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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Trump promete reduzir custos para construir muro que não será "uma piada"

Trump promete reduzir custos para construir muro que não será "uma piada"

Washington, 16 fev (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta quinta-feira sua intenção de construir "um grande muro" com o México que não será "uma piada como o atual", e afirmou que se envolverá pessoalmente para "reduzir seu custo", que as últimas estimativas situam acima de US$ 21,6 bilhões.
"Vai ser um grande muro. E eu o negociarei, de modo que o preço cairá como o resto das coisas que negociei para o governo", disse Trump em entrevista coletiva não prevista em sua agenda na Casa Branca, na qual não mencionou, como em outras ocasiões, que será o México quem assumirá essa despesa.
O custo estimado do muro fronteiriço foi crescendo progressivamente desde os cerca de US$ 8 bilhões calculados inicialmente por Trump até os US$ 21,6 bilhões, segundo os últimos cálculos do Departamento de Segurança Nacional.
Por isso, o presidente americano indicou que tinha se reunido com seu secretário de Segurança Nacional, John Kelly, para "começar o processo" de construção do muro na fronteira sul, algo que ressaltou como "uma promessa de campanha".
Trump destacou ainda que será um "muro que funcione" e não como a barreira atual, que é "ou inexistente ou uma piada", opinou sobre o trecho já construído em partes da fronteira.
Na coletiva, Trump atribuiu à falta de controle fronteiriço o fato de que os EUA estejam se transformando "em uma nação infestada de drogas" na qual "são mais baratas que as balas".
A relação bilateral entre México e EUA vive um de seus momentos mais difíceis em anos depois que o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, cancelou uma visita a Washington programada para 31 de janeiro por causa da insistência de Trump em que o México pague o muro que mandou construir na fronteira comum.
Para tentar suavizar estas tensões, no próximo dia 23 de fevereiro, Kelly e o novo secretário de Estado americano, Rex Tillerson, realizarão uma visita de trabalho à Cidade do México para reunir-se com seus homólogos mexicanos. EFE
fonte yahoo

ESTREIA–Segundo “John Wick” consolida franquia protagonizada por Keanu Reeves

ESTREIA–Segundo “John Wick” consolida franquia protagonizada por Keanu Reeves

SÃO PAULO (Reuters) - Se o primeiro filme da série “John Wick”, “De Volta ao Jogo”, foi um sucesso de bilheteria inesperado em 2014, o segundo longa é feito exatamente na medida para solidificar uma franquia protagonizada por uma espécie de 007 sob influência de Speed, ou outra droga qualquer que eleve os níveis de energia. Keanu Reeves volta como o atormentado assassino profissional obrigado a sair da reclusão por conta de uma promissória.
Antes, ele abandonara a aposentadoria porque o filho de um mafioso eslavo roubou seu carro Vintage e matou seu cachorro, um presente de sua mulher, que morrera de causas naturais. “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” – novamente dirigido pelo ex-dublê de “Matrix” Chad Stahelski – começa com um prólogo de 15 minutos no qual Wick recupera seu carro e mata dezenas no meio do caminho.
Para sair de uma organização de assassinos, o que é de se imaginar não seja uma tarefa simples, Wick precisou entregar uma “promissória” (no formato de moeda de metal). Agora, de posse desta, Santino D’Antonio (Riccardo Scamarcio) o convoca para matar sua irmã mais velha (Claudia Gerini), que acaba de assumir o lugar do pai que morreu, num grupo que reúne a cúpula da máfia do mundo todo. Não aceitar a missão, para o protagonista, significa ser morto; aceitar também pode ter o mesmo significado.
Quando Wick vai para Roma, descobre-se que a fraternidade de assassinos tem filiais por todos os cantos – assim como os mais inesperados representantes. Matar a italiana é o menor dos problemas para o protagonista, cuja vida se complica quando D’Antonio coloca a cabeça do assassino a prêmio, através de um chamado que chega ao celular de todos os assassinos do mundo.
O roteiro de Derek Kolstad – o mesmo roteirista do filme original – cria uma intrincada mitologia sobre a organização dos assassinos e suas regras de conduta. Todo mundo que aparece em cena está, de uma forma ou de outra, ligado ao grupo, ainda que seja em tarefas inusitadas – há o alfaiate que cria ternos à prova de bala, ou o sommelier, cuja adega conta com mais armas do que garrafas de vinho.
“John Wick: Um Novo Dia Para Matar” é um filme que não se leva a sério – e isso, ao lado das sequências de tiroteio e luta corporal, é uma de suas grandes qualidades. Ajudam muito também os floreios visuais aos quais o diretor é dado. Muito neon, muitos tons de azul e um clímax numa sala de espelhos são alguns dos elementos que mais chamam a atenção neste aspecto. Com tudo no lugar – cinismo, sangue, tiros, pancadas e humor –, o segundo filme mostra que esta é uma franquia que veio para ficar, como fica bem claro pelo gancho final.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
fonte yahoo

