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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Embaixadora na ONU diz que EUA apoiam solução de dois Estados

Embaixadora na ONU diz que EUA apoiam solução de dois Estados

A embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, declarou nesta quinta-feira que os Estados Unidos apoiam "totalmente" a solução de dois Estados para resolver o conflito entre israelenses e palestinos, sem descartar "alternativas".
Segundo declarações da embaixadora à imprensa, seria um erro afirmar que os Estados Unidos estão abandonando sua política de décadas de dois Estados em apoio à criação do Estado palestino.
"Nós apoiamos totalmente uma solução de dois Estados, mas também estamos pensando em alternativas", afirmou Haley a repórteres logo após uma reunião do Conselho de Segurança sobre o Oriente Médio.
Ela repetiu sua declaração de apoio à solução de dois Estados três vezes, em resposta a perguntas de jornalistas fora da sala do Conselho.
Os Estados Unidos querem ajudar a levar os israelenses e os palestinos "à mesa [de negociações] para que conversem sobre isto de uma forma nova, para dizer, 'OK, de volta ao projetos: no que podemos estar de acordo?'", afirmou.
A embaixadora na ONU descreveu a primeira reunião no Conselho sobre o conflito israelense-palestino como "um pouco estranha" e disse que não se fez menção aos ataques lançados pelos militantes do Hezbollah ou a ameaça do Irã, mas que as discussões se concentraram em "criticar Israel, a única democracia real do Oriente Médio".
Mais cedo, o Conselho ouviu o enviado da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Nickolay Mladenov, insistir em que a solução de dois Estados era "a única saída" para atender às aspirações de palestinos e israelenses.
Na véspera, após um encontro com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que seu país não iria se ater a esta solução de dois Estados.
O candidato de Trump para ser embaixador de Israel transmitiu nesta quinta-feira ao Senado americano seu ceticismo sobre a solução de dois Estados.
"Expressei meu ceticismo sobre a resolução de dois Estados simplesmente com base no fato de que senti uma profunda rejeição (de parte dos palestinos) de renunciar ao terror e aceitar Israel como estado judeu", declarou David Friedman à comissão de Relações Exteriores do Senado, que ainda deve confirmá-lo no cargo.
"Se israelenses e palestinos fossem capazes, através de negociações diretas, chegar a uma solução de dois Estados (...) ficaria feliz", acrescentou este advogado judeu americano, muito polêmico por suas declarações a favor da colonização israelense e claramente antipalestinas.
fonte yahoo

EUA: Número 2 do Fed confirma trajetória em alta dos juros

EUA: Número 2 do Fed confirma trajetória em alta dos juros

O vice-presidente do Federal Reserve (Fed), Stanley Fischer, disse confiar na economia dos Estados Unidos e confirmou a evolução em alta da taxa de juros com 2 ou 3 aumentos modestos no ano.
Fischer ecoou o otimismo da presidente do Fed Janet Yellen ao afirmar que o Fed tem "mais confiança no rumo" da economia e sobre o fato de saber "quando serão alcançadas as metas de pleno emprego e estabilidade de preços".
Em declaração à Bloomberg TV, confirmou a previsão dos membros do Fed, que em dezembro consideraram possível aumentar a taxa de juros duas ou três vezes em 0,25 ponto percentual durante 2017.
"Não quero dizer quanto, se serão dois ou três (altas), mas a tendência se ajusta ao que imaginávamos. Isso quer dizer que nos aproximamos da nossa meta de inflação de 2% e o mercado de trabalho se fortalece", disse.
"Se esses dois elementos se confirmarem, estaríamos dentro da trajetória (dos juros) que havíamos antecipado", completou.
fonte yahoo

