma pesquisa do Instituto MDA para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT).
O desempenho pessoal de Temer também sofreu forte desgaste nos últimos quatro meses: 62,4% dos consultados desaprovam-no (51,4% em outubro), enquanto 24,4% são favoráveis (31,7% em outubro), de acordo com pesquisa realizada entre 8 e 11 de fevereiro, com um universo de 2.002 pessoas e margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Temer assumiu o poder provisoriamente em maio e foi confirmado no cargo em agosto, após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, de quem era vice, acusada pelo Congresso de manipular contas públicas nas chamadas pedaladas fiscais.
O chefe de Estado lançou um programa de ajustes com a intenção de pôr o país nos trilhos, no momento de pior recessão em mais de um século, antes das eleições de outubro de 2018.
Apesar do recuo da inflação e dos recordes sucessivos da Bolsa, pela primeira vez em muito tempo, Lula lidera as intenções de voto para as próximas eleições, que também apontam para um avanço da ultradireita nas preferências.
Lula, Bolsonaro e voto em branco em alta
A demora da chegada dos investimentos, o desemprego recorde de 12%, as chacinas nos presídios entre quadrilhas rivais de traficantes de drogas e o aquartelamento de policiais pressionado por familiares fizeram aumentar o sentimento de insegurança e se refletiram na pesquisa MDA/CNT.
Essa conjuntura beneficiou Lula. O petista aparece como favorito para derrotar em qualquer cenário de 2018 o deputado de ultradireita Jair Bolsonaro (PSC/RJ), que praticamente dobrou sua base e aumentou a tendência aos votos em branco e nulo.
Aos 71 anos e réu em cinco denúncias relacionadas com a "Operação Lava Jato", Lula teria o voto de 30,5% dos eleitores (eram 24,8% em outubro), seguido da líder ambientalista Marina Silva (Rede Sustentabilidade), com 11,8% (recuo de 1,5 ponto percentual), e de Bolsonaro, com 11,3% (tinha 6,5% em outubro).
A chave dessas tendências é econômica, resumiu Ricardo Ribeiro, da consultoria MCM.
"Há um sentimento de saudade, uma valorização de um governo muito bem avaliado, com uma economia que crescia e a inflação controlada" durante os anos de Lula no governo (2003-2010), mesmo que muito se devesse à situação internacional, durante o ciclo de valorização das commodities, explicou Ribeiro à AFP.
Já Bolsonaro é "um outsider que surfa numa onda de rejeição" à política e "se beneficia [de] que no Brasil e em outros lugares aflore um sentimento mais de direita e de extrema direita", acrescentou.
Mesmo no cenário de disputa de um segundo turno, Lula também aparece em vantagem.
Em outubro, o ex-candidato tucano Aécio Neves (PSDB/MG) e o ex-sindicalista do ABC paulista apareciam em empate técnico. Agora, Lula venceria com 39,7% dos votos contra 27,5% para seu adversário.
Em todos os casos, entre 25% e 39% do eleitorado votariam em branco, ou nulo, e pelo menos 7,2% se disseram indecisos.
A consulta começou quatro dias depois dos funerais da mulher de Lula, dona Marisa Letícia, durante os quais o ex-presidente lançou duras críticas aos responsáveis pela "Lava Jato", que tinham incluído a ex-primeira-dama em suas acusações.
A recuperação de Lula pode se explicar em parte por este fator "sentimental", disse Ribeiro.
No que diz respeito à corrupção, quase metade dos consultados (48,8%) calcula que esse flagelo "é igual" com os governos de Temer e Dilma, embora 31,5% tenham dito que havia mais corrupção sob o mandato da presidente deposta, contra 16,1% que afirmaram que o problema se agravou com Temer.
fonte yahoo