Popularidade de Temer cai, enquanto sobem a de Lula e Bolsonaro

Popularidade de Temer cai, enquanto sobem a de Lula e Bolsonaro

A inflação está em queda e a Bolsa de São Paulo bate recordes, mas a popularidade do presidente Michel Temer e de seu governo desabam, enquanto sobem a do ex-presidente Lula e a do deputado de ultradireita Jair Bolsonaro para as eleições presidenciais de 2018.
Apenas 10,3% dos brasileiros aprovam o governo conservador de Temer, contra 14,6% em outubro, e 44,1% consideram-no ruim, ou péssimo (contra 36,7% na pesquisa anterior), revelou nesta quarta-feira uma pesquisa do Instituto MDA para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT).
O desempenho pessoal de Temer também sofreu forte desgaste nos últimos quatro meses: 62,4% dos consultados desaprovam-no (51,4% em outubro), enquanto 24,4% são favoráveis (31,7% em outubro), de acordo com pesquisa realizada entre 8 e 11 de fevereiro, com um universo de 2.002 pessoas e margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Temer assumiu o poder provisoriamente em maio e foi confirmado no cargo em agosto, após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, de quem era vice, acusada pelo Congresso de manipular contas públicas nas chamadas pedaladas fiscais.
O chefe de Estado lançou um programa de ajustes com a intenção de pôr o país nos trilhos, no momento de pior recessão em mais de um século, antes das eleições de outubro de 2018.
Apesar do recuo da inflação e dos recordes sucessivos da Bolsa, pela primeira vez em muito tempo, Lula lidera as intenções de voto para as próximas eleições, que também apontam para um avanço da ultradireita nas preferências.
Lula, Bolsonaro e voto em branco em alta
A demora da chegada dos investimentos, o desemprego recorde de 12%, as chacinas nos presídios entre quadrilhas rivais de traficantes de drogas e o aquartelamento de policiais pressionado por familiares fizeram aumentar o sentimento de insegurança e se refletiram na pesquisa MDA/CNT.
Essa conjuntura beneficiou Lula. O petista aparece como favorito para derrotar em qualquer cenário de 2018 o deputado de ultradireita Jair Bolsonaro (PSC/RJ), que praticamente dobrou sua base e aumentou a tendência aos votos em branco e nulo.
Aos 71 anos e réu em cinco denúncias relacionadas com a "Operação Lava Jato", Lula teria o voto de 30,5% dos eleitores (eram 24,8% em outubro), seguido da líder ambientalista Marina Silva (Rede Sustentabilidade), com 11,8% (recuo de 1,5 ponto percentual), e de Bolsonaro, com 11,3% (tinha 6,5% em outubro).
A chave dessas tendências é econômica, resumiu Ricardo Ribeiro, da consultoria MCM.
"Há um sentimento de saudade, uma valorização de um governo muito bem avaliado, com uma economia que crescia e a inflação controlada" durante os anos de Lula no governo (2003-2010), mesmo que muito se devesse à situação internacional, durante o ciclo de valorização das commodities, explicou Ribeiro à AFP.
Já Bolsonaro é "um outsider que surfa numa onda de rejeição" à política e "se beneficia [de] que no Brasil e em outros lugares aflore um sentimento mais de direita e de extrema direita", acrescentou.
Mesmo no cenário de disputa de um segundo turno, Lula também aparece em vantagem.
Em outubro, o ex-candidato tucano Aécio Neves (PSDB/MG) e o ex-sindicalista do ABC paulista apareciam em empate técnico. Agora, Lula venceria com 39,7% dos votos contra 27,5% para seu adversário.
Em todos os casos, entre 25% e 39% do eleitorado votariam em branco, ou nulo, e pelo menos 7,2% se disseram indecisos.
A consulta começou quatro dias depois dos funerais da mulher de Lula, dona Marisa Letícia, durante os quais o ex-presidente lançou duras críticas aos responsáveis pela "Lava Jato", que tinham incluído a ex-primeira-dama em suas acusações.
A recuperação de Lula pode se explicar em parte por este fator "sentimental", disse Ribeiro.
No que diz respeito à corrupção, quase metade dos consultados (48,8%) calcula que esse flagelo "é igual" com os governos de Temer e Dilma, embora 31,5% tenham dito que havia mais corrupção sob o mandato da presidente deposta, contra 16,1% que afirmaram que o problema se agravou com Temer.
fonte yahoo