Trump agrada a Israel, choca palestinos e assusta o mundo

Trump agrada a Israel, choca palestinos e assusta o mundo

Distanciando-se da solução de dois Estados para resolver um dos conflitos mais antigos do mundo, Donald Trump agradou à direita de Israel e chocou os palestinos, embora ninguém consiga decifrar as reais intenções do novo presidente americano.
"Este é o fim de uma ideia perigosa e errada: a criação de um Estado terrorista palestino no coração da terra de Israel", alardeou o ministro israelense da Ciência Ofir Akunis, reiterando a reivindicação judaica sobre a Cisjordânia em nome da Bíblia.
Para a sua colega da Cultura, Miri Regev, é "uma nova era diplomática" e o "fim do congelamento" dos assentamentos nos territórios palestinos ocupados.
Ao receber na quarta-feira, na Casa Branca, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, Trump tomou distância da posição defendida há anos por seus antecessores em relação ao conflito israelense-palestino.
Ele afirmou que os Estados Unidos não vão se ater à solução de dois Estados - a criação de um Estado palestino que coexista com Israel - que também é a referência de grande parte da comunidade internacional.
"Por muito tempo, pensei que a solução de dois Estados era a mais fácil. Mas, honestamente, se Israel e os palestinos estão felizes, eu estou feliz com o que eles preferirem", declarou o presidente republicano.
A aparente ruptura de um homem que durante sua campanha defendeu ideias muito pró-israelenses preocupa os palestinos.
"O fim da solução de dois Estados significa um único Estado, mesmo racista", reagiu o editorial do jornal Al-Quds. "Após mais de vinte anos passados a negociar e depois de concordar em manter apenas 22% da Palestina histórica, a grande questão é: o que devemos fazer?".
Os líderes palestinos que apoiam as negociações com Israel afirmam que sem um Estado palestino, a única possibilidade é um Estado expandido na Cisjordânia, já ocupada por Israel, e em Jerusalém Oriental, que os palestinos reivindicam como sua futura capital, mas que Israel anexou.
Os judeus terão mais direitos do que os palestinos, o que equivaleria a um regime de apartheid, dizem.
Após o encontro Trump-Netanyahu, a presidência palestina escolheu o tom da reserva. Repetiu em um comunicado seu "compromisso com a solução de dois Estados" e disse que estava "pronta para interagir de forma positiva com a administração Trump para construir a paz."
- Prematuro -
"A impressão que nós tivemos é a de que Trump diz que quer a paz", declarou à AFP Hossam Zomlot, assessor do presidente Mahmud Abbas, atacando Israel, mas não Trump.
Mas Jihad Harb, um cientista político palestino, destaca as dificuldades da liderança palestina para estabelecer canais de comunicação com a administração Trump.
Enfraquecida e dividida, não tem outro horizonte que um confronto diplomático com Israel, algo que os Estados Unidos poderiam fazê-la pagar caro, ou uma revolta popular, com consequências imprevisíveis, aponta.
"A liderança palestina teme entrar em um confronto que poderia ser contraproducente", segundo o especialista.
"Caloroso e excelente encontro com o presidente Donald Trump. Um dia de sucesso para o Estado de Israel", tuítou Netanyahu por sua parte.
Até mesmo o apelo à retenção de Trump sobre a colonização não afetou a satisfação daquele cujo país anunciou nas últimas semanas mais de 6.000 habitações de colonização antes de ser contido pela Casa Branca.
Netanyahu, sob pressão da sua direita, afirmou aos jornalistas israelenses que aceitou durante suas conversas com Trump buscar um acordo com o governo dos Estados Unidos sobre a construção nos assentamentos, informou a imprensa.
fonte yahoo

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Principais casos de personalidades envenenadas nos últimos 30 anos