Segunda mulher suspeita de matar suposto irmão de líder norte-coreano é presa

Segunda mulher suspeita de matar suposto irmão de líder norte-coreano é presa

(Atualiza com dados da detida e mais suspeitos).
Bangcoc, 16 fev (EFE).- A polícia da Malásia confirmou nesta quinta-feira a prisão de uma segunda mulher supostamente ligada ao assassinato, em Kuala Lumpur, do norte-coreano identificado como Kim Chol, que segundo o governo da Coreia do Sul poderia se tratar de Kim Jong-nam, irmão mais velho do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un.
Em comunicado emitido pelas autoridades malaias, a suspeita é identificada como Siti Aishah, nascida na Indonésia, de 25 anos.
A mulher, que estava sozinha no momento da prisão ocorrida durante na madrugada de hoje (hora local), aparecia nas gravações feitas pelas câmeras de segurança do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, onde na última segunda-feira aconteceu o crime.
Uma fonte policial disse para a agência de notícias "Bernama" que esperam realizar novas prisões ligadas ao crime ocorrido na última segunda-feira no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur e após capturar ontem uma vietnamita identificada como Doan Thi Huong, de 28 anos.
A mulher, cuja imagem captada pelas câmeras de segurança do aeroporto, tentava deixar o país rumo ao Vietnã, quando foi detida pela polícia, diz o jornal "The Star".
De acordo com o jornal, agora as autoridades procuram por outros quatro homens suspeitos de participarem do assassinato.
O corpo do norte-coreano está desde ontem no Hospital Geral de Kuala Lumpur, onde os legistas descobriram a causa da morte e a identidade do falecido, embora a informação ainda não foi passada aos veículos de imprensa.
As autoridades malaias identificam a vítima como Kim Chol, nascido em Pyongyang, em junho de 1970, isso de acordo com os documentos da vítima.
No entanto, o porta-voz do Ministério da Unificação da Coreia do Sul, Jeong Joon-hee, afirmou que Seul está convencido que a vítima é Kim Jong-nam, irmão mais velho do líder norte-coreano.
O norte-coreano faleceu na segunda-feira enquanto era levado a um hospital de Putrajaya, a capital administrativa do país, após adoecer subitamente antes de embarcar em um avião com destino a Macau, desde onde tinha chegado no último dia 6.
Kim Jong-nam chegou a ser considerado como o melhor posicionado para substituir seu pai à frente do regime norte-coreano até cair em desgraça com a mudança de século, e desde então acredita-se que residia entre Hong Kong, Macau e Pequim sem ocupar nenhum cargo oficial.
O primogênito do antigo ditador perdeu definitivamente a preferência do pai quando em 2001 foi detido em um aeroporto de Tóquio com um passaporte dominicano falso que pretendia usar para entrar no Japão e supostamente visitar o parque Disneylândia.
Fruto do casamento entre o ditador e a primeira esposa, a atriz Song Hye-rim, Kim Jong-nam atraiu a atenção nos últimos anos com suas críticas contra as políticas do regime norte-coreano e seu sistema de sucessão, expressadas através de sua correspondência com um jornalista japonês, disse uma televisão do mesmo país. EFE
fonte yahoo

