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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Trump promete reduzir custos para construir muro que não será "uma piada"

Trump promete reduzir custos para construir muro que não será "uma piada"

Washington, 16 fev (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta quinta-feira sua intenção de construir "um grande muro" com o México que não será "uma piada como o atual", e afirmou que se envolverá pessoalmente para "reduzir seu custo", que as últimas estimativas situam acima de US$ 21,6 bilhões.
"Vai ser um grande muro. E eu o negociarei, de modo que o preço cairá como o resto das coisas que negociei para o governo", disse Trump em entrevista coletiva não prevista em sua agenda na Casa Branca, na qual não mencionou, como em outras ocasiões, que será o México quem assumirá essa despesa.
O custo estimado do muro fronteiriço foi crescendo progressivamente desde os cerca de US$ 8 bilhões calculados inicialmente por Trump até os US$ 21,6 bilhões, segundo os últimos cálculos do Departamento de Segurança Nacional.
Por isso, o presidente americano indicou que tinha se reunido com seu secretário de Segurança Nacional, John Kelly, para "começar o processo" de construção do muro na fronteira sul, algo que ressaltou como "uma promessa de campanha".
Trump destacou ainda que será um "muro que funcione" e não como a barreira atual, que é "ou inexistente ou uma piada", opinou sobre o trecho já construído em partes da fronteira.
Na coletiva, Trump atribuiu à falta de controle fronteiriço o fato de que os EUA estejam se transformando "em uma nação infestada de drogas" na qual "são mais baratas que as balas".
A relação bilateral entre México e EUA vive um de seus momentos mais difíceis em anos depois que o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, cancelou uma visita a Washington programada para 31 de janeiro por causa da insistência de Trump em que o México pague o muro que mandou construir na fronteira comum.
Para tentar suavizar estas tensões, no próximo dia 23 de fevereiro, Kelly e o novo secretário de Estado americano, Rex Tillerson, realizarão uma visita de trabalho à Cidade do México para reunir-se com seus homólogos mexicanos. EFE
fonte yahoo

Verizon está perto de comprar Yahoo com redução de preço entre US$250 mi e US$350 mi, dizem fontes

Verizon está perto de comprar Yahoo com redução de preço entre US$250 mi e US$350 mi, dizem fontes

Por David Shepardson e Jessica Toonkel
(Reuters) - A Verizon Communications está próxima de um acordo revisado para comprar o negócio de Internet do Yahoo por um preço 250 milhões a 350 milhões de dólares menor do que o acordo original de 4,83 bilhões de dólares, de acordo com uma fonte informada sobre o assunto.
Desde o ano passado, a Verizon tenta persuadir o Yahoo a alterar os termos do acordo para refletir o dano econômico de dois ataques cibernéticos. Uma fonte disse à Reuters que o acordo, que poderia ser fechado nesta semana, vai implicar que a Verizon e o Yahoo compartilhem o passivo de possíveis ações judiciais relacionadas a violações de dados.
Outra pessoa familiarizada com a situação disse que a redução de preço seria de cerca de 250 milhões de dólares, uma cifra que a Bloomberg divulgou mais cedo nesta quarta-feira.
Um representante da Verizon se recusou a comentar. O Yahoo não respondeu imediatamente a pedidos de comentários.
A Verizon espera combinar os recursos de busca, email e messenger do Yahoo, bem como as ferramentas tecnológicas de publicidade, com sua unidade AOL, que a Verizon comprou em 2015 por 4,4 bilhões de dólares. A Verizon tem olhado os negócios de vídeo móvel e publicidade como novas fontes de receita fora de do saturado mercado de telefonia sem fio.
O Yahoo está sob escrutínio de reguladores federais e parlamentares desde que divulgou a maior violação de dados da história.
fonte yahoo