Principais casos de personalidades envenenadas nos últimos 30 anos

Assim como o meio-irmão do dirigente norte-coreano Kim Jong-Un, outras personalidades teriam sido ou de fato foram vítimas de morte por envenenamento nos últimos 30 anos.
Duas mulheres não identificadas envenenaram Kim Jong-Nam utilizando seringas, no aeroporto internacional de Kuala Lumpur, segundo a cadeia televisiva sul-coreana TV Chosun.
- Alexandre Litvinenko -
Em novembro de 2006, o ex-espião russo Alexandre Litvinenko, que se tornou opositor ao presidente Vladimir Putin, morreu aos 43 anos em um hospital britânico, vítima de um envenenamento por polônio, sustância radioativa extremamente tóxica.
Três semanas antes, esse desertor do serviço secreto tinha bebido chá com outro ex-agente russo, Andrei Lugovoi. Sua morte provocou uma crise diplomática entre Londres e Moscou, que sempre se recusou a extraditar o principal suspeito.
- Munir Said Thalib -
Em setembro de 2004, Munir Said Thalib, defensor dos direitos humanos e natural da Indonésia, morre aos 38 anos após sentir terríveis dores a bordo de um avião com destino a Amsterdã após ter ingerido uma bebida envenenada em uma escala em Cingapura. Foi encontrado arsênico em seu cadáver. Familiares afirmam que ele foi envenenado.
Munir era o principal dirigente da Comissão de desaparecidos e vítimas de violência (Kontras), uma organização que denunciou as atrocidades cometidas por militares indonésios durante os 32 anos de regime do ditador Suharto.
- Viktor Yushchenko -
Em setembro de 2004, o ucraniano Viktor Yúshchenko, candidato da oposição, herói da Revolução Laranja, fica profundamente doente durante a campanha presidencial na qual concorria com o candidato favorito da Rússia, Viktor Yanukovich.
Médicos austríacos identificaram três meses após o ocorrido o envenenamento por dioxina.
Yushchenko é eleito presidente em 2005. Apesar dos cuidados, seu rosto deformado conserva os rastros provenientes da doença.
- Khaled Mechaal -
Em setembro de 1997, em Amã, agentes do Mossad, serviço de inteligência israelense, tentam assassinar Khaled Mechaal, dirigente do movimento islâmico Hamas, ao injetarem veneno em seu pescoço.
O palestino, em estado de coma, é salvo por causa da intervenção do rei Hussein da Jordânia, que exige que do governo israelense o antídoto em troca da libertação dos dois autores do atentado.
- Georgi Markov -
Em setembro de 1978, o escritor dissidente búlgaro Georgi Markov é espetado na coxa enquanto aguardava um ônibus em Londres, por um desconhecido que deixou cair seu guarda-chuva. Markov, queixando-se de febre alta, morre quatro dias depois.
A autópsia revelou em sua perna a presença de uma cápsula do tamanho da cabeça de uma agulha contendo um veneno violento, a ricina.
Além disso, a morte de Yaser Arafat em novembro de 2004 no hospital militar Percy, próximo à Paris, cujas causas não foram declaradas, mantêm diversas interrogações.
Uma investigação judicial por assassinato foi aberta na França após uma demanda interposta por sua viúva ao descobrir polônio em seus objetos pessoais.
Porém, em 24 de junho de 2016, a Justiça francesa confirmou o arquivamento do processo por meio dos magistrados encarregados de investigar o possível "assassinato".
fonte yahoo

Será que o PCC engoliu a seco o trancafiamento zeloso de Marcola? Parece que não...

Será que o PCC engoliu a seco o trancafiamento zeloso de Marcola? Parece que não...

Começou nesta terça-feira o grande teste para a segurança pública de Alckmin: como o PCC vai reagir ao encarceramento de Marcola et caterva, em regime disciplinar diferenciado, por mais um ano.
A Justiça de São Paulo determinou, nesta segunda-feira, que 11 presos acusados de integrar a cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), a principal facção criminosa que atua no controle dos presídios e na venda de drogas no estado, passem 360 dias no regime disciplinar diferenciado (RDD). A lista inclui Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como o maior líder do grupo.
Bem.. a 5 de janeiro passado, em primeira mão, este blog noticiou que o PCC ia se vingar dos comandos rivais. O então ministro da Justiça negou. Passadas 48 horas, começou a carnificina generalizada.
LEMBRE-SE:
http://bit.ly/2lMhboX
Quando, em dezembro passado, Marcola entrou em RDD, houve telefonema do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Os alckimistas estavam chegando com a conversa mole de que a ida de Marcola ao RDD poderia fulminar a segurança pública de São Paulo. Não foram atendidos no pedido de atropelo da lei, é óbvio.
Saberemos a reação do PCC durante o Carnaval, atestam as fontes deste blog..
O PCC é capaz de fazer alianças com quem estiver ao alcance das mãos.
Quando PCC e Comando Vermelho eram amigos, fizeram uso de hackers da Al Qaeda, em 2009.  Parece filme de ficção, mas não é. A informação consta de relatório assinado pelo norte-americano Anthony Reyes, consultor de combate a crimes informáticos e que presta serviços ao FBI, a polícia federal dos EUA, e à CIA, a central de inteligência norte-americana. Tais informações foram repassadas ao Comitê Sobre Crimes Eletrônicos da OAB-São Paulo e foram confirmadas pelos seus representantes, Coriolano Camargo e Antônio Otero.
Acha esta história ficção? Relembre o que apurei naquele ano:
http://www.conjur.com.br/2009-dez-15/pcc-comando-vermelho-usam-gangues-prestam-servicos-alqaeda
Teremos um carnaval tenso…
fonte yahoo

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Em retrocesso para Trump, juízes rejeitam banimento de viagens

