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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

EUA: Número 2 do Fed confirma trajetória em alta dos juros

EUA: Número 2 do Fed confirma trajetória em alta dos juros

O vice-presidente do Federal Reserve (Fed), Stanley Fischer, disse confiar na economia dos Estados Unidos e confirmou a evolução em alta da taxa de juros com 2 ou 3 aumentos modestos no ano.
Fischer ecoou o otimismo da presidente do Fed Janet Yellen ao afirmar que o Fed tem "mais confiança no rumo" da economia e sobre o fato de saber "quando serão alcançadas as metas de pleno emprego e estabilidade de preços".
Em declaração à Bloomberg TV, confirmou a previsão dos membros do Fed, que em dezembro consideraram possível aumentar a taxa de juros duas ou três vezes em 0,25 ponto percentual durante 2017.
"Não quero dizer quanto, se serão dois ou três (altas), mas a tendência se ajusta ao que imaginávamos. Isso quer dizer que nos aproximamos da nossa meta de inflação de 2% e o mercado de trabalho se fortalece", disse.
"Se esses dois elementos se confirmarem, estaríamos dentro da trajetória (dos juros) que havíamos antecipado", completou.
fonte yahoo

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

  Ministro romeno renuncia após decreto que descriminaliza corrupção.

  O ministro de Comércio da Romênia, Florin Jianu, anunciou nesta quinta-feira (2) que a consciência e a ética o obrigam a apresentar sua renúncia após o governo social-democrata assinar um decreto que descriminaliza certos casos de corrupção e que provocou uma onda de protestos no país.

  Em mensagem publicada na rede social Facebook, Jiani explica que espera que o governo retifique o que considera um "erro" para que possa continuar seu trabalho e pede que sua renúncia não seja utilizada como arma política.

  Mais de 150 mil pessoas se manifestaram na quarta-feira nas principais cidades romenas para protestar contra o governo, que aprovou na última terça-feira pela via de urgência um decreto que descriminaliza os casos de corrupção que gerem ao Estado perdas inferiores a 44 mil euros.



  Nos casos abaixo desse número serão iniciados procedimentos administrativos e civis para recuperar o dinheiro e punir os responsáveis.

  O decreto do governo do primeiro-ministro Sorin Grindeanu, que assumiu o cargo no início de janeiro, gerou fortes críticas dentro e fora do país e provocou os maiores protestos populares desde a queda do comunismo na Romênia, em 1989.

  A oposição de centro-direita anunciou uma moção de censura, o principal órgão judicial prepara um recurso contra a medida e o presidente do país, Klaus Iohannis, pediu a intervenção do Tribunal Constitucional e a realização de um referendo sobre o...Continue aqui.



  Ameaça Trump será debatida em cúpula de Malta sobre crise da UE.

  Os líderes europeus vão discutir nesta sexta-feira (3), em Valeta, as várias crises que abalam a União Europeia, incluindo a nova administração dos Estados Unidos, percebida pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, como uma das ameaças que pesam sobre o bloco.

  "A mudança em Washington coloca a UE numa situação difícil, especialmente quando a nova administração parece questionar os últimos 70 anos da política externa americana", declarou Tusk em uma carta apocalíptica de convite aos líderes.

  Embora a reunião de Malta estivesse planejada para abordar um dos aspecto da crise migratória e o futuro da União Europeia após a partida do Reino Unido, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estará no centro dos debates da primeira cúpula europeia desde a sua chegada ao poder.

  Após sua eleição como presidente dos Estados Unidos, a União Europeia tornou-se um dos alvos de críticas de Trump, que celebrou o Brexit e chegou a assegurar que outros países devem seguir os passos do Reino Unido, enquanto que questionou a parceira americana na Otan.

  Suas críticas causaram mal estar entre os europeus, com o presidente francês, François Hollande, pedindo uma resposta "firme".

  "Vamos discutir as relações transatlânticas durante o Conselho Europeu informal de La Valetta na próxima sexta-feira", apontou o primeiro-ministro de Luxemburgo, Xavier Bettel.