Guarda suíça do papa visita Jerusalém pela primeira vez

Guarda suíça do papa visita Jerusalém pela primeira vez

Jerusalém, 16 fev (EFE).- Um grupo da Guarda suíça, encarregada da segurança do papa, chegou nesta quinta-feira a Jerusalém como parte da primeira peregrinação que a corporação realiza à Terra Santa desde sua criação no século XVI.
"Quando o papa viaja, os comandantes costumam acompanhá-lo, mas os guardas nunca tinham feito uma peregrinação à Terra Santa", explicou à Agência Efe o padre Juan María Solana, do Instituto Notre Dame da Santa Sé, sobre este itinerário eminentemente "espiritual" que começa hoje.
Durante dois meses, Jerusalém receberá grupos de 12 integrantes desta singular guarda até completar a peregrinação dos 120 membros que a compõem.
"É um dos menores e mais interessantes corpos militares do mundo, criado em 1506 para guardar a pessoa do papa durante um período muito complicado", lembrou Solana, destacando o caráter folclórico que hoje mantém: "Com uniformes desenhados por Michelângelo".
Amanhã participam de seu único ato público em Jerusalém, que será realizado no Instituto Notre Dame e do qual participa o representante do Vaticano em Israel e Chipre, Giuseppe Lazzarotto, o capelão Thomas Vitmar e o padre Solana.
A Guarda visitará lugares santos de Jerusalém e do Mar da Galileia e participará de conferências e formação cristã. EFE
fonte yahoo

Em coletiva, Trump afirma que herdou "um desastre" dentro e fora dos EUA

Em coletiva, Trump afirma que herdou "um desastre" dentro e fora dos EUA

Washington, 16 fev (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta quinta-feira os "incríveis avanços" que fez desde que chegou ao poder há quase um mês, ao considerar que herdou "um desastre" dentro e fora do país deixado por seu antecessor, Barack Obama.
"Para ser honesto, herdei um desastre, é um desastre, em casa e no exterior", disse Trump em entrevista coletiva, na qual voltou a criticar "as empresas que deixam o país, indo ao México e outras partes".
"Há uma instabilidade em massa no exterior, não importa para onde olhe. O Oriente Médio é um desastre, a Coreia do Norte... Vamos nos ocupar disso, companheiros, vamos nos ocupar de tudo", acrescentou o presidente americano, que lamentou ainda que "o Estado Islâmico (EI) tenha se expandido como um câncer".
Trump assegurou também que seu governo funciona como "uma máquina perfeitamente azeitada", ao rejeitar as informações sobre a existência de caos, crise e atritos dentro da Casa Branca, e declarou que o que está fazendo é cumprir suas "promessas de campanha" para "devolver o governo ao povo".
"Neste último mês houve um grau sem precedentes de ações para os grandes cidadãos de nosso país. Nunca houve uma presidência que tenha feito tanto em um período tão curto de tempo", destacou.
Além disso, Trump ressaltou que "nem sequer começou com o trabalho de verdade, que começa no início da semana que vem", quando anunciará "algumas coisas muito grandes". EFE
fonte yahoo


Frio extremo dizima gado dos nômades na Mongólia

Frio extremo dizima gado dos nômades na Mongólia

Um fenômeno climático excepcional, caracterizado por um inverno extremamente rigoroso, provocou neste ano a morte de mais de 40.000 cabeças de gado nas estepes da Mongólia e ameaça dezenas de milhares de nômades, o que levou a Cruz Vermelha a lançar um apelo internacional nesta quinta-feira.
A Mongólia foi muito afetada neste ano pelo "zud", um fenômeno climático típico do país, que consiste em uma onda de frio extremo no inverno, seguida de um verão muito quente, explicou em um comunicado a Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha (IFRC).
A rarefação dos pastos durante o verão impede que cabras, ovelhas e vacas se alimentem suficientemente para suportar o inverno extremo, quando as temperaturas caem abaixo dos -50ºC. As geadas e nevadas excessivas complicam ainda mais o acesso dos animais às áreas verdes.
Cerca de 42.500 animais já morreram de fome e frio, segundo dados das autoridades mongóis, atualizados no início de fevereiro.
"O número de animais mortos neste ano deve crescer de forma exponencial nos próximos meses", alertou a Cruz Vermelha.
"Na primavera, quando os animais dão à luz, esgotados pelo inverno, há um risco elevado de que não possam encontrar alimento e refúgio suficientes, nem os cuidados veterinários que necessitam", disse Nordov Bolormaa, secretário-geral da IFRC em Ulan Bator.
O desastre é de amplas proporções no país, onde a perda do gado priva muitas famílias do seu meio de subsistência.
Normalmente, o zud ocorre a cada 12 anos, mas nos últimos anos vem ocorrendo com muito mais frequência, a cada quatro anos ou inclusive em anos consecutivos, o que alguns cientistas atribuem às mudanças climáticas.
Um zud que golpeou o país no inverno de 2015-2016 acabou com a vida de ao menos 350.000 animais.
A repetição da catástrofe meteorológica pelo segundo ano consecutivo põe "em risco" mais de 157.000 pessoas, alertou a organização internacional.
fonte yahoo