Em retrocesso para Trump, juízes rejeitam banimento de viagens

(Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofreu um retrocesso legal na quinta-feira quando um tribunal de apelações federal se recusou a restaurar seu decreto presidencial que bane temporariamente pessoas de sete países de maioria muçulmana de entrarem nos EUA.
Um painel de três juízes do 9° Circuito de Corte de Apelações dos EUA decidiu, de forma unânime, que o governo Trump falhou em oferecer quaisquer evidências de justificativas sobre segurança nacional que restaurem imediatamente o banimento, feito há duas semanas.
Pouco após o tribunal emitir sua decisão de 29 páginas, Trump disse em publicação no Twitter: "VEJO VOCÊS NO TRIBUNAL, A SEGURANÇA DA NOSSA NAÇÃO ESTÁ EM RISCO!". Ele disse a repórteres que no final seu governo irá vencer o caso e rejeitou a decisão como "política".
A decisão do 9° Circuito, que mantém a decisão de sexta-feira da semana passada do juiz James Robart de suspender o decreto, não resolve o processo judicial. A decisão é sobre colocar, ou não, uma pausa de emergência no decreto de Trump colocada por um tribunal inferior.
Trump, que assumiu em 20 de janeiro, enfrenta poucas chances de ter o banimento restaurado enquanto litígios sobre o decreto continuam. Para vencer, o Departamento de Justiça terá que apresentar evidências de que pessoas destes países apresentam uma ameaça interna, disseram especialistas legais.
fonte yahoo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

MG descarta venda de fatia na Cemig como condição para ajuda federal, diz fonte

MG descarta venda de fatia na Cemig como condição para ajuda federal, diz fonte

SÃO PAULO (Reuters) - O governo de Minas Gerais não tem planos de vender a participação que detém na elétrica Cemig, na qual é controlador, como condição para se juntar ao programa federal de alívio de dívida, afirmou uma fonte com conhecimento direto do assunto.
Segundo a fonte, que pediu anonimato devido à sensibilidade do tema, o governo mineiro quer que parte dos 92 bilhões de reais que a União deve ao Estado na forma de isenções de impostos sobre exportação sejam devolvidos a Minas Gerais no caso de adesão ao programa federal.
A revista Época publicou na segunda-feira, sem citar fontes, que o Ministério da Fazenda deverá exigir privatização da Cemig para socorrer o governo de Minas.
Mas venda da participação de 51 por cento detida pelo Estado na Cemig não parece factível neste momento porque a companhia passa atualmente por uma reestruturação drástica que envolve a venda de ativos não essenciais, disse a fonte.
"O Estado não vai aceitar a privatização da Cemig como uma pré-condição de acesso ao programa de alívio de dívidas", disse a fonte.
A Cemig é a terceira maior elétrica do Brasil. A empresa não respondeu imediatamente a pedidos de comentário.
O Ministério da Fazenda também não respondeu imediatamente.
Atualmente Minas Gerais deve 70 bilhões de reais ao governo federal, e o custo do serviço da dívida tem pesado para o Estado em meio à queda das receitas devido à maior recessão já vista no Brasil e à derrocada dos preços de minérios e metais entre 2014 e o início de 2016.
O Estado decretou "calamidade financeira", e o governador Fernando Pimentel (PT) tem entrado em conflito com outros acionistas da Cemig sobre os meios para conseguir reduzir a enorme dívida da elétrica, que chegou a 16,3 bilhões de reais.
No mês passado, o governo mineiro realizou mudanças no comando da Cemig para acelerar os desinvestimentos em ativos vistos como não essenciais para a elétrica, como subsidiárias de telecomunicações e de tecnologia da informação.
fonte yahoo

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Austrália abre as portas à China para salvar o TPP