Londres, 15 fev (EFE).- O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Winston Churchill (1874-1965) escreveu um ensaio no qual raciocinava "como um cientista" sobre a possível existência de vida extraterrestre, revela um artigo publicado nesta quarta-feira pela revista "Nature". O documento do estadista britânico, de 11 páginas mecanografadas e desconhecidas até agora para o público, foi analisado pelo astrofísico e escritor israelense Mario Livio, que destaca a qualidade de sua fundamentação científica. "Em um momento no qual vários políticos rejeitam a ciência, me parece emocionante lembrar um líder que se comprometeu com ela tão profundamente", diz Livio no artigo. Com a ideia, aparentemente, de publicá-lo no jornal londrino "News of the World", Churchill escreveu uma primeira versão do ensaio em questão em 1939, pouco antes do começo da Segunda Guerra Mundial, sob o título "Estamos sozinhos no Universo?". "Refletia de maneira clarividente sobre a busca de vida extraterrestre", aponta o astrofísico israelense. O artigo não foi publicano, mas o político, primeiro-ministro entre 1940 e 1945 e entre 1951 e 1955, continuou fazendo revisões sobre o texto original no final da década de 1950, durante uma estadia na casa de campo de seu editor, Emery Reves, no sul da França. "Por exemplo, mudou o título 'Estamos sozinhos no Espaço?' para de 'Estamos sozinhos no Universo?' para refletir mudanças na compreensão e terminologia científica. Wendy Reves, esposa do editor, entregou o escrito aos arquivos do Museu Nacional de Churchill dos Estados Unidos (em Fulton, Missouri) nos anos 80", detalhou Livio. O diretor deste museu, Timothy Riley, descobriu o ensaio após assumir o cargo no ano passado, guardado na coleção privada de Reves e "sem ter sido submetido a uma apuração científica ou acadêmica", trabalho agora feito por Livio. Em seu comentário, o astrofísico louva o conhecimento de Churchill, Prêmio Nobel de Literatura em 1953, sobre questões relacionadas com a "pesquisa contemporânea" e sua "clarividência" em relação ao "pensamento científico". O astrofísico lembra que, mais de meio século antes do descobrimento dos exoplanetas, Churchill já explorava teorias que tinham ligação com as pesquisas mais avançadas sobre a astrobiologia de hoje em dia. "Com centenas de milhares de nebulosas, cada uma contendo bilhões de sóis, há enormes probabilidades de haver um número imenso delas que tenham planetas cujas condições não fariam impossível a vida", escreveu Churchill. Neste sentido, o político, historiador e eloquente orador, definia a vida como a capacidade de "se reproduzir e se multiplicar", enquanto opinava que um planeta, para abrigar vida, devia ter água líquida e uma temperatura que se situasse "alguns graus entre o ponto de congelamento e o ponto de ebulição de água". "Eu, por exemplo, não estou tão imensamente impressionado com o sucesso que estamos fazendo de nossa civilização aqui que estou preparado para pensar que somos o único lugar neste imenso universo que contém criaturas vivas e pensantes", opinou Churchill em seu ensaio. EFE

Londres, 15 fev (EFE).- O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Winston Churchill (1874-1965) escreveu um ensaio no qual raciocinava "como um cientista" sobre a possível existência de vida extraterrestre, revela um artigo publicado nesta quarta-feira pela revista "Nature".
O documento do estadista britânico, de 11 páginas mecanografadas e desconhecidas até agora para o público, foi analisado pelo astrofísico e escritor israelense Mario Livio, que destaca a qualidade de sua fundamentação científica.
"Em um momento no qual vários políticos rejeitam a ciência, me parece emocionante lembrar um líder que se comprometeu com ela tão profundamente", diz Livio no artigo.
Com a ideia, aparentemente, de publicá-lo no jornal londrino "News of the World", Churchill escreveu uma primeira versão do ensaio em questão em 1939, pouco antes do começo da Segunda Guerra Mundial, sob o título "Estamos sozinhos no Universo?".
"Refletia de maneira clarividente sobre a busca de vida extraterrestre", aponta o astrofísico israelense.
O artigo não foi publicano, mas o político, primeiro-ministro entre 1940 e 1945 e entre 1951 e 1955, continuou fazendo revisões sobre o texto original no final da década de 1950, durante uma estadia na casa de campo de seu editor, Emery Reves, no sul da França.
"Por exemplo, mudou o título 'Estamos sozinhos no Espaço?' para de 'Estamos sozinhos no Universo?' para refletir mudanças na compreensão e terminologia científica. Wendy Reves, esposa do editor, entregou o escrito aos arquivos do Museu Nacional de Churchill dos Estados Unidos (em Fulton, Missouri) nos anos 80", detalhou Livio.
O diretor deste museu, Timothy Riley, descobriu o ensaio após assumir o cargo no ano passado, guardado na coleção privada de Reves e "sem ter sido submetido a uma apuração científica ou acadêmica", trabalho agora feito por Livio.
Em seu comentário, o astrofísico louva o conhecimento de Churchill, Prêmio Nobel de Literatura em 1953, sobre questões relacionadas com a "pesquisa contemporânea" e sua "clarividência" em relação ao "pensamento científico".
O astrofísico lembra que, mais de meio século antes do descobrimento dos exoplanetas, Churchill já explorava teorias que tinham ligação com as pesquisas mais avançadas sobre a astrobiologia de hoje em dia.
"Com centenas de milhares de nebulosas, cada uma contendo bilhões de sóis, há enormes probabilidades de haver um número imenso delas que tenham planetas cujas condições não fariam impossível a vida", escreveu Churchill.
Neste sentido, o político, historiador e eloquente orador, definia a vida como a capacidade de "se reproduzir e se multiplicar", enquanto opinava que um planeta, para abrigar vida, devia ter água líquida e uma temperatura que se situasse "alguns graus entre o ponto de congelamento e o ponto de ebulição de água".
"Eu, por exemplo, não estou tão imensamente impressionado com o sucesso que estamos fazendo de nossa civilização aqui que estou preparado para pensar que somos o único lugar neste imenso universo que contém criaturas vivas e pensantes", opinou Churchill em seu ensaio. EFE
fonte yahoo