Londres, 15 fev (EFE).- O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Winston Churchill (1874-1965) escreveu um ensaio no qual raciocinava "como um cientista" sobre a possível existência de vida extraterrestre, revela um artigo publicado nesta quarta-feira pela revista "Nature". O documento do estadista britânico, de 11 páginas mecanografadas e desconhecidas até agora para o público, foi analisado pelo astrofísico e escritor israelense Mario Livio, que destaca a qualidade de sua fundamentação científica. "Em um momento no qual vários políticos rejeitam a ciência, me parece emocionante lembrar um líder que se comprometeu com ela tão profundamente", diz Livio no artigo. Com a ideia, aparentemente, de publicá-lo no jornal londrino "News of the World", Churchill escreveu uma primeira versão do ensaio em questão em 1939, pouco antes do começo da Segunda Guerra Mundial, sob o título "Estamos sozinhos no Universo?". "Refletia de maneira clarividente sobre a busca de vida extraterrestre", aponta o astrofísico israelense. O artigo não foi publicano, mas o político, primeiro-ministro entre 1940 e 1945 e entre 1951 e 1955, continuou fazendo revisões sobre o texto original no final da década de 1950, durante uma estadia na casa de campo de seu editor, Emery Reves, no sul da França. "Por exemplo, mudou o título 'Estamos sozinhos no Espaço?' para de 'Estamos sozinhos no Universo?' para refletir mudanças na compreensão e terminologia científica. Wendy Reves, esposa do editor, entregou o escrito aos arquivos do Museu Nacional de Churchill dos Estados Unidos (em Fulton, Missouri) nos anos 80", detalhou Livio. O diretor deste museu, Timothy Riley, descobriu o ensaio após assumir o cargo no ano passado, guardado na coleção privada de Reves e "sem ter sido submetido a uma apuração científica ou acadêmica", trabalho agora feito por Livio. Em seu comentário, o astrofísico louva o conhecimento de Churchill, Prêmio Nobel de Literatura em 1953, sobre questões relacionadas com a "pesquisa contemporânea" e sua "clarividência" em relação ao "pensamento científico". O astrofísico lembra que, mais de meio século antes do descobrimento dos exoplanetas, Churchill já explorava teorias que tinham ligação com as pesquisas mais avançadas sobre a astrobiologia de hoje em dia. "Com centenas de milhares de nebulosas, cada uma contendo bilhões de sóis, há enormes probabilidades de haver um número imenso delas que tenham planetas cujas condições não fariam impossível a vida", escreveu Churchill. Neste sentido, o político, historiador e eloquente orador, definia a vida como a capacidade de "se reproduzir e se multiplicar", enquanto opinava que um planeta, para abrigar vida, devia ter água líquida e uma temperatura que se situasse "alguns graus entre o ponto de congelamento e o ponto de ebulição de água". "Eu, por exemplo, não estou tão imensamente impressionado com o sucesso que estamos fazendo de nossa civilização aqui que estou preparado para pensar que somos o único lugar neste imenso universo que contém criaturas vivas e pensantes", opinou Churchill em seu ensaio. EFE

