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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Procurador-geral do Trabalho se contrapõe a ministro e presidente do TST em audiência de reforma trabalhista

Procurador-geral do Trabalho se contrapõe a ministro e presidente do TST em audiência de reforma trabalhista

BRASÍLIA (Reuters) - A audiência pública da comissão da reforma trabalhista, realizada nesta quinta-feira, mostrou fortes divergências entre o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho, de um lado, e o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, de outro.
Enquanto Nogueira e Gandra Filho defenderam a necessidade de reforma da legislação trabalhista, Fleury foi contundente ao posicionar-se contra a matéria.
O ministro disse que a proposta não retira direitos, ao mesmo tempo em que é necessária para atualizar a legislação e dar segurança jurídica a acordos coletivos. Segundo ele, a intenção é criar condições para a geração de empregos, citando que a proposta permite, por exemplo, a contratação para jornada parcial.
Já o procurador-geral do Trabalho questionou a tese que a legislação trabalhista é antiga e por isso precisaria ser modernizada. Para Fleury, cerca de 85 por cento da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já foram modificados.
O procurador argumentou ainda que a flexibilização das regras não resulta em aumento do emprego, citando outros países que reformaram suas leis. Também criticou um dos principais pontos da proposta, a possibilidade de acordos coletivos se sobreporem ao legislado.
O presidente do TST, por sua vez, argumentou que mesmo que cerca de 85 por cento da CLT tenham sido alterados, ainda há deficiências que precisam ser resolvidas. Gandra Filho afirmou que uma atualização poderia harmonizar dissídios na Justiça e traria segurança jurídica a empregadores.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
fonte yahoo

Pesquisadores alemães propõem viagem de 150 anos a Proxima Centauri

Pesquisadores alemães propõem viagem de 150 anos a Proxima Centauri

Há alguns meses, após o anúncio da descoberta de um planeta na zona habitável de nossa vizinha Proxima Centauri, muitos se dedicaram a discutir sobre as sete formas futuristas de viajar às estrelas. Entre elas, a única solução tecnológica que poderíamos ter ao alcance das mãos é a vela solar.
Se “impulsionarmos” esta estrutura com a ajuda de raios laser disparados da Terra, com uma potência de 100 gigawatts, em teoria, seria possível alcançar velocidades relativísticas (em torno de 20% da velocidade da luz) que nos permitiriam alcançar a estrela mais próxima do nosso sol em duas ou três décadas. O problema? Seria uma missão com um único voo, pois manobrar ou frear no momento da chegada seria impossível. A ideia de passar trinta anos viajando para, uma vez alcançado o objetivo, ter apenas alguns segundos para fotografar e analisar Proxima b é decepcionante, mas a 20% da velocidade da luz, seriam necessárias apenas poucas horas para que a sonda atravessasse por completo aquele sistema solar.
Entre os que propõem este método de viagem interestelar, que em teoria pode ter início na década de 2060, estão o milionário Yuri Milner e Stephen Hawking, dois pesos pesados do ramo. No entanto, além do problema já mencionado do freio, há um outro obstáculo muito sério: o financeiro. Um projeto deste porte implica facilmente um investimento de 10 bilhões de dólares, e francamente, fazer algo assim sem ajuda estatal, parece obra de ficção científica.
Apesar disso, há quem sonhe em fazer esta mesma viagem com mais calma e de uma forma muito mais econômica, ainda usando as velas solares. Iríamos a Proxima Centauri, mas esqueceríamos a ajuda do laser, dando um passeio de 150 anos rumo ao planeta habitável mais próximo da humanidade.
Os cérebros por trás da ideia são Michael Hippke (pesquisador alemão independente) e René Heller (astrofísico do Instituto Max Planck para a investigação do sistema solar, com sede em Göttingen, na Alemanha). Os dois desenvolveram uma missão alternativa à proposta por Milner e Hawking, que, segundo eles, poderia proporcionar mais informações de interesse científico, e ao mesmo tempo reduziria drasticamente os custos envolvidos. A ideia seria usar as velas solares clássicas, nas quais se aproveita o impulso dos fótons emitidos pelo Sol sobre a superfície fina da vela (o grafeno é citado como um material ideal) para impulsioná-la e, desta forma, manobrar uma nave.
A velocidade alcançada durante o trajeto seria “manejável”, de modo que uma vez que a sonda chegasse à Proxima Centauri, seria possível posicioná-la em órbita com a ajuda da força da gravidade, de forma semelhante à usada para “estacionar” nossas naves quando visitam outros pontos do nosso sistema solar. Além disso, a própria radiação luminosa do sistema estelar duplo Alfa Centauri poderia fazer seu papel, ajudando no direcionamento em órbita da sonda (na realidade a viagem em si duraria “apenas” 100 anos; os outros 50 seriam necessários para posicionar a sonda em órbita).
O tamanho da vela? De acordo com os cálculos de ambos, para cada 10 gramas de carga útil que quiséssemos manobrar, seriam necessários 316 m2 de superfície de vela. Com esta relação peso/volume, manobrar uma sonda média, de poucas centenas de quilos, requereria uma vela do tamanho de 15 campos de futebol.
Uma missão com 150 anos de duração pode ser decepcionante para muitos, especialmente numa época em que queremos que a tecnologia nos dê respostas imediatas, mas ainda há outro detalhe importante que precisa ser levado em conta.
Hippke e Heller querem aproveitar uma configuração rara das estrelas que compõem a Alfa Centauri que ocorre a cada 80 anos. Quando ela acontecerá de novo? Em 2035. Mas não se anime, pois neste ano a tecnologia necessária para confeccionar uma vela solar deste tamanho não estará disponível. Portanto, Hippke e Heller propõem uma data mais realista no alinhamento seguinte, no ano de 2115.
Os dois pesquisadores alemães acreditam que a espera valeria a pena, mas certamente não estaremos mais aqui para saber se eles tinham razão.
Acima, é possível ver um vídeo sobre a viagem interestelar proposta por Hippke e Heller, no qual se observa a forma como a gravidade de Alfa Centauri seria usada para frear a vela e iniciar (com a ajuda da gravidade da estrela) a manobra de entrada em órbita.
fonte yahoo