Condomínio preparado para apocalipse tem área de luxo e mantimentos para 5 anos

Condomínio preparado para apocalipse tem área de luxo e mantimentos para 5 anos

Quando você pensa no apocalipse – e hoje em dia, quem não o faz? – você provavelmente imagina falta de comida e água, redes elétricas destruídas e pessoas que competem para sobreviver. Mas e se em vez de desespero, dia do juízo viesse com um freezer, uma piscina e um confortável abrigo para proteção? Essa é a promessa do Projeto Condomínio de Sobrevivência.
O condomínio era um galpão de mísseis Atlas e foi construído em 1960 para abrigar um míssil nuclear balístico intercontinental, mas após anos da limpeza e das renovações, transformou-se um condomínio de 15 assoalhos com bastante espaço para abrigar confortavelmente até 70 pessoas.
Mas como confortavelmente? O CEO do Projeto Condo da Survival, Larry Hall, disse à NPR: “Bem, é como um navio de cruzeiro em miniatura, temos tudo, desde um bar e um salão a um cinema. Temos uma biblioteca. crianças.”
Isso sem mencionar a piscina coberta, centro de exercícios, frigobar e “janelas eletrônicas”: telas LCD de 55 polegadas viraram retratos que podem exibir uma matriz de diferentes cenários, dando aos moradores a sensação de que eles estão em um casa normal em vez de 200 metros no subsolo.
Naturalmente, um abrigo contra o julgamento final não vai valer muito se não mantiver os abrigados vivos. Cada unidade vem com um fornecimento de cinco anos de alimentos liofilizados, e o ar entra através de uma entrada protegida por válvula de sopro que é filtrada por filtros nucleares, biológicos e químicos (NBC).
Há três fontes de água e três fontes de eletricidade, além de alta velocidade de acesso à Internet de fibra óptica. E, para quem não gosta de comer apenas enlatados, os moradores podem produzir alimento no jardim hidropônico de dois andares.
Toda a estrutura é coberta por uma cúpula monolítica capaz de suportar ventos superiores a 500 milhas por hora.
fonte yahoo