  - Tomada de destino - A chegada de Trump representa uma "nova situação geopolítica", nas palavras de Tusk, quando a UE começa a se recuperar da crise financeira de 2008 e está pronta para enfrentar outros desafios no bloco, com a imigração ou o Brexit.

  E, na arena internacional, o presidente do Conselho alerta para uma China "mais firme" no mar e uma política "agressiva" da Rússia com a Ucrânia e os países vizinhos, assim como o papel do "islão radical" nas guerras no Oriente Médio e África.

  "A Europa já não pode confiar a outros a sua própria segurança (...) Temos de nos recuperar e tomar o destino nas nossas mãos", declarou uma fonte diplomática europeia, em declaração semelhante à feita recentemente pela influente chanceler alemã, Angela Merkel.



  A cúpula de Valeta, a este respeito, deve tratar de um assunto sensível para a UE: como cortar a rota migratória do Mediterrâneo central, que se tornou a principal rota para a Europa, onde transitaram mais de 181.000 migrantes em 2016.

  Malta, que detém a presidência rotativa da UE, procura alcançar um acordo semelhante ao alcançado com a Turquia em março passado, que reduziu drasticamente o número de migrantes e refugiados que chegaram da costa grega.

  No entanto, a situação política instável na Líbia complica uma possível solução.

  Merkel sugeriu na terça-feira na Suécia "conversar com o Egito, Tunísia, Marrocos e chegar a uma solução em conjunto".

  Paralelamente, a UE concentra-se na formação dos guardas costeiros líbios e no apoio financeiro, bem como na luta contra as redes de tráfico de seres humanos.

  Os líderes europeus concordaram em Bratislava, em uma reunião sem o Reino Unido, de reforçar a sua política de segurança e defesa antes da cúpula de 25 de março para marcar o 60º aniversário da fundação do projeto europeu.

  "O sinal mais importante que devemos expressar em Roma é que estamos prontos para nos unir", disse Tusk em sua carta de convite aos líderes que se reunirão durante a tarde na capital maltesa, sem a britânica Theresa May.

  Esta reunião poderia ser a última antes da notificação oficial do Brexit, se o processo parlamentar no Reino Unido...Continue aqui.



  Matthew McConaughey pede que Hollywood aceite e seja 'construtiva' com Trump.

  O ator Matthew McConaughey disse, em entrevista divulgada pelo canal do YouTube ChannelFi, que Hollywood deve aceitar Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e encontrar uma forma de trabalhar com ele. A declaração vai na contramão de uma série de protestos de artistas americanos, intensificados após a decisão do republicano de barrar refugiados e imigrantes de sete países de maioria muçulmana.

  Em meio a uma conversa sobre seu novo drama criminal, "Ouro", com estreia prevista para maio, McConaughey foi questionado se é hora de os atores e a elite cultural dos EUA "darem um tempo" na movimentação contrária ao presidente. "Eles não têm muita escolha", respondeu o vencedor do Oscar por "Clube de compras Dallas" (2013).



  "Ele é nosso presidente. E é uma época muito dinâmica e também dividida. É hora de abraçarmos, apertarmos as mãos com este fato e sermos construtivos com ele nos próximos quatro anos", continuou.

  Para o ator, mesmo os que discordam dos posicionamentos de Trump devem procurar maneiras de serem "construtivos" com o presidente. "Mesmo aqueles que mais discordam dos seus príncipios ou de coisas que ele disse ou fez - o que é outra coisa, vamos ver o que ele faz em comparação ao que disse -, não importa o quanto você discordou desse caminho, é hora de pensar como você pode ser construtivo. Porque ele é nosso presidente pelos próximos quatro anos, pelo menos."

  A entrevista foi publicada na internet no último domingo (29), dois dias depois de Trump assinar o decreto que amplia as medidas americanas de veto a imigrantes e refugiados e também dificulta o processo de solicitação de visto para parte dos brasileiros. Não se sabe, no entanto, quando o ator, que é casado com a modelo brasileira Camila Alves, deu as declarações...Continue aqui.