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Incêndio faz 18 feridos no metrô de Hong Kong e suspeito é detidoDezoito pessoas ficaram feridas na sexta-feira (10) em um incêndio provocado deliberadamente no metrô de Hong Kong, anunciaram as autoridades locais, que informaram a prisão de um homem por "incêndio criminoso". Os vídeos do incidente que circulam nas redes sociais mostram passageiros desorientados na plataforma da estação de Tsim Sha Tsui por volta das 19h15, enquanto parte do trem está em chamas. Um homem aparece deitado no chão, e alguns passageiros tentam apagar as chamas em suas roupas. No total, 18 pessoas ficaram feridas, incluindo três delas em estado grave, segundo informou a polícia neste sábado (11). As autoridades também indicaram que produtos inflamáveis foram encontrados no local do crime. "De acordo com os primeiros elementos da investigação e as declarações de feridos, acreditamos que um homem ateou fogo em líquidos combustíveis", explicou à imprensa de Hong Kong o chefe adjunto dos bombeiros de Hong Kong, Yau Chi-on. Segundo ele, algumas vítimas foram severamente queimadas e inalaram fumaça tóxica. Kwok Pak-chung, um dos líderes da polícia local, declarou que "as informações que dispomos não sugerem um ato terrorista ou ataque contra o transporte público". "Nós prendemos essa pessoa por incêndio criminoso", disse, acrescentando que o suspeito agiu por "razões pessoais". "Um dos meus colegas levou um dos feridos ao hospital, e ele disse que estava envolvido no incêndio e que ele mesmo havia colocado fogo no trem". Uma fonte policial, que pediu anonimato, disse ao jornal South China Morning Post que o homem gritou "queimar até a morte", antes de acender um coquetel molotov. "A saúde mental do suspeito detido é uma das pistas investigadas pela polícia", declarou o governo em um comunicado publicado neste sábado. "Um homem estava literalmente pegando fogo", disse uma testemunha, Ray Chau, ao jornal. "Nós não podíamos fazer outra coisa que respirar fumaça". Segundo a imprensa local, o suspeito também estaria gravemente ferido, mas a polícia não confirmou esta informação. A polícia bloqueou a entrada da estação de metrô, onde dezenas de curiosos se reuniram, alguns tirando fotos com seus telefones celulares, informou um jornalista da AFP no local. O chefe do Governo de Hong Kong, Leung Chun-ying, expressou seu apoio às vítimas e pediu uma investigação completa. Incidentes deste tipo são raros no transporte público de Hong Kong, considerado muito seguro. Em 2004, 14 pessoas ficaram feridas quando um homem provocou um incêndio na estação de metrô Admiralty