Londres, 15 fev (EFE).- O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Winston Churchill (1874-1965) escreveu um ensaio no qual raciocinava "como um cientista" sobre a possível existência de vida extraterrestre, revela um artigo publicado nesta quarta-feira pela revista "Nature".
O documento do estadista britânico, de 11 páginas mecanografadas e desconhecidas até agora para o público, foi analisado pelo astrofísico e escritor israelense Mario Livio, que destaca a qualidade de sua fundamentação científica.
"Em um momento no qual vários políticos rejeitam a ciência, me parece emocionante lembrar um líder que se comprometeu com ela tão profundamente", diz Livio no artigo.
Com a ideia, aparentemente, de publicá-lo no jornal londrino "News of the World", Churchill escreveu uma primeira versão do ensaio em questão em 1939, pouco antes do começo da Segunda Guerra Mundial, sob o título "Estamos sozinhos no Universo?".
"Refletia de maneira clarividente sobre a busca de vida extraterrestre", aponta o astrofísico israelense.
O artigo não foi publicano, mas o político, primeiro-ministro entre 1940 e 1945 e entre 1951 e 1955, continuou fazendo revisões sobre o texto original no final da década de 1950, durante uma estadia na casa de campo de seu editor, Emery Reves, no sul da França.
"Por exemplo, mudou o título 'Estamos sozinhos no Espaço?' para de 'Estamos sozinhos no Universo?' para refletir mudanças na compreensão e terminologia científica. Wendy Reves, esposa do editor, entregou o escrito aos arquivos do Museu Nacional de Churchill dos Estados Unidos (em Fulton, Missouri) nos anos 80", detalhou Livio.
O diretor deste museu, Timothy Riley, descobriu o ensaio após assumir o cargo no ano passado, guardado na coleção privada de Reves e "sem ter sido submetido a uma apuração científica ou acadêmica", trabalho agora feito por Livio.
Em seu comentário, o astrofísico louva o conhecimento de Churchill, Prêmio Nobel de Literatura em 1953, sobre questões relacionadas com a "pesquisa contemporânea" e sua "clarividência" em relação ao "pensamento científico".
O astrofísico lembra que, mais de meio século antes do descobrimento dos exoplanetas, Churchill já explorava teorias que tinham ligação com as pesquisas mais avançadas sobre a astrobiologia de hoje em dia.
"Com centenas de milhares de nebulosas, cada uma contendo bilhões de sóis, há enormes probabilidades de haver um número imenso delas que tenham planetas cujas condições não fariam impossível a vida", escreveu Churchill.
Neste sentido, o político, historiador e eloquente orador, definia a vida como a capacidade de "se reproduzir e se multiplicar", enquanto opinava que um planeta, para abrigar vida, devia ter água líquida e uma temperatura que se situasse "alguns graus entre o ponto de congelamento e o ponto de ebulição de água".
"Eu, por exemplo, não estou tão imensamente impressionado com o sucesso que estamos fazendo de nossa civilização aqui que estou preparado para pensar que somos o único lugar neste imenso universo que contém criaturas vivas e pensantes", opinou Churchill em seu ensaio. EFE
fonte yahoo

Atividade econômica do Brasil tem queda acentuada de 4,55% em 2016, aponta BC

Atividade econômica do Brasil tem queda acentuada de 4,55% em 2016, aponta BC

Por Marcela Ayres
BRASÍLIA (Reuters) - A economia do Brasil registrou forte recuo em 2016 pelo segundo ano consecutivo, indicaram dados do Banco Central nesta quinta-feira, evidenciando o desafio para a retomada após o mergulho da atividade.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), caiu 4,55 por cento em 2016.
Somente no quarto trimestre do ano o IBC-Br encerrou com queda de 0,36 por cento sobre os três meses anteriores, sempre em dados dessazonalizados. Em dezembro, o índice caiu 0,26 por cento ante novembro, desempenho pior que a contração de 0,20 por cento estimada em pesquisa da Reuters.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará os dados do PIB de 2016 em 7 de março.
Por ora, a expectativa de economistas na pesquisa Focus mais recente, realizada pelo BC junto a uma centena de economistas, é de um tombo de 3,5 por cento, após retração de 3,8 por cento em 2015 e de 0,8 por cento no terceiro trimestre, segundo números do IBGE.
Os dados corroboram a leitura da pior recessão atravessada pelo país em dois anos desde que os registros oficiais começaram, em 1901.
Para este ano, a projeção do mercado é de uma expansão de 0,48 por cento do PIB, bem abaixo da estimativa do governo de 1,0 por cento.
Em 2016, o varejo do Brasil teve queda de 6,2 por cento, pior dado histórico, com a demanda fraca impactando de forma generalizada as vendas, com destaque para supermercados.
O setor de serviços foi na mesma linha, com contração recorde de 5,0 por cento em meio às fortes perdas na atividade de transportes.
Por sua vez, indústria brasileira teve uma diminuição de 6,6 por cento na produção, terceiro ano seguido de perdas.
O IBC-Br incorpora projeções para a produção no setor de serviços, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos.
fonte yahoo