EUA evocam arma nuclear para defender Tóquio e Seul de ameaça norte-coreana

EUA evocam arma nuclear para defender Tóquio e Seul de ameaça norte-coreana

Os Estados Unidos estão "determinados" a defender a Coreia do Sul e o Japão, inclusive por meio da dissuasão nuclear, declarou nesta quinta-feira o novo secretário de Estado americano, Rex Tillerson.
Em uma declaração conjunta com os seus colegas sul-coreano e japonês, ele condenou "da maneira mais firme" o disparo de míssil efetuado por Pyongyang no último domingo.
Tillerson também reafirmou que "os Estados Unidos continuam comprometidos com a defesa de seus aliados, a República da Coreia e o Japão, inclusive oferecendo uma dissuasão ampliada, apoiada por toda a gama de suas capacidades de defesa, nuclear e convencional".
Reunidos na cidade alemã de Bonn para a cúpula do G20, Tillerson e os ministros de Relações Exteriores sul-coreanos, Yun Byung-se, e japonês, Fumio Kishida, voltaram a pedir à Coreia do Norte que "abandonasse seu programa nuclear e balístico de forma completa, verificável e irreversível".
"É a única forma de a Coreia do Norte ser aceita como membro responsável da comunidade internacional", indicaram em sua declaração comum.
O Conselho de Segurança da ONU condenou nesta segunda-feira por unanimidade o lançamento de míssil realizado pela Coreia do Norte e ameaçou "tomar novas medidas significativas" contra o regime de Kim Jong-un.
As resoluções da ONU proíbem a Pyongyang desenvolver um programa nuclear e balístico. Desde seus primeiros testes em 2006, o regime recebeu várias sanções que não o fizeram de fato renunciar às suas ambições militares.
O míssil balístico Pukguksong-2, testado no domingo, percorreu 500 km até cair no mar do Japão.
O projétil foi disparado de uma rampa móvel e não de um local fixo, tornando-o uma arma mais difícil para os Estados Unidos e seus aliados neutralizarem.
O presidente americano, Donald Trump, já tinha mencionado o desejo de aumentar recursos antimísseis de seu país ante as ameaças norte-coreana e iraniana.
fonte yahoo

Trump agrada a Israel, choca palestinos e assusta o mundo

Trump agrada a Israel, choca palestinos e assusta o mundo

Distanciando-se da solução de dois Estados para resolver um dos conflitos mais antigos do mundo, Donald Trump agradou à direita de Israel e chocou os palestinos, embora ninguém consiga decifrar as reais intenções do novo presidente americano.
"Este é o fim de uma ideia perigosa e errada: a criação de um Estado terrorista palestino no coração da terra de Israel", alardeou o ministro israelense da Ciência Ofir Akunis, reiterando a reivindicação judaica sobre a Cisjordânia em nome da Bíblia.
Para a sua colega da Cultura, Miri Regev, é "uma nova era diplomática" e o "fim do congelamento" dos assentamentos nos territórios palestinos ocupados.
Ao receber na quarta-feira, na Casa Branca, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, Trump tomou distância da posição defendida há anos por seus antecessores em relação ao conflito israelense-palestino.
Ele afirmou que os Estados Unidos não vão se ater à solução de dois Estados - a criação de um Estado palestino que coexista com Israel - que também é a referência de grande parte da comunidade internacional.
"Por muito tempo, pensei que a solução de dois Estados era a mais fácil. Mas, honestamente, se Israel e os palestinos estão felizes, eu estou feliz com o que eles preferirem", declarou o presidente republicano.
A aparente ruptura de um homem que durante sua campanha defendeu ideias muito pró-israelenses preocupa os palestinos.
"O fim da solução de dois Estados significa um único Estado, mesmo racista", reagiu o editorial do jornal Al-Quds. "Após mais de vinte anos passados a negociar e depois de concordar em manter apenas 22% da Palestina histórica, a grande questão é: o que devemos fazer?".
Os líderes palestinos que apoiam as negociações com Israel afirmam que sem um Estado palestino, a única possibilidade é um Estado expandido na Cisjordânia, já ocupada por Israel, e em Jerusalém Oriental, que os palestinos reivindicam como sua futura capital, mas que Israel anexou.
Os judeus terão mais direitos do que os palestinos, o que equivaleria a um regime de apartheid, dizem.
Após o encontro Trump-Netanyahu, a presidência palestina escolheu o tom da reserva. Repetiu em um comunicado seu "compromisso com a solução de dois Estados" e disse que estava "pronta para interagir de forma positiva com a administração Trump para construir a paz."
- Prematuro -
"A impressão que nós tivemos é a de que Trump diz que quer a paz", declarou à AFP Hossam Zomlot, assessor do presidente Mahmud Abbas, atacando Israel, mas não Trump.
Mas Jihad Harb, um cientista político palestino, destaca as dificuldades da liderança palestina para estabelecer canais de comunicação com a administração Trump.
Enfraquecida e dividida, não tem outro horizonte que um confronto diplomático com Israel, algo que os Estados Unidos poderiam fazê-la pagar caro, ou uma revolta popular, com consequências imprevisíveis, aponta.
"A liderança palestina teme entrar em um confronto que poderia ser contraproducente", segundo o especialista.
"Caloroso e excelente encontro com o presidente Donald Trump. Um dia de sucesso para o Estado de Israel", tuítou Netanyahu por sua parte.
Até mesmo o apelo à retenção de Trump sobre a colonização não afetou a satisfação daquele cujo país anunciou nas últimas semanas mais de 6.000 habitações de colonização antes de ser contido pela Casa Branca.
Netanyahu, sob pressão da sua direita, afirmou aos jornalistas israelenses que aceitou durante suas conversas com Trump buscar um acordo com o governo dos Estados Unidos sobre a construção nos assentamentos, informou a imprensa.
fonte yahoo