Incêndio faz 18 feridos no metrô de Hong Kong e suspeito é detido

Dezoito pessoas ficaram feridas na sexta-feira (10) em um incêndio provocado deliberadamente no metrô de Hong Kong, anunciaram as autoridades locais, que informaram a prisão de um homem por "incêndio criminoso".
Os vídeos do incidente que circulam nas redes sociais mostram passageiros desorientados na plataforma da estação de Tsim Sha Tsui por volta das 19h15, enquanto parte do trem está em chamas. Um homem aparece deitado no chão, e alguns passageiros tentam apagar as chamas em suas roupas.
No total, 18 pessoas ficaram feridas, incluindo três delas em estado grave, segundo informou a polícia neste sábado (11).
As autoridades também indicaram que produtos inflamáveis foram encontrados no local do crime.
"De acordo com os primeiros elementos da investigação e as declarações de feridos, acreditamos que um homem ateou fogo em líquidos combustíveis", explicou à imprensa de Hong Kong o chefe adjunto dos bombeiros de Hong Kong, Yau Chi-on. Segundo ele, algumas vítimas foram severamente queimadas e inalaram fumaça tóxica.
Kwok Pak-chung, um dos líderes da polícia local, declarou que "as informações que dispomos não sugerem um ato terrorista ou ataque contra o transporte público".
"Nós prendemos essa pessoa por incêndio criminoso", disse, acrescentando que o suspeito agiu por "razões pessoais". "Um dos meus colegas levou um dos feridos ao hospital, e ele disse que estava envolvido no incêndio e que ele mesmo havia colocado fogo no trem".
Uma fonte policial, que pediu anonimato, disse ao jornal South China Morning Post que o homem gritou "queimar até a morte", antes de acender um coquetel molotov.
"A saúde mental do suspeito detido é uma das pistas investigadas pela polícia", declarou o governo em um comunicado publicado neste sábado.
"Um homem estava literalmente pegando fogo", disse uma testemunha, Ray Chau, ao jornal. "Nós não podíamos fazer outra coisa que respirar fumaça".
Segundo a imprensa local, o suspeito também estaria gravemente ferido, mas a polícia não confirmou esta informação.
A polícia bloqueou a entrada da estação de metrô, onde dezenas de curiosos se reuniram, alguns tirando fotos com seus telefones celulares, informou um jornalista da AFP no local.
O chefe do Governo de Hong Kong, Leung Chun-ying, expressou seu apoio às vítimas e pediu uma investigação completa.
Incidentes deste tipo são raros no transporte público de Hong Kong, considerado muito seguro.
Em 2004, 14 pessoas ficaram feridas quando um homem provocou um incêndio na estação de metrô Admiralty
fonte yahoo

