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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Embaixadora na ONU diz que EUA apoiam solução de dois Estados

Embaixadora na ONU diz que EUA apoiam solução de dois Estados

A embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, declarou nesta quinta-feira que os Estados Unidos apoiam "totalmente" a solução de dois Estados para resolver o conflito entre israelenses e palestinos, sem descartar "alternativas".
Segundo declarações da embaixadora à imprensa, seria um erro afirmar que os Estados Unidos estão abandonando sua política de décadas de dois Estados em apoio à criação do Estado palestino.
"Nós apoiamos totalmente uma solução de dois Estados, mas também estamos pensando em alternativas", afirmou Haley a repórteres logo após uma reunião do Conselho de Segurança sobre o Oriente Médio.
Ela repetiu sua declaração de apoio à solução de dois Estados três vezes, em resposta a perguntas de jornalistas fora da sala do Conselho.
Os Estados Unidos querem ajudar a levar os israelenses e os palestinos "à mesa [de negociações] para que conversem sobre isto de uma forma nova, para dizer, 'OK, de volta ao projetos: no que podemos estar de acordo?'", afirmou.
A embaixadora na ONU descreveu a primeira reunião no Conselho sobre o conflito israelense-palestino como "um pouco estranha" e disse que não se fez menção aos ataques lançados pelos militantes do Hezbollah ou a ameaça do Irã, mas que as discussões se concentraram em "criticar Israel, a única democracia real do Oriente Médio".
Mais cedo, o Conselho ouviu o enviado da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Nickolay Mladenov, insistir em que a solução de dois Estados era "a única saída" para atender às aspirações de palestinos e israelenses.
Na véspera, após um encontro com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que seu país não iria se ater a esta solução de dois Estados.
O candidato de Trump para ser embaixador de Israel transmitiu nesta quinta-feira ao Senado americano seu ceticismo sobre a solução de dois Estados.
"Expressei meu ceticismo sobre a resolução de dois Estados simplesmente com base no fato de que senti uma profunda rejeição (de parte dos palestinos) de renunciar ao terror e aceitar Israel como estado judeu", declarou David Friedman à comissão de Relações Exteriores do Senado, que ainda deve confirmá-lo no cargo.
"Se israelenses e palestinos fossem capazes, através de negociações diretas, chegar a uma solução de dois Estados (...) ficaria feliz", acrescentou este advogado judeu americano, muito polêmico por suas declarações a favor da colonização israelense e claramente antipalestinas.
fonte yahoo

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Trump e primeiro-ministro japonês participam de golfe diplomático

Trump e primeiro-ministro japonês participam de golfe diplomático

JUPITER, Flórida (Reuters) - O presidente Donald Trump e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, estreitaram o relacionamento durante uma partida diplomática de golfe neste sábado.
Ambos praticaram o esporte no Trump National Golf Club em Jupiter, na Flórida. A Casa Branca não informou se havia outros jogadores no evento cuja participação dos repórteres não foi permitida.
Abe viajou à Flórida com o novo presidente dos EUA, no Air Force One, após uma reunião mais formal na Casa Branca, na sexta-feira. A excursão deste fim de semana é a primeira no qual Trump utilizou seu resort para entreter um líder internacional.
Washington e Tóquio informaram que a viagem deste fim de semana é um sinal da importância que os dois líderes pontuam na relação EUA-Japão.
Abe, em particular, procurou aliviar as preocupações do Japão sobre o destino da aliança de décadas sob a gestão Trump, que levantou preocupações sobre os gastos militares dos EUA no Japão durante a campanha eleitoral presidencial de 2016.
Na coletiva de imprensa na sexta-feira, Trump e Abe focaram em áreas de interesse comum, com Trump deixando de lado as promessas de campanha para forçar Tóquio a pagar mais pela defesa dos EUA e Abe prometendo ajudar os Estados Unidos na criação de trabalhos.
(Por Ayesha Rascoe)
fonte yahoo

Apple a favor de criação de ferramentas para contra notícias falsas

Apple a favor de criação de ferramentas para contra notícias falsas

Tim Cook, o CEO da Apple, incentivou as empresas do setor tecnológico a criar novas ferramentas para lutar contra a difusão de notícias falsas, segundo entrevista que deu ao jornal britânico Daily Telegraph.
"Nós, das empresas tecnológicas, temos que criar ferramentas para ajudar a reduzir o volume de notícias falsas, sem pisar na liberdade de expressão nem na liberdade de imprensa", afirmou Cook.
"Atravessamos um período em que, infelizmente, os que têm êxito são os que se esforçam por conseguir o maior número de cliques possível, não os que tentam transmitir a verdade. Isso destrói o cérebro das pessoas", afirmou o diretor executivo.
"Somos muitos que se queixam disso, mas não sabemos o que fazer", acrescentou.
As declarações de Cook acontecem um pouco depois que o Facebook, acusado de facilitar a difusão de falsas notícias durante a recente campanha eleitoral dos Estados Unidos, decidiu em dezembro oferecer a possibilidade a seus usuários de assinalar notícias falsas compartilhadas em sua plataforma.
fonte yahoo