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Mulheres de PMs mantêm protesto no RJ; governador diz que situação está sob controle

Mulheres de PMs mantêm protesto no RJ; governador diz que situação está sob controle

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O protesto de mulheres de policias militares na porta de batalhões da PM do Rio de Janeiro continua nessa sábado e ocorre em 29 quartéis e unidades da corporação de todo o Estado , mas a situação é considerada normal pela PM.
Segundo a polícia, 97 por cento do efetivo previsto está nas ruas nesse sábado para o patrulhamento de ruas e avenidas do Estado.
"A situação é de total controle, apesar de muitos eventos na cidade, como bloco de carnaval, campeonato estadual de futebol, além do patrulhamento ostensivo rotineiro, está tudo funcionando. Há algum tipo de problema em cinco batalhões, em que há bloqueios e estamos usando helicópteros para retirar os policiais", disse à Reuters o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão.
As manifestações de mulheres de policiais começaram na noite de quinta-feira em um ato que visa chamar a atenção para o atraso no pagamento de salários e premiações dos PMs.
Desde o início da mobilização, há protestos em cerca de 30 unidades da PM em todo Estado e, em alguns quartéis, há bloqueio nas entradas que impedem a saída de viaturas.
" A polícia não parou, não vai parar e tenho apoios importantes para proteger a sociedade", disse a jornalistas o secretário de segurança do Estado, Roberto Sá, na noite de sexta-feira.
Nos batalhões com bloqueios, as mulheres dos PMs revistam mochilas e carros particulares dos policiais que saem dos quartéis. Para tentar driblar o ato, algumas trocas de turno, refeições e abastecimento de viaturas acontecem fora dos batalhões.
Ainda nesse sábado deve ocorrer uma reunião entre o comando da corporação e líderes do movimento para se tentar chegar a um acordo.
" A Polícia Militar reitera que respeita o direito democrático de manifestação pacífica, mas é fundamental que as formas de buscar os nossos direitos não impeçam o ir e vir dos nossos policiais, nem coloquem em risco as nossas vidas, dos nossos familiares e de toda a população", informou a PM em nota oficial.
(Edição de Leonardo Goy)
fonte yahoo

Papa revela seus segredos para combater o estresse e reconhece corrupção no Vaticano

Papa revela seus segredos para combater o estresse e reconhece corrupção no Vaticano