Austrália abre as portas à China para salvar o TPP

O governo australiano estendeu a mão à China, afirmando esperar que o Acordo Transpacífico de Cooperação Econômica (TPP) possa ser salvo, apesar da saída dos Estados Unidos, anunciada pelo presidente Donald Trump.
Considerado um contrapeso à crescente influência da China, este tratado foi assinado em 2015 após difíceis negociações entre 12 países da região Ásia-Pacífico que representam 40% da economia mundial.
Como já havia anunciado durante sua campanha eleitoral, Trump assinou a ata de retirada dos Estados Unidos na segunda-feira, apenas três dias depois de sua posse.
Nesta terça-feira, o primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, explicou aos jornalistas em Canberra que seu governo mantém "discussões ativas" com outras partes integrantes do TPP, como Japão, Nova Zelândia e Cingapura, para encontrar uma forma de salvá-lo.
"É possível que com o tempo a política americana sobre este tema mude, como já aconteceu com outros acordos comerciais", acrescentou, lembrando que Rex Tillerson, escolhido para ser o novo secretário de Estado, e muitos republicanos são favoráveis ao acordo.
"Também é possível que o TPP siga em frente sem Estados Unidos", declarou Turnbull. "Certamente, existe potencial para que a China se una ao TPP", acrescentou.
Assinado por 12 países do Pacífico (EUA, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã), o tratado ainda não entrou em vigor.
O ministro australiano de Comércio, Steven Ciobo, afirmou que seu país, junto com o Canadá, México e outros, havia estudado a possibilidade de um "TPP de 12 menos um" recentemente durante um encontro em Davos.
"Haveria perspectivas para China se formos capazes de reformulá-lo (...) para países como Indonésia ou China, e inclusive outros que contemplariam uma adesão", declarou a radiotelevisão Australian Broadcasting Corporation.
Interesse chinês
O primeiro-ministro neo-zelandês, Bill English, afirmou que após a decisão de Washington, Pequim "não demorou em ver uma oportunidade" para se convidar para o TPP.
English se referiu à vontade "de fazer um esforço por ver em no que o TPP pode transformar-se, em vez de abandoná-lo e esperar um telefonema (de Washington) em relação a um eventual acordo bilateral", disse aos jornalistas em Wellington.
Trump anunciou sua intenção de negociar acordos bilaterais mais favoráveis para Washington. Enquanto isso, a China, excluída do TPP, lançou sua própria iniciativa, a Associação Econômica Integral Regional (RCEP na sigla em inglês), que reúne os dez países-membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e seus parceiros comerciais regionais (China, Japão, Austrália, Índia, Coreia do Sul, Nova Zelândia).
O RCEP também pretende suprimir barreiras tarifárias e não tarifárias, mas é muito mais flexível do que o TPP sobre as normas regulatórias, em particular as ambientais e sociais.
Em uma entrevista à imprensa nesta terça-feira, a porta-voz do ministério chines de Relações Exteriores, Hua Chunying, se mostrou evasiva sobre uma eventual participação de seu país no TPP. Se limitou a afirmar que a China apoia os acordos comerciais "abertos, transparentes e em que todos ganham".
Na opinião do especialista australiano Alan Oxley, ex-presidente do GATT - antecessor da Organização Mundial de Comércio-, "à China interessa certamente (integrar o TPP) no longo prazo (...) mas, considerados os problemas de sua economia, a chance de entrar agora é muito pequena", disse.
Analistas no Japão consideram que o TPP não faz sentido sem os Estados Unidos.
"O Japão considera que vale a pena manter o acordo até que os Estados Unidos voltem possivelmente no próximo governo", afirma Yoko Takeda, economista-chefe do Mitsubishi Research Institute.
fonte yahoo

Cadeia sem rebelião há 10 anos recupera 60% dos presos

Cadeia sem rebelião há 10 anos recupera 60% dos presos

Um lugar que deveria servir de exemplo para o Brasil. Uma cadeia em Minas Gerais, com 114 detentos, não registra rebelião, nem motim, há 10 anos. Além disso tem conseguido recuperar 60% dos presos que têm penas de até 38 anos por crimes como homicídio, estupro, tráfico, roubo entre outros. A cadeia modelo fica no interior do estado, em Paracatu. Este cenário é mostrado pelo jornal Extra.

O modelo de gestão prisional que tem dado certo é baseado em  trabalho, religião e disciplina. Lá  eles trabalham o dia todo nas oficinas de artesanato, padaria, cozinha, serralheria e marcenaria.
Os detentos também estudam e fazem cursos profissionalizantes. Nos horários livres, eles vão para a quadra de esportes para tricotar peças  como tocas de bebê, caminhos de mesa, tapetes… O trabalho reduz tempo na pena.
E presos não ficam trancados em celas. Aliás, quando chegam na prisão eles recebem um tratamento completamente diferenciado. “No portão a gente tira as algemas, a roupa laranja, levanta o queixo dele e fala: olha reto!… Borracha e paulada na cabeça não deu conta de resolver. Esse método é um novo pacto”, disse ao O Globo Eurípedes Tobias, o diretor da APAC Associação de Proteção e Assistência a Condenados de Paracatu.
Mas não é qualquer preso que entra lá: tem que ter cumprido parte da pena em outra cadeia, com bom comportamento, e assinar um compromisso de seguir normas rígidas de disciplina.O presídio de Paracatu fica num prédio moderno construído e mantido pelos próprios presos.
Lá não tem policiais armados e os próprios detentos são responsáveis pela segurança dos outros.Um preso que normalmente custa R$ 4.500 por mês no sistema prisional brasileiro, em Paracatu sai por R$ 915.A instituição prisional funciona em parceria com a Pastoral Carcerária e um grande número de voluntários de Paracatu.
Com informações do Só Notícia Boa.
fonte yahoo