Mais de 421.000 colonos israelenses na Cisjordânia ocupada no fim de 2016 (ONG)

Mais de 421.000 colonos israelenses na Cisjordânia ocupada no fim de 2016 (ONG)

Mais de 421.000 colonos israelenses viviam no fim de 2016 na Cisjordânia, território palestino ocupado por Israel há 50 anos, ou seja 3,9% a mais que em 2015, indicou nesta quinta-feira (9) Yesha, principal organização de colonos.
Estes números levam em conta os israelenses que vivem na Cisjordânia ocupada, mas não em Jerusalém Oriental ocupada e anexada, onde, segundo o Jerusalem Institute for Israel Studies, 203.490 israelenses viviam em bairros de colonização em 2014.
Estas estimativas são publicadas após o Parlamento de Israel adotar, nesta semana, uma polêmica lei que facilita a apropriação de centenas de hectares de terras palestinas na Cisjordânia.
A lei, adotada na segunda-feira (6), possibilita que Israel exproprie, sob compensação, os proprietários palestinos de terrenos particulares situados na Cisjordânia ocupada e onde os colonos israelenses construíram sem autorização.
O objetivo é legalizar, de acordo com o Direito israelense, as chamadas colônias "selvagens", que não obtiveram todas as autorizações necessárias dos responsáveis israelenses, e evitar demolições por decisão judicial.
Duas organizações de defesa dos direitos humanos enviaram, na quarta-feira (8), o primeiro recurso para a Suprema Corte para anular a lei.
Nas últimas semanas Israel considerou que o novo presidente Donald Trump é mais favorável a suas políticas e, aproveitando sua chegada, realizou cinco anúncios de colonização que envolvem seis mil moradias na Cisjordânia e Jerusalém Oriental ocupadas.
Israel diferencia as colônias reconhecidas das "selvagens". Mas a Cisjordânia é um território ocupado por Israel desde 1967 e de acordo com o Direito Internacional, todas as colônias lá são ilegais.
Uma grande parte da comunidade internacional considera a colonização como um obstáculo para a paz entre israelenses e palestinos.
fonte yahoo

Wall Street bate recordes na expectativa de que Trump corte impostos

Wall Street bate recordes na expectativa de que Trump corte impostos

Wall Street subiu na quinta-feira a níveis recordes depois que o presidente americano Donald Trump prometeu divulgar em poucas semanas seu esperado corte de impostos.
Os três principais índices bateram recordes: o industrial Dow Jones subiu 0,59%, a 20.172,40 unidades, o tecnológico Nasdaq subiu 0,58%, a 5.715,18 unidades e o índice S&P 500 teve alta de 0,58%, a 2.307,87 unidades.
A alta aconteceu depois que em uma reunião com executivos do setor aeronáutico Trump disse que em "duas ou três semanas" divulgará uma "fenomenal" reforma tributária que incluirá reduções de impostos.
Os investidores de Wall Street se entusiasmaram com essa declaração em um dia que também foi bom para as praças europeias.
Alguns analistas advertiram que Wall Street movimentou menos volumes que o habitual devido a uma forte tempestade de neve que obrigou vários operadores a ficar em casa.
No mercado de títulos, às 21H20 GMT o rendimento dos bônus do Tesouro a 10 anos subiu 2,397% contra 2,339% de quarta-feira, enquanto bônus a 30 anos subiu de 2,948% para 3,007%.
fonte yahoo

Corte alemã proíbe parte de poema satírico sobre presidente turco

Corte alemã proíbe parte de poema satírico sobre presidente turco

Um tribunal de Hamburgo, norte da Alemanha, confirmou a proibição a um humorista alemão de recitar em público passagens de um poema satírico nos quais insulta o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, texto que gerou uma crise diplomática.
O poema de Jan Böhmermann, difundido pela cadeia de tv pública ZDFneo, mostra Erdogan como pedófilo e adepto da zoofilia.
Dos 24 versos originais do poema, que provocou a revolta do presidente turco e a intervenção da chanceler alemã, agora só poderão ser lidos seis.
"Apesar de ser evidente que a descrição da vida sexual do autor da ação é absurda, isso não significa que a pessoa envolvida tenha de suportar injúrias e insultos", sentenciou o tribunal.
Jan Böhmermann explicou que optou deliberadamente pelo exagero para demonstrar o que é difamação real e destacar a forma absurda com que as críticas políticas contra Erdogan não são permitidas na Turquia.
Este caso foi uma das muitas fontes de tensão entre Alemanha e Turquia em 2016.
fonte yahoo