Irã comemora sua revolução e denuncia as ameaças de Trump

Irã comemora sua revolução e denuncia as ameaças de Trump

Milhares de iranianos saíram às ruas nesta sexta-feira aos gritos de "Morte aos Estados Unidos" para celebrar o 38º aniversário da revolução islâmica, uma oportunidade para denunciar as "ameaças" contra o país representadas pela política do presidente Donald Trump.
"É necessário falar com o povo iraniano com respeito. O povo iraniano fará com que se arrependa qualquer um que use linguagem ameaçadora", disse o presidente Hassan Rohani para milhares de pessoas reunidas na praça Azadi de Teerã.
Em outras cidades do país também aconteceram manifestações com milhões de pessoas, segundo as imagens exibidas pela televisão pública Irib.
"As manifestações com milhões de iranianos mostram a potência do Irã islâmico", disse Rohani, uma mobilização em resposta às "mentiras dos novos dirigentes da Casa Branca".
Os manifestantes exibiam cartazes com frases como "Morte aos Estados Unidos", pisavam em bandeiras americanas. Também agitavam fotos de Trump, do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e da primeira-ministra britânica Theresa May com o lema "Os iranianos não temem as ameaças".
Eles também exibiam fotos do aiatolá Ali Khamenei, o guia supremo do país, que na terça-feira pediu aos iranianos que respondessem às ameaças do presidente Trump com as manifestações desta sexta-feira.
O país comemora o aniversário da vitória da revolução islâmica que em 1979 derrubou o xá do Irã, aliado dos Estados Unidos.
- Mensagem a Trump -
Irã e Estados Unidos não têm relações diplomáticas desde 1980, pouco depois da revolução e da invasão da embaixada americana por estudantes islâmicos.
"A presença da população é uma mensagem a Trump: se cometer um erro, o povo fará com que lamente", disse o deputado reformista Mostapha Kavakebian, que estava na manifestação de Teerã.
Ghassem Soleimani, chefe de operações externas da Guarda Revolucionária, a tropa de elite iraniana, também estava entre a multidão.
Alguns manifestantes tentaram agradecer aos americanos que protestaram contra o decreto migratório de Trump, que proíbe a entrada nos Estados Unidos de sete países de maioria muçulmana, incluindo o Irã.
No momento o decreto está bloqueado pela justiça, mas Trump já prometeu uma batalha nos tribunais para obter sua aplicação.
"Abaixo o regime, vida longa ao povo americano", afirmava um cartaz.
O ex-presidente Mohammad Khatami (1997-2005), líder da ala reformista e submetido a restrições pelo atual governo, pediu recentemente aos iranianos que participem nas manifestações "para neutralizar os complôs".
"Diante de qualquer ameaça contra o regime, a integridade territorial e os interesses nacionais não hesitaremos em nenhum momento a resistir", disse, antes de fazer um apelo à "reconciliação nacional".
Desde a chegada de Trump à Casa Branca em 20 de janeiro, a tensão aumentou entre Estados Unidos e Irã.
O anúncio na semana passada de novas sanções americanas pelo lançamento de um míssil balístico iraniano provocou uma reação imediata de Teerã, que anunciou represálias contra "indivíduos ou empresas americanas" que apoiem grupos "terroristas".
O Irã já aplica a reciprocidade nas sanções após o decreto migratório de Trump, chamado de medida "ofensiva" e "vergonhosa".
O novo presidente americano já fez muitas críticas ao Irã no Twitter e acusou o país de "brincar com o fogo".
fonte yahoo

Ministério Público denuncia 14 por compra de MP e decisões do Carf

Ministério Público denuncia 14 por compra de MP e decisões do Carf

SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério Público Federal (MPF/DF) informou nesta quinta-feira que denunciou 14 pessoas pelos crimes de corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro praticados no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
A ação é a 19ª apresentada à Justiça no âmbito da Operação Zelotes e tem como objeto a manipulação no julgamento de recurso da montadora Mitsubishi, além de articulações ilegais para garantir a aprovação de medida provisória.
De acordo com os investigadores, após pagar 33,8 milhões de reais a integrantes do esquema que agia no Carf, a empresa conseguiu se livrar de um débito de 266 milhões (cerca de 600 milhões em valores atuais).
Entre os denunciados estão os ex-conselheiros do Carf José Ricardo da Silva e Edison Pereira Rodrigues, os lobistas Mauro Marcondes, Cristina Mautoni, Alexandre Paes dos Santos, os empresários Paulo Ferraz e Robert Rittscher e os funcionários públicos Lytha Spíndola, Dalton Cordeiro e Antônio Lisboa.
Segundo a denúncia, os atos aconteceram de 2009 a 2012.
(Por Aluísio Alves)
fonte yahoo