Estudo aponta que déficit de atenção é transtorno cerebral

Estudo aponta que déficit de atenção é transtorno cerebral

As pessoas com Transtorno por Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) têm o cérebro levemente menor, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira, que reitera que se trata de uma alteração física, e não apenas de má conduta.
Este estudo, o maior até agora dedicado ao cérebro das pessoas com esta síndrome, encontrou "diferenças estruturais" e evidências de atraso no desenvolvimento, segundo os pesquisadores.
"Os resultados de nosso estudo confirmam que as pessoas com TDAH têm diferenças na estrutura cerebral, o que sugere que o TDAH é um transtorno no cérebro", afirmou a diretora do estudo, Martine Hoogman, do Centro Médico da Universidade Radboud, na Holanda.
"Esperamos que isto ajude a reduzir o estigma de que o TDAH é 'apenas um rótulo' para crianças com dificuldades ou que é provocado por uma educação pobre", acrescentou em um comunicado.
As conclusões do estudo, no qual participaram 1.713 pessoas com esta síndrome e 1.529 pessoas sem ela, foi publicado na revista The Lancet Psychiatry.
O TDAH é diagnosticado geralmente na infância, mas pode perdurar nos adultos. Seus sintomas mais frequentes são os problemas de concentração, a hiperatividade e a impulsividade.
A causa do transtorno gera controvérsia e alguns especialistas insistem que o TDAH é apenas um pretexto para utilizar medicamentos que suavizem o comportamento de crianças com personalidades conflitivas.
Neste estudo, Hoogman e sua equipe analisaram as ressonâncias magnéticas de pessoas entre 4 e 63 anos, com ou sem TDAH, e mediram o volume total de seu cérebro, assim como o tamanho de sete regiões que podem estar vinculadas ao transtorno.
O volume total era menor em pessoas diagnosticadas com a síndrome, também de cinco zonas do cérebro, disseram os cientistas.
"Estas diferenças são muito pequenas (...) por isso, a dimensão de nosso estudo, sem precedentes, era crucial para nos ajudar a detectar isto", acrescentou Hoogman.
Outros estudos anteriores, que vinculam as mudanças no volume do cérebro com o TDAH, eram muito pequenos para ser conclusivos, afirmou.
fonte yahoo

Reunião de emergência contra praga que destrói colheitas na África

Reunião de emergência contra praga que destrói colheitas na África

Especialistas de 13 países participam nesta terça-feira no Zimbábue de uma reunião de emergência promovida pela ONU para lutar contra a praga da lagarta do cartucho, que está destruindo as colheitas de cereais de vários países africanos.
Durante três dias, os especialistas estarão reunidos em Harare, a capital do país, convocados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Este tipo de lagarta, originária da América, foi introduzida recentemente na África e arrasou campos de cereais no Zâmbia, Zimbábue, África do Sul e Gana. Malauí, Moçambique e Namíbia também teriam sido afetados.
Segundo os especialistas, é a primeira vez que a espécie provoca destruições de colheitas na África.
As lagartas destroem o milho, o trigo, o mijo e o arroz, que são alimentos básicos nos países do sul da África.
Na semana passada, o Centro Internacional para a Agricultura e as Biociências (Cabi) explicou que estas lagartas estão se "propagando rapidamente" na África.
Esta organização internacional sem fins lucrativos e com sede no Reino Unido advertiu que as lagartas "poderiam se propagar nos próximos anos na Ásia tropical e no Mediterrâneo, tornando-se uma grande ameaça para o comércio agrícola mundial".
Segundo o Cabi, o milho é o alimento mais vulnerável à praga.
A agência da ONU adverte que esta praga "poderia ser catastrófica" para o sul da África, já afetado pela seca e pelo fenômeno climático El Niño.
"Esta fase da praga começou em meados de dezembro de 2016 no Zâmbia", explicou Kenneth Wilson, professor da Universidade de Lancaster (Grã-Bretanha), em uma nota publicada na segunda-feira.
"A praga se propagou até a África do Sul. Estas lagartas se alimentam de cereais de base, motivo pelo qual podem provocar fome na região", indica a nota.
Os pesticidas químicos poderiam ser uma solução, mas sabe-se que na América as lagartas desenvolveram resistências aos inseticidas.
fonte yahoo