Aretha Franklin anuncia que gravará último disco antes de aposentadoria

Aretha Franklin anuncia que gravará último disco antes de aposentadoria

A lenda do soul Aretha Franklin, que completará 75 anos no próximo mês, anunciou que está disposta a gravar um último álbum, parcialmente produzido por Stevie Wonder, antes de encerrar sua carreira.
A cantora gravou seu primeiro álbum gospel aos 14 anos, na igreja onde seu pai, um pastor batista, oficiava. Agora, quer passar mais tempo com seus netos, segundo informou.
"Este será o meu último ano", declarou a diva à televisão local de Detroit WDIV.
Franklin disse que em breve começará a gravar o álbum em um estúdio da cidade e que Stevie Wonder produzirá várias músicas.
Aretha Franklin, famosa especialmente por sua versão de "Respect", de Otis Redding, afirmou, no entanto, que ainda estava aberta à ideia de fazer alguns shows.
"Sinto-me muito satisfeita quando vejo onde minha carreira começou e onde estou agora", disse ela. "Mas eu não vou ficar sentada sem fazer nada. Não seria desejável".
A artista, que acumula 18 prêmios Grammys, teve que cancelar vários shows nos últimos anos devido a problemas de saúde.
Ele deve se apresentar em 19 de abril na abertura do Festival de Cinema de Tribeca, em Nova York, após a exibição de um documentário sobre o caça talentos Clive Davis, que a ajudou a ressuscitar sua carreira na década de 1980.
Entre outras apresentações importantes, Aretha Franklin cantou "Amazing Grace" ao papa Francisco durante sua visita a Philadelphia em 2015.
fonte yahoo

RJ já preveniu governo federal que pode precisar de ajuda na segurança pública, diz Pezão

RJ já preveniu governo federal que pode precisar de ajuda na segurança pública, diz Pezão

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Em meio a um clima de tensão no Estado, protestos e novos rumores de greve de policiais militares, o governador do Estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB), pediu há alguns dias ao governo federal para que tropas federais fiquem de prontidão para uma eventual ajuda às forças policiais do Rio de Janeiro.
"É um pedido para que eles fiquem de prontidão para alguma eventualidade que possa acontecer. E, na verdade, esse pedido já está feito há 21 dias", disse Pezão à Reuters.
Pezão teria apresentado o pedido informal aos ministros da Defesa, Raul Jungmann, e, da Justiça, Alexandre de Moraes, em uma das várias idas à Brasília para negociar com o governo federal o pacote de ajuste fiscal do Estado. A solicitação prevê que Força Nacional e Forças Armadas possam atuar em caso de a situação da segurança se agravar no Estado.
Na semana passada, um policial civil chegou a ser preso depois de atirar contra a segurança da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro durante um protesto que aconteceu na volta do recesso legislativo.
“Acho esse pedido do governador razoável e temos visto ocorrer nos Estados na hora da necessidade e o Rio já socorreu às forças federais diversas vezes”, disse a jornalistas o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB).
Durante o período Olímpico e Paralímpico na cidade, Força Nacional e Forças Armadas atuaram no Rio de Janeiro juntamente com as forças de segurança locais.
Nesta quinta-feira, houve novos protestos e confrontos entre policiais e manifestantes nas cercanias da Assembléia.
“Os protestos não terão influência nas votações da Alerj, mas esse clima que está hoje tensiona toda a sociedade carioca e fluminense. Por isso , é preciso botar salários em dia, dar paz e reestabelecer nível de investimento, além de gerar emprego”, disse Picciani. "Sem segurança não há paz nem crescimento econômico."
Para aumentar ainda mais o ambiente tenso no Rio de Janeiro, durante toda a semana houve rumores nas redes sociais de que os policiais militares do Estado poderiam fazer uma greve nos moldes do movimento do Espírito Santo onde os PMs foram impedidos por seus familiares de deixar os quartéis, o que vem gerando uma onda de crimes, saques e violência.
Alguns policiais que participaram do ato desta quinta na Alerj confirmaram a possibilidade de protesto a partir de sexta-feira. Já segundo o Palácio Guanabara, o comando da PM não confirma a possibilidade de greve na sexta.
O governador Pezão reuniu na quarta-feira a cúpula da Segurança Pública do Estado e anunciou medidas favoráveis para acalmar a tropa como a definição do calendário de pagamento dos agentes de segurança bem como o pagamento da terceira parcela, de um total de cinco, do aumento das forças de segurança, mesmo diante da grave crise financeira estadual.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
fonte yahoo

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

  Ministro romeno renuncia após decreto que descriminaliza corrupção.