O Papa Francisco assegurou que seu espírito está em paz desde a sua eleição ao pontificado, e que, apesar de ter que enfrentar a corrupção dentro do Vaticano, não precisa recorrer a remédios.
"Há corrupção no Vaticano. Mas estou em paz", declarou o Papa em um encontro com autoridades de congregações religiosas publicado nesta quinta-feira pelo jornal italiano Corriere della Sera.
Pela primeira vez desde que se tornou Papa, Francisco mencionou o peso que representa um dos grandes males internos do Vaticano, a corrupção, e sobre como lida com isso.
"Nas conversas prévias ao conclave, já se falava de reformas. Todos as queriam, porque há corrupção no Vaticano", afirmou.
Mas "desde o momento em que fui eleito, senti uma profunda sensação de paz. E isso nunca me deixou. Eu estou em paz, eu não sei como explicar isso", garante.
A ansiedade e a tensão que, por vezes, o tomavam quando era arcebispo de Buenos Aires desapareceram depois de sua eleição ao papado, em 13 de março de 2013, garantiu Jorge Bergoglio.
E assegura ainda que as manobras dos conservadores que se opõem ao seu tom e às suas reformas não o impediam de dormir: "São José me guarda".
O Papa explica confiar seus problemas mais complicados em pequenos bilhetes que ele desliza sob uma pequena estátua do carpinteiro que criou Jesus de acordo com os Evangelhos.
O objeto repousa agora sob um colchão de mensagens...
"É assim que eu durmo bem. É a graça de Deus. Durmo seis horas todos os dias. E eu rezo...", disse o pontífice argentino, de 80 anos, antes de enumerar: breviário, rosário, missa diária...
Durante a conversa com os religiosos, Francisco ressaltou que em certas ocasiões é preciso "deixar passar" e que as críticas, "quando servem para fazer crescer, as aceito e respondo", afirmou.
"Eu não tomo medicamentos ansiolíticos", insiste. "Os italianos dão um bom conselho: para viver em paz, precisamos de uma boa dose de 'eu não estou nem aí'".
- A pedofilia, uma doença -
As autoridades religiosas, o Papa pediu que encarem o fenômeno da pedofilia e dos abusos sexuais de crianças como se fosse uma doença.
"Vamos enfrentá-lo. É uma doença. Se nós não nos convencermos de que é uma doença, não poderemos resolver o problema", disse ele.
"Aparentemente, dois em cada quatro pedófilos sofreu abusos e isso é devastador", comentou.
Francisco também solicitou mais atenção na seleção dos candidatos a ser religiosos para conter o fenômeno, que tanto desacreditou a igreja católica.
"Temos que verificar a maturidade emocional" de qualquer candidato, considerou.
"Por exemplo, não se deve receber para a vida religiosa ou em uma diocese candidatos que tenham sido rejeitados em outra sem pedir informações detalhadas sobre o por que de terem sido afastados", aconselhou.
Durante as três horas da reunião, o Papa também confessou que quando entrou para o noviciado para ser jesuíta deram-lhe o cilício, o famoso acessório usado para mortificação corporal e usado para combater a tentação.
"Nenhum problema com o cilício, mas atenção: não deve servir para demonstrar a própria força e bondade. A verdadeira essência é de ser mais livre.".
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Cidade da Grécia se prepara para desocupação devido a bomba da 2a Guerra

Cidade da Grécia se prepara para desocupação devido a bomba da 2a Guerra

ATENAS (Reuters) - Até 72 mil pessoas serão retiradas de suas casas em Tessalônica, segunda maior cidade da Grécia, no domingo para que especialistas possam desarmar e remover uma bomba da Segunda Guerra Mundial.
A bomba de 250 quilos foi descoberta a cerca de 5 metros de profundidade durante trabalhos de escavação para uma usina de gás na semana passada. Especialistas militares tentarão desativá-la onde ela se encontra, uma operação que deve durar várias horas.
A partir das 6h de domingo (1h, horário de Brasília), ônibus levarão os moradores que vivem em um raio de até 2 quilômetros do local da bomba a ginásios, estádios e cafés das imediações, disse a polícia, na maior desocupação do país em tempos de paz.
(Por Karolina Tagaris)
fonte yahoo