Ensaio sobre vida extraterrestre escrito por Churchill é descoberto nos EUA

Ensaio sobre vida extraterrestre escrito por Churchill é descoberto nos EUA

Londres, 15 fev (EFE).- O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Winston Churchill (1874-1965) escreveu um ensaio no qual raciocinava "como um cientista" sobre a possível existência de vida extraterrestre, revela um artigo publicado nesta quarta-feira pela revista "Nature".
O documento do estadista britânico, de 11 páginas mecanografadas e desconhecidas até agora para o público, foi analisado pelo astrofísico e escritor israelense Mario Livio, que destaca a qualidade de sua fundamentação científica.
"Em um momento no qual vários políticos rejeitam a ciência, me parece emocionante lembrar um líder que se comprometeu com ela tão profundamente", diz Livio no artigo.
Com a ideia, aparentemente, de publicá-lo no jornal londrino "News of the World", Churchill escreveu uma primeira versão do ensaio em questão em 1939, pouco antes do começo da Segunda Guerra Mundial, sob o título "Estamos sozinhos no Universo?".
"Refletia de maneira clarividente sobre a busca de vida extraterrestre", aponta o astrofísico israelense.
O artigo não foi publicano, mas o político, primeiro-ministro entre 1940 e 1945 e entre 1951 e 1955, continuou fazendo revisões sobre o texto original no final da década de 1950, durante uma estadia na casa de campo de seu editor, Emery Reves, no sul da França.
"Por exemplo, mudou o título 'Estamos sozinhos no Espaço?' para de 'Estamos sozinhos no Universo?' para refletir mudanças na compreensão e terminologia científica. Wendy Reves, esposa do editor, entregou o escrito aos arquivos do Museu Nacional de Churchill dos Estados Unidos (em Fulton, Missouri) nos anos 80", detalhou Livio.
O diretor deste museu, Timothy Riley, descobriu o ensaio após assumir o cargo no ano passado, guardado na coleção privada de Reves e "sem ter sido submetido a uma apuração científica ou acadêmica", trabalho agora feito por Livio.
Em seu comentário, o astrofísico louva o conhecimento de Churchill, Prêmio Nobel de Literatura em 1953, sobre questões relacionadas com a "pesquisa contemporânea" e sua "clarividência" em relação ao "pensamento científico".
O astrofísico lembra que, mais de meio século antes do descobrimento dos exoplanetas, Churchill já explorava teorias que tinham ligação com as pesquisas mais avançadas sobre a astrobiologia de hoje em dia.
"Com centenas de milhares de nebulosas, cada uma contendo bilhões de sóis, há enormes probabilidades de haver um número imenso delas que tenham planetas cujas condições não fariam impossível a vida", escreveu Churchill.
Neste sentido, o político, historiador e eloquente orador, definia a vida como a capacidade de "se reproduzir e se multiplicar", enquanto opinava que um planeta, para abrigar vida, devia ter água líquida e uma temperatura que se situasse "alguns graus entre o ponto de congelamento e o ponto de ebulição de água".
"Eu, por exemplo, não estou tão imensamente impressionado com o sucesso que estamos fazendo de nossa civilização aqui que estou preparado para pensar que somos o único lugar neste imenso universo que contém criaturas vivas e pensantes", opinou Churchill em seu ensaio. EFE