Trump ameaça responsáveis por vazamento de informações de Inteligência

Trump ameaça responsáveis por vazamento de informações de Inteligência

O presidente americano, Donald Trump, ameaçou nesta quinta-feira (16) "capturar" os responsáveis por divulgarem à imprensa os inúmeros contatos entre a sua equipe de campanha e a inteligência russa no ano passado, além de conversas ocorridas entre seu ex-assessor e o embaixador da Rússia em Washington.
"Os indícios apontam finalmente os delinquentes responsáveis pelo vazamento (de informação). Eles serão pegos!", escreveu Donald Trump em um tuíte, o último de uma série de ataques no microblog, que considera o vazamento de informações como algo que tem intuito de prejudicar a sua administração.
"O vazamento, incluindo o vazamento ilegal de material confidencial, foi um grande problema para Washington durante anos. O fracassado @nytimes (e outros) devem desculpar-se!".
O magnata republicano já tinha feito um dia antes referência ao vazamento de informações, que qualificou de "ato criminoso", porém sem se aprofundar quanto a questão.
Michael Flynn, que renunciou ao cargo de diretor do Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca na segunda-feira (13) após revelar ter se comunicado com embaixador russo sobre as sanções impostas por Barack Obama à Moscou, "foi tratado de forma muito injusta pela mídia", queixou-se o presidente durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca na quarta-feira.
Apesar do tom severo de Trump quanto às informações vazadas, os funcionários da Casa Branca confirmaram que Flynn conversou com o embaixador russo em Washington, Serguei Kislyak, quanto às sanções dos Estados Unidos à Rússia -impostas por Barack Obama em dezembro após a suposta interferência de Moscou às eleições presidenciais americanas- no mesmo dia em que Obama anunciou a extradição de 35 diplomatas russos.
Acrescentaram a informação de que Flynn não foi afastado do cargo por causa das conversas com Kislyak, mas sim por ter omitido ao vice-presidente Mike Pence a respeito da natureza dessas conversas.
O jornal The New York Times também revelou nesta quarta-feira (15), usando como fonte quatro funcionários e ex-funcionários americanos, que os serviços de inteligência dos Estados Unidos teriam registros das conversas ocorridas no ano passado, essas entre a equipe de campanha do republicano e funcionários do alto escalão da inteligência russa.
fonte yahoo

Cineastas latino-americanos empunham arma da cultura na era Trump

Cineastas latino-americanos empunham arma da cultura na era Trump

A América Latina não se amedronta perante as ameaças de Donald Trump. É o que dizem cineastas da região, como Diego Luna ou Sebastián Lelio, na Berlinale, pedindo que a política excludente do presidente americano seja combatida com as armas do conhecimento e da cultura.
"O mundo se tornou político: está pedindo que você tenha uma opinião e se envolva", afirmou o ator e diretor mexicano Diego Luna, membro do júri do festival de cinema.
"Temos que nos assegurar de que estamos nos conectando com toda a parte dos Estados Unidos que está resistindo", acrescentou, em um ato de rejeição às barreiras, realizado simbolicamente em frente ao muro de Berlim.
Longe do derrotismo, a política de retirada de Trump e sua vontade de restringir a entrada de estrangeiros nos Estados Unidos provocaram um grito unânime de resistência.
Para o chileno Sebastián Lelio, que na Berlinale concorre ao Urso de Ouro com "Uma mulher fantástica", ante esta onda de "retrocesso geral" que quer "colocar rótulos nas pessoas", há uma "contra-onda que é inclusiva e quer abraçar a complexidade da vida".
"Não vejo muitos aliados de Trump, ele aborreceu os mexicanos, os argentinos, os alemães, os chineses... Há algo que está nos irmanando", concordou o documentalista mexicano Everardo González.
"Não deveríamos ter medo dele", disse à AFP o diretor de "La libertad del diablo".
"Se Trump decide que os abacates mexicanos, que são deliciosos, não vão entrar nos Estados Unidos, que não os coma. Inicialmente vai nos afetar, mas alguém vai comprá-los", apontou a cineasta mexicana María Novaro.
Esta situação "pode ser uma oportunidade de dizer: aqui estamos", disse à AFP a diretora de "Lola" e "Tesoros", destacando a "autoestima e força da cultura" mexicana.
Identidade cultural
Um espírito combativo que para estes cineastas que apresentaram seus últimos filmes na Berlinale, um festival militante, se arma com o conhecimento e a cultura.
A eleição de Trump para a presidência dos Estados Unidos é uma amostra de que "não aprendemos, de que o perigo do fascismo continua ali", disse Lelio, cujo filme sobre uma mulher transexual derruba preconceitos, exaltando a inclusão social.
"Cada geração precisa aprender isso tudo de novo. Por isso é importante transmitir o conhecimento, (...) senão podemos voltar a cair nos tempos escuros em um piscar de olhos".
"A cultura e a arte são a única via para chegar ao entendimento e ao melhoramento humano", disse à AFP o cineasta cubano Fernando Pérez.
Pérez apresentou em Berlim "Últimos días en La Habana", um filme sobre dois amigos que vivem juntos em um paupérrimo apartamento na capital cubana.
Incapaz de desfrutar do momento presente, Miguel só sonha em ir para os Estados Unidos. Já Daniel, prostrado na cama pela Aids, é pura energia positiva, agradecido pelo que tem.
"O sentido do novo cinema latino-americano aspira mais a reafirmar nossa identidade cultural do que a preencher as telas do mundo", disse Pérez.
"E se o fenômeno Trump contribui para reforçar nossa unidade, perfeito", afirma.
fonte yahoo