Líbano dá novo passo rumo à descriminalização da homossexualidade

Líbano dá novo passo rumo à descriminalização da homossexualidade

Kathy Seleme.
Beirute, 11 fev (EFE).- Um juiz do Líbano deu um novo passo rumo à descriminalização da homossexualidade no país, que ainda registra perseguições e maus-tratos embora seja o mais liberal e tolerante do Oriente Médio em relação à comunidade LGBT.
O juiz Rabih Maaluf pôs em interdição o artigo 534 do código penal, pelo qual "qualquer interação sexual contrária à ordem natural é punida com um ano de prisão".
O magistrado emitiu uma sentença a favor da liberdade sexual com base no artigo 183, segundo o qual "não é crime exercer um direito se não abusar do exercício do mesmo", como explicou em comunicado a ONG libanesa Agenda Legal.
Além disso, o juiz Maaluf defendeu o princípio de igualdade entre os cidadãos como "um dos mais importantes pilares de uma sociedade democrática" e que cada indivíduo tem que poder desfrutar de seus direitos pessoais "embora sejam rechaçados por parte da sociedade".
A sentença também confirmou o direito dos homossexuais a ter relações íntimas com quem quiserem, sem discriminação, segundo a Agenda Legal que, junto à ONG Helem, oferecem assistência legal e fazem campanhas a favor do coletivo LGBT há anos no país.
A porta-voz da Helem, Ghinua Samhat, disse à Agência Efe que a sentença é "um passo para frente", já que mostra que estas pessoas "são normais, não são criminosas e nem cometeram crimes para que sejam julgadas por eles".
"Estamos no século XXI: o Líbano deve avançar e é obrigado a aplicar as convenções internacionais", acrescentou Samhat, que pediu ao parlamento libanês a revogação do artigo 534.
Maaluf decidiu que privar esses indivíduos de seus direitos pessoais é "uma violação dos direitos humanos básicos reconhecidos nas leis libanesas e internacionais".
O juiz também lembrou que a Organização Mundial da Saúde considerou que a homossexualidade não é uma doença nem um transtorno e, portanto, não necessita ser tratada.
Samhat lembrou que os homossexuais, transexuais e bissexuais são detidos e maltratados pelas forças de segurança libanesas, e submetidos a explorações anais para averiguar se tiveram relações sexuais, como também denunciou a organização internacional Human Rights Watch (HRW).
Essa prática foi vetada em 2014 pelo Colégio de Médicos do Líbano, que a qualificou como "teste da vergonha" e prometeu medidas disciplinares aos que realizarem o procedimento.
A polícia libanesa costuma fazer batidas nos locais frequentados pela comunidade LGBT, deter "suspeitos" e, inclusive, acusar indivíduos de terem uma orientação sexual "não natural" de forma arbitrária, após coletar depoimentos sob tortura ou espionar comunicações privadas.
O ex-deputado e professor de Direito Salah Honein disse à Agência Efe que "é uma barbárie falar de crime penal" no caso da homossexualidade.
"Aquilo que era contra a natureza nos anos 50, quando foi escrito o artigo 534, não é mais nos dias de hoje. As sociedades evoluem", destacou.
Honein acrescentou que os passos dados por alguns juízes rumo à descriminalização da homossexualidade são "um impulso em direção à modernização e à humanização da sociedade" libanesa, na qual os direitos básicos individuais ainda não são plenamente respeitados.
O juiz Maaluf não foi o primeiro a seguir essa linha. Em 2014, um tribunal libanês rejeitou um caso contra uma mulher transexual, acusada de ter relações com um homem, ao opinar que a homossexualidade já não pode ser considerada um crime.
Desde 2009 e antes da sentença de Maaluf, três juízes tinham rejeitado julgar indivíduos com base no artigo 534, ao considerarem que as relações homossexuais não vão contra a natureza no século XXI. EFE
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