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Estudo aponta que déficit de atenção é transtorno cerebral

Estudo aponta que déficit de atenção é transtorno cerebral

As pessoas com Transtorno por Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) têm o cérebro levemente menor, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira, que reitera que se trata de uma alteração física, e não apenas de má conduta.
Este estudo, o maior até agora dedicado ao cérebro das pessoas com esta síndrome, encontrou "diferenças estruturais" e evidências de atraso no desenvolvimento, segundo os pesquisadores.
"Os resultados de nosso estudo confirmam que as pessoas com TDAH têm diferenças na estrutura cerebral, o que sugere que o TDAH é um transtorno no cérebro", afirmou a diretora do estudo, Martine Hoogman, do Centro Médico da Universidade Radboud, na Holanda.
"Esperamos que isto ajude a reduzir o estigma de que o TDAH é 'apenas um rótulo' para crianças com dificuldades ou que é provocado por uma educação pobre", acrescentou em um comunicado.
As conclusões do estudo, no qual participaram 1.713 pessoas com esta síndrome e 1.529 pessoas sem ela, foi publicado na revista The Lancet Psychiatry.
O TDAH é diagnosticado geralmente na infância, mas pode perdurar nos adultos. Seus sintomas mais frequentes são os problemas de concentração, a hiperatividade e a impulsividade.
A causa do transtorno gera controvérsia e alguns especialistas insistem que o TDAH é apenas um pretexto para utilizar medicamentos que suavizem o comportamento de crianças com personalidades conflitivas.
Neste estudo, Hoogman e sua equipe analisaram as ressonâncias magnéticas de pessoas entre 4 e 63 anos, com ou sem TDAH, e mediram o volume total de seu cérebro, assim como o tamanho de sete regiões que podem estar vinculadas ao transtorno.
O volume total era menor em pessoas diagnosticadas com a síndrome, também de cinco zonas do cérebro, disseram os cientistas.
"Estas diferenças são muito pequenas (...) por isso, a dimensão de nosso estudo, sem precedentes, era crucial para nos ajudar a detectar isto", acrescentou Hoogman.
Outros estudos anteriores, que vinculam as mudanças no volume do cérebro com o TDAH, eram muito pequenos para ser conclusivos, afirmou.
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Procurador-geral do Trabalho se contrapõe a ministro e presidente do TST em audiência de reforma trabalhista

Procurador-geral do Trabalho se contrapõe a ministro e presidente do TST em audiência de reforma trabalhista

BRASÍLIA (Reuters) - A audiência pública da comissão da reforma trabalhista, realizada nesta quinta-feira, mostrou fortes divergências entre o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho, de um lado, e o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, de outro.
Enquanto Nogueira e Gandra Filho defenderam a necessidade de reforma da legislação trabalhista, Fleury foi contundente ao posicionar-se contra a matéria.
O ministro disse que a proposta não retira direitos, ao mesmo tempo em que é necessária para atualizar a legislação e dar segurança jurídica a acordos coletivos. Segundo ele, a intenção é criar condições para a geração de empregos, citando que a proposta permite, por exemplo, a contratação para jornada parcial.
Já o procurador-geral do Trabalho questionou a tese que a legislação trabalhista é antiga e por isso precisaria ser modernizada. Para Fleury, cerca de 85 por cento da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já foram modificados.
O procurador argumentou ainda que a flexibilização das regras não resulta em aumento do emprego, citando outros países que reformaram suas leis. Também criticou um dos principais pontos da proposta, a possibilidade de acordos coletivos se sobreporem ao legislado.
O presidente do TST, por sua vez, argumentou que mesmo que cerca de 85 por cento da CLT tenham sido alterados, ainda há deficiências que precisam ser resolvidas. Gandra Filho afirmou que uma atualização poderia harmonizar dissídios na Justiça e traria segurança jurídica a empregadores.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
fonte yahoo