EI divulga imagens de execução de 5 membros do Exército do Egito no Sinai

EI divulga imagens de execução de 5 membros do Exército do Egito no Sinai

Cairo, 11 fev (EFE).- A filial do grupo Estado Islâmico (EI) no Egito divulgou uma série de fotos que mostram a execução de cinco membros do Exército do país na Península do Sinai.
Segundo informações do serviço internacional de inteligência antiterrorista "SITE", nas imagens, cuja autenticidade não foi verificada e que foram divulgadas pelo aplicativo Telegram, é possível ver um homem armado, com uniforme militar, disparando contra cinco pessoas, que caem com o rosto no chão do deserto.
O EI chamou de "apóstatas" os cinco membros do Exército do Egito capturados na região central da Península do Sinai. No entanto, não há informações sobre quando eles foram executados.
O Exército do Egito disse ontem que matou 500 terroristas na Península do Sinai desde setembro de 2015, quando teve início a Operação "Direito do Mártir", de combate aos radicais.
Vários grupos jihadistas, incluindo a filial egípcia do EI, mantêm suas bases no norte do Sinai, palco de contínuas ações militares.
O Ansar Beit al Maqdis jurou lealdade ao grupo jihadista em 2014 e passou a se chamar Wilayat al Sina, em referência a um dos territórios que formam o califado que os extremistas proclamaram nas regiões dominadas na Síria e no Iraque.
O Exército do Egito declarou a província do Norte do Sinai área de exclusão militar em 2014. Depois, decretou um toque de recolher na região e fechou o acesso aos veículos de imprensa. EFE
fonte yahoo

Ataques suicidas no leste de Mossul deixam pelo menos 4 mortos

Ataques suicidas no leste de Mossul deixam pelo menos 4 mortos

Mossul (Iraque), 10 fev (EFE).- Pelo menos quatro pessoas morreram nesta sexta-feira em dois ataques suicidas em bairros que foram libertados do controle do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no leste de Mossul, no norte do Iraque, informou à Agência Efe o chefe de segurança da província de Ninawa - cuja capital é Mossul -, Mohammed al Bayati.
De acordo com ele, um homem que usava um colete com explosivos no corpo se suicidou em um restaurante no bairro de Al Zuhur, causando a morte de três civis. Neste ataque, 15 pessoas ficaram feridas, mas o estado de saúde não foi divulgado.
Já no bairro oriental de Al Nour, outro homem se suicidou detonando um colete com explosivos, o que provocou a morte de pelo menos um soldado, enquanto seis pessoas sofreram ferimentos, sendo que dois ficaram em estado grave.
As forças iraquianas cercaram as duas regiões e instalaram outros pontos de controle para evitar novas ações.
Ontem, um civil morreu e 19 pessoas ficaram feridas em três ataques com drones armados com bombas realizados pelo EI contra os bairros libertados.
Embora o primeiro-ministro iraquiano, Haider al Abadi, tenha anunciado em 24 de janeiro a libertação "total" da parte oriental da cidade iraquiana, os ataques dos radicais na região continuam. Os moradores suspeitam que alguns jihadistas conseguiram fugir da ofensiva, que tinha começado em 17 de outubro, e se infiltraram entre os civis. EFE
fonte yahoo