'La la Land' empata com 'Titanic' e 'A Malvada' com 14 indicações ao Oscar

'La la Land' empata com 'Titanic' e 'A Malvada' com 14 indicações ao Oscar

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou nesta terça-feira os indicados ao Oscar 2017, com "La La Land - Cantando estações" liderando a lista com 14 indicações, igualando o recorde de "Titanic" (1997) e "A malvada" (1950).
O filme, que faz um tributo à Época de Ouro dos musicais de Hollyhood, concorre ao prêmio de Melhor Filme, de Melhor Diretor para Damien Chazelle e de Melhor Ator e Melhor Atriz para Ryan Gosling e Emma Stone.
"Estou um tanto sem palavras", disse Chazelle à revista Variety. "Quando se menciona estes filmes, minha cabeça dá mais voltas do que as que já está dando", acrescentou falando de Pequim, onde promove o filme.
"A Chegada" e "Moonlight - Sob a Luz do Luar" também estão entre os favoritos com 8 indicações cada um.
Depois de arrasar no Globo de Ouro, onde levou os sete prêmios para os quais foi indicado, o filme também pode ganhar por melhor fotografia, figurino, edição, trilha sonora, canção original (disputam "City of Stars" e "Audition"), design de produção, edição de som e roteiro original.
Em segundo lugar, ficaram a ficção científica "A chegada" e o drama "Moonlight: sob a luz do luar", ambas com oito indicações.
"Até o último homem", de Mel Gibson, "Lion: Uma jornada para casa", de Garth Davis, assim como "Manchester à beira mar", de Kenneth Lonergan, receberam seis indicações.
Este Oscar representa a volta de Mel Gibson, após ter sido execrado por seus comentários antissemitas, e a vigésima indicação de Meryl Streep, qualificada pelo presidente Donald Trump como "uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood".
Foi sua reação ao discurso da lendária atriz, ao receber uma homenagem no Globo de Ouro, onde atacou o recém-empossado presidente e sua retórica divisiva, sem mencionar seu nome.
Um Oscar mais colorido
O anúncio das principais categorias, que totalizam 24, começou às 5h18 locais (11h18 de Brasília) em transmissão realizada exclusivamente pela internet, com uma mensagem pré-gravada pelos indicadores e ganhadores, algo inédito até hoje.
"Land of Mine" (Dinamarca), "A Man Called Ove" (Suécia), "The Salesman" (Irán), "Tanna" (Austrália) e "Toni Erdmann" (Alemanha) foram os cinco indicados a melhor filme estrangeiro.
No total, sete dos vinte indicados são negros, incluindo Mahershala Ali, Naomie Harris e Jenkins por "Moonlight", assim como Denzel Washington e Viola Davis por "Fences"; Octavia Spencer ("Estrelas além do tempo") e Ruth Negga ("Loving: o amor é tudo").
É o maior número de negros indicados ao Oscar, aparecendo em todas as categorias de atuação e direção. Soma-se a eles a indicação a Dev Patel ("Lion"), britânico filho de mais hindus.
"O que uma 'hashtag' consegue fazer", escreveu Sasha Stone, editora do Awards Daily, em alusão à falta de diversidade, que desatou revolta nas redes sociais com a hastag #OscarsSoWhite (Oscar tão branco).
"Um ano refletindo a experiência negra não compensa 80 anos de sub-representação de TODOS os grupos", avaliou April Reign, criadora da polêmica hashtag.
"Espero não ter sido indicado por ser negro. Isto não tem relevância. Espero ter sido indicado pelo meu trabalho", reagiu Ali.
"A verdade é que tem a ver com talento", afirmou a presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs, ao ser consultada sobre a polêmica racial. "Cada ano reconhecemos o talento e os filmes e este ano simplesmente foi fabuloso".
Nenhum ator hispânico, no entanto, foi indicado nesta edição.
fonte yahoo