  O ministro de Comércio da Romênia, Florin Jianu, anunciou nesta quinta-feira (2) que a consciência e a ética o obrigam a apresentar sua renúncia após o governo social-democrata assinar um decreto que descriminaliza certos casos de corrupção e que provocou uma onda de protestos no país.

  Em mensagem publicada na rede social Facebook, Jiani explica que espera que o governo retifique o que considera um "erro" para que possa continuar seu trabalho e pede que sua renúncia não seja utilizada como arma política.

  Mais de 150 mil pessoas se manifestaram na quarta-feira nas principais cidades romenas para protestar contra o governo, que aprovou na última terça-feira pela via de urgência um decreto que descriminaliza os casos de corrupção que gerem ao Estado perdas inferiores a 44 mil euros.



  Nos casos abaixo desse número serão iniciados procedimentos administrativos e civis para recuperar o dinheiro e punir os responsáveis.

  O decreto do governo do primeiro-ministro Sorin Grindeanu, que assumiu o cargo no início de janeiro, gerou fortes críticas dentro e fora do país e provocou os maiores protestos populares desde a queda do comunismo na Romênia, em 1989.

  A oposição de centro-direita anunciou uma moção de censura, o principal órgão judicial prepara um recurso contra a medida e o presidente do país, Klaus Iohannis, pediu a intervenção do Tribunal Constitucional e a realização de um referendo sobre o...Continue aqui.



  Ameaça Trump será debatida em cúpula de Malta sobre crise da UE.

  Os líderes europeus vão discutir nesta sexta-feira (3), em Valeta, as várias crises que abalam a União Europeia, incluindo a nova administração dos Estados Unidos, percebida pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, como uma das ameaças que pesam sobre o bloco.

  "A mudança em Washington coloca a UE numa situação difícil, especialmente quando a nova administração parece questionar os últimos 70 anos da política externa americana", declarou Tusk em uma carta apocalíptica de convite aos líderes.

  Embora a reunião de Malta estivesse planejada para abordar um dos aspecto da crise migratória e o futuro da União Europeia após a partida do Reino Unido, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estará no centro dos debates da primeira cúpula europeia desde a sua chegada ao poder.

  Após sua eleição como presidente dos Estados Unidos, a União Europeia tornou-se um dos alvos de críticas de Trump, que celebrou o Brexit e chegou a assegurar que outros países devem seguir os passos do Reino Unido, enquanto que questionou a parceira americana na Otan.

  Suas críticas causaram mal estar entre os europeus, com o presidente francês, François Hollande, pedindo uma resposta "firme".

  "Vamos discutir as relações transatlânticas durante o Conselho Europeu informal de La Valetta na próxima sexta-feira", apontou o primeiro-ministro de Luxemburgo, Xavier Bettel.

  - Tomada de destino - A chegada de Trump representa uma "nova situação geopolítica", nas palavras de Tusk, quando a UE começa a se recuperar da crise financeira de 2008 e está pronta para enfrentar outros desafios no bloco, com a imigração ou o Brexit.

  E, na arena internacional, o presidente do Conselho alerta para uma China "mais firme" no mar e uma política "agressiva" da Rússia com a Ucrânia e os países vizinhos, assim como o papel do "islão radical" nas guerras no Oriente Médio e África.

  "A Europa já não pode confiar a outros a sua própria segurança (...) Temos de nos recuperar e tomar o destino nas nossas mãos", declarou uma fonte diplomática europeia, em declaração semelhante à feita recentemente pela influente chanceler alemã, Angela Merkel.



  A cúpula de Valeta, a este respeito, deve tratar de um assunto sensível para a UE: como cortar a rota migratória do Mediterrâneo central, que se tornou a principal rota para a Europa, onde transitaram mais de 181.000 migrantes em 2016.

  Malta, que detém a presidência rotativa da UE, procura alcançar um acordo semelhante ao alcançado com a Turquia em março passado, que reduziu drasticamente o número de migrantes e refugiados que chegaram da costa grega.

  No entanto, a situação política instável na Líbia complica uma possível solução.

  Merkel sugeriu na terça-feira na Suécia "conversar com o Egito, Tunísia, Marrocos e chegar a uma solução em conjunto".