OIM registra 37 mortes de imigrantes na fronteira entre México e EUA


OIM registra 37 mortes de imigrantes na fronteira entre México e EUA

Genebra, 10 fev (EFE).- Um total de 37 imigrantes ilegais morreram neste ano na fronteira entre México e EUA, oito a mais que no mesmo período de 2016, informou nesta sexta-feira a Organização Internacional de Migrações (OIM).
De acordo com a OIM, durante esta semana foram confirmadas 15 mortos de imigrantes no condado de Pima, no Arizona (EUA), supostamente por hipotermia ou desidratação, explicou em entrevista coletiva o porta-voz da organização Joel Millman.
Ainda não se sabe, no entanto, quando as vítimas morreram e desde quando seus corpos estavam no local, indicou.
Em combinação com os afogamentos no rio Bravo já registrados, a zona fronteiriça entre México e EUA teve quase uma morte por dia entre 1º de janeiro e 8 de fevereiro.
"Vimos um ritmo muito mais acelerado de afogamentos no rio Bravo, mas não sabemos se se deve a um fluxo maior (de imigrantes) ou simplesmente a um momento infeliz", afirmou o porta-voz.
No ano passado, 65 pessoas morreram por afogamento na fronteira entre México e EUA, segundo dados da OIM.
Perguntado se este aumento no número de imigrantes ilegais mortos se deve à construção do muro fronteiriço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Millman afirmou que "é impossível especular" sobre os motivos.
O porta-voz disse que pode ser efeito de uma "antecipação da temporada" do tráfico de imigrantes, que tratam de atravessar a fronteira na busca de uma vida melhor, porque a economia americana "é neste momento muito forte" e normalmente o "pico" de entradas ocorre em meados de março.
No mundo, durante os primeiros 40 dias do ano, a OIM registrou um total de 419 mortes de imigrantes, o que representa uma média de dez pessoas por dia.
Trata-se da metade da taxa identificada para todo 2016, quando morreram 20 imigrantes por dia.
Na América Latina, foi registrado o dobro de mortes de imigrantes do que em 2016, "o que não dá indícios de um ano muito seguro" para estas pessoas, afirmou além disso.
Na América Central, ocorreram duas mortes, sete a menos que em 2016, mas no Caribe foram 68 falecimentos diante apenas uma no ano anterior.
Na América do Sul, por enquanto não houve vítimas mortais entre os imigrantes, enquanto no ano anterior houve 10. EFE
FONTE YAHOO

Justiça decreta prisão preventiva para autor de ataque no Ano Novo na Turquia

Justiça decreta prisão preventiva para autor de ataque no Ano Novo na Turquia

Istambul, 11 fev (EFE).- Um tribunal turco decretou neste sábado a prisão preventiva do uzbeque Abdulkadir Masharipov, acusado de ter matado 39 pessoas em uma boate de Istambul na noite do Ano Novo.
Masharipov foi preso no último dia 16 de janeiro em Istambul. Segundo a imprensa turca, ele confessou ter sido autor do massacre e que cometeu o ataque por instruções do grupo Estado Islâmico (EI).
O terrorista esteve sob custódia policial durante os 30 dias que permitem as normas vigentes na Turquia em virtude do estado de emergência instaurado após o fracassado golpe de Estado de julho do ano passado, informou o jornal "Hürriyet".
Sob um forte esquema de segurança, Masharipov foi levado ao tribunal hoje. Ele é acusado de "assassinato premeditado de mais de uma pessoa, levar armas perigosas, ser membro de uma organização terrorista e de conspirar para destruir a ordem constitucional".
A Turquia disse que Masharipov é cidadão do Uzbequistão e que chegou ao país em janeiro de 2016 para se integrar às redes jihadistas existentes no território turco.
No dia 31 de janeiro, um outro tribunal tinha decretado a prisão preventiva de outras 9 pessoas presas após o ataque e supostamente ligadas a Masharipov. EFE

fonte yahoo

Mais de um milhão de deslocados voltam à província iraquiana de Ninawa

Mais de um milhão de deslocados voltam à província iraquiana de Ninawa

Bagdá, 9 fev (EFE).- Um total de 1,65 milhão deslocados iraquianos retornaram à província setentrional de Ninawa, desde que o exército retomou o controle de grande parte da área que estava sob domínio do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) nos últimos quatro meses, informou nesta quinta-feira o ministro de Migrações do Iraque, Jassim Mohammed al Yaf.
Após uma reunião com a subdiretora da organização Human Rights Watch (HRW) para o Oriente Médio, Lama Fakih, Al Yaf afirmou em comunicado que o Ministério "assegura a volta dos deslocados a suas casas em Ninawa".
O ministro iraquiano acrescentou que 60 mil deslocados retornaram nesta quinta-feira, graças à colaboração dos ministérios de Transporte e da Segurança, a Ninawa, cuja capital é Mossul.
Igualmente, Al Yaf indicou no texto que o Ministério, cuja sede é em Bagdá, recebe diariamente entre mil e 1.500 deslocados.
Segundo números da ONU, 180 mil pessoas deixaram suas casas no leste de Mossul fugindo dos combates e outros 550 mil civis permaneceram na cidade desde o início da ofensiva no último dia 17 de outubro.
A grande maioria dos deslocados se refugiou em 13 acampamentos construídos pelo governo iraquiano e outras organizações, dos quais dez já estão cheios. EFE

fonte yahoo

Homem fica atolado até o pescoço por 2 horas até ser resgatado

Homem fica atolado até o pescoço por 2 horas até ser resgatado

Já se imaginou atolado na lama até o pescoço? É impossível não sentir ao menos um desconforto ao se ver nessa situação, não é mesmo?
Pois bem, esse rapaz no vídeo abaixo chama-se Daniel Miller, de 45 anos, que ficou POR DUAS HORAS afundado até o pescoço na lama.
Miller estava operando uma escavadeira no último dia 8 em um barranco na fazenda onde mora, em Charlotte Bay, na Austrália, quando ocorreu um grande deslizamento de terra, que tombou a máquina.
O homem foi arremessado diretamente para a lama. Não havia como sair sozinho.
Por duas horas, o homem ficou com o corpo preso e apenas a cabeça para fora. Ele gritava incessantemente, usando do único recurso que restou na vida.
Incrivelmente, foi isso que o salvou. Uma vizinha ouviu seus urros e ele acabou avistado por um helicóptero do Westpac Rescue.
Um membro da equipe de resgate chamado Simon Black afirmou ao canal Channel 9 que Daniel estava a poucos centímetros de se afogar. O resgate durou 20 minutos e Miller acabou com ferimentos leves.
fonte yahoo

Jungmann diz que ES começa a retomar normalidade; parentes de PMs mantêm bloqueios

Jungmann diz que ES começa a retomar normalidade; parentes de PMs mantêm bloqueios

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse neste sábado que se o Espírito Santo ainda não recuperou a "plena normalidade", está "a caminho disso", em mais um dia em que parentes de policiais militares permanecem bloqueando a entrada dos batalhões, apesar do anúncio da noite de sexta-feira, de que o estado havia chegado a um acordo para encerrar a paralisação da PM.
O acordo anunciado na sexta previa que os policiais que retornassem ao trabalho às 7h de sábado não sofreriam punições.
Em discurso pouco após chegar ao Espírito Santo, Jungmann pediu aos policiais que retornem ao trabalho. "Os bons policiais devem honrar seu juramento", disse o ministro.
Jungmann disse que as reivindicações dos policiais "são justas", "mas o limite da justiça da reivindicação é a proteção da sociedade. Não se pode aceitar nenhuma reivindicação que coloque em risco a sociedade", disse.
A greve, que já dura uma semana, levou o governo federal a enviar mais tropas na tentativa de encerrar uma semana de anarquia no Estado, onde mais de 120 pessoas foram mortas.
Jungmann lembrou que esteve segunda-feira na região e que a capital do Estado, Vitória, era, então, uma "cidade-fantasma". "Hoje, Vitória caminha para o retorno da sua normalidade".
O Espírito Santo é um dos vários Estados que enfrentam uma crise orçamentária que está prejudicando serviços públicos essenciais para milhões de cidadãos. A greve policial na última semana, por causa de salários, causou uma crise de segurança, com roubos e saques, muitas vezes em plena luz do dia.
Um porta-voz do sindicato dos policiais no Estado disse que o número de mortos no período aumentou para 122, sendo que muitos deles seriam de gangues criminosas rivais. Autoridades do Estado não confirmam oficialmente o número de mortos.
(Texto de Leonardo Goy)
fonte yahoo