  Paralelamente, a UE concentra-se na formação dos guardas costeiros líbios e no apoio financeiro, bem como na luta contra as redes de tráfico de seres humanos.

  Os líderes europeus concordaram em Bratislava, em uma reunião sem o Reino Unido, de reforçar a sua política de segurança e defesa antes da cúpula de 25 de março para marcar o 60º aniversário da fundação do projeto europeu.

  "O sinal mais importante que devemos expressar em Roma é que estamos prontos para nos unir", disse Tusk em sua carta de convite aos líderes que se reunirão durante a tarde na capital maltesa, sem a britânica Theresa May.

  Esta reunião poderia ser a última antes da notificação oficial do Brexit, se o processo parlamentar no Reino Unido...Continue aqui.



  Matthew McConaughey pede que Hollywood aceite e seja 'construtiva' com Trump.

  O ator Matthew McConaughey disse, em entrevista divulgada pelo canal do YouTube ChannelFi, que Hollywood deve aceitar Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e encontrar uma forma de trabalhar com ele. A declaração vai na contramão de uma série de protestos de artistas americanos, intensificados após a decisão do republicano de barrar refugiados e imigrantes de sete países de maioria muçulmana.

  Em meio a uma conversa sobre seu novo drama criminal, "Ouro", com estreia prevista para maio, McConaughey foi questionado se é hora de os atores e a elite cultural dos EUA "darem um tempo" na movimentação contrária ao presidente. "Eles não têm muita escolha", respondeu o vencedor do Oscar por "Clube de compras Dallas" (2013).



  "Ele é nosso presidente. E é uma época muito dinâmica e também dividida. É hora de abraçarmos, apertarmos as mãos com este fato e sermos construtivos com ele nos próximos quatro anos", continuou.

  Para o ator, mesmo os que discordam dos posicionamentos de Trump devem procurar maneiras de serem "construtivos" com o presidente. "Mesmo aqueles que mais discordam dos seus príncipios ou de coisas que ele disse ou fez - o que é outra coisa, vamos ver o que ele faz em comparação ao que disse -, não importa o quanto você discordou desse caminho, é hora de pensar como você pode ser construtivo. Porque ele é nosso presidente pelos próximos quatro anos, pelo menos."

  A entrevista foi publicada na internet no último domingo (29), dois dias depois de Trump assinar o decreto que amplia as medidas americanas de veto a imigrantes e refugiados e também dificulta o processo de solicitação de visto para parte dos brasileiros. Não se sabe, no entanto, quando o ator, que é casado com a modelo brasileira Camila Alves, deu as declarações...Continue aqui.



  O barbeiro 'cósmico' que se transformou em celebridade internacional graças à internet.

  O indiano Baba Sen viralizou na internet, onde é conhecido como o “barbeiro cósmico”, por causa das massagens "energizantes" que oferece a seus clientes. Assista ao vídeo.

  Vídeos feitos pelos clientes em sua loja, na cidade de Pushkar, no nordeste do país, já foram vistos mais de 15 milhões de vezes.

  “Quando os clientes vêm, (eles dizem) ‘uau, você é muito famoso, já vi você no YouTube”, diz Baba Sen.



  “Minha energia me tornou famoso, o YouTube me tornou famoso, as pessoas me tornaram famoso.”

  Graças a isso, ele estrelou comerciais e diz já ter até massageado atores de Hollywood.

Mas como a técnica funciona?

  “Todo dia, acordo de manhã e faço ioga. Coleto minha energia quente, porque Pushkar é uma cidade muito, muito, muito sagrada”, diz ele.

“Depois, dou minha energia cósmica às pessoas” e...Continue aqui.



  Justiça francesa indicia suspeito chave de atentados de Paris.

  A justiça francesa indiciou na segunda-feira (30) Mohamed Abrini, suspeito chave dos atentados de Paris e Bruxelas, por seu suposto envolvimento nos atentados lançados na capital francesa em 13 de novembro de 2015, anunciaram seus advogados em um comunicado.

  Abrini, que havia sido detido em abril na Bélgica, foi levado na segunda-feira pelas autoridades deste país à França, por um dia, para seu indiciamento.



  Os investigadores consideram que este belga de 32 anos de origem marroquina ajudou os autores dos atentados de Paris (130 mortos).

  Abrini, conhecido como "o homem do chapéu", também é um dos suspeitos chave na investigação do duplo atentado de 22 de março em Bruxelas (32 mortos).

  A mesma célula terrorista lançou os dois ataques, que foram reivindicados pela organização extremista...Continue aqui.