  Polícia esvazia Sinagoga durante desocupação de assentamento na Cisjordânia.

  A polícia israelense invadiu uma sinagoga onde estavam cerca de 200 manifestantes israelensesna manhã desta quinta-feira (2), em Amona, na Cisjordânia ocupada, um assentamento que está sendo esvaziado após decisão judicial, segundo a Associated Press.

  Centenas de integrantes de forças israelenses cercaram o templo e forçaram as portas. Eles jogaram água para dispersar os manifestantes que ainda resistiam. Jovens manifestantes foram arrastados para fora do imóvel.

  Em entrevista à Rádio Israel, o rabino de Amona disse que os manifestantes estavam resistindo pacificamente. Enquanto falava, era possível ouvir o barulho e pessoas gritando, ainda de acordo com a AP.

  O processo de desocupação, que começou na quarta-feira (1º), ainda não está completo. Cerca de 330 colonos israelenses moram em Amona, o maior de dezenas de postos avançados erguidos na Cisjordânia sem autorização oficial. Em novembro, após uma longa batalha legal, a Suprema Corte decidiu que os assentados tinham que deixar Amona porque suas casas foram construídas em terras de propriedade particular de palestinos.

  Mais cedo, a polícia já tinha retirado os manifestantes escondidos em uma pequena casa nas proximidades. A polícia afirma que os manifestantes feriram levemente pelo menos 24 agentes durante a ação e 13 jovens foram presos.



Política de assentamentos

  Na quarta-feira, Israel anunciou a construção de 3 mil casas adicionais de colonização na Cisjordânia ocupada, a quarta medida deste tipo em menos de duas semanas após a posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A decisão prolonga a dinâmica israelense adotada após a mudança de governo em Washington.

  As colônias, assentamentos civis israelenses nos territórios palestinos ocupados, são ilegais do ponto de vista do direito internacional. Grande parte da comunidade internacional as considera o maior obstáculo para paz entre israelenses e palestinos, meta distante há décadas.

  Quase 400 mil colonos israelenses vivem em meio a quase 2,6 milhões de palestinos na Cisjordânia.

  A expansão das colônias, política sustentada por todos os governos israelenses desde 1967, avança progressivamente no território da Cisjordânia e ameaça tornar impossível a criação de um Estado palestino independente que coexistiria com...Continue aqui.


 

  Justiça francesa indicia suspeito chave de atentados de Paris.

  A justiça francesa indiciou na segunda-feira (30) Mohamed Abrini, suspeito chave dos atentados de Paris e Bruxelas, por seu suposto envolvimento nos atentados lançados na capital francesa em 13 de novembro de 2015, anunciaram seus advogados em um comunicado.

  Abrini, que havia sido detido em abril na Bélgica, foi levado na segunda-feira pelas autoridades deste país à França, por um dia, para seu indiciamento.



  Os investigadores consideram que este belga de 32 anos de origem marroquina ajudou os autores dos atentados de Paris (130 mortos).

  Abrini, conhecido como "o homem do chapéu", também é um dos suspeitos chave na investigação do duplo atentado de 22 de março em Bruxelas (32 mortos).

  A mesma célula terrorista lançou os dois ataques, que foram reivindicados pela organização extremista...Continue aqui.


 

  Governo britânico revela ao parlamento plano para a saída do Reino Unido da UE.

  O governo britânico publicou nesta quinta-feira (2) o documento oficial em que estabelece os seus planos para dar início ao afastamento do Reino Unido da União Europeia, conhecido como Brexit, segundo a BBC.

  O controle da migração e "assumir o controle das próprias leis" estão entre os 12 princípios do governo que foram detalhados em um "Documento Branco" (documentos sobre políticas produzidos pelo governo nos quais estabelecem suas propostas para legislações futuras).



  O Partido Trabalhista, da oposição, afirmou que o documento "não diz nada" e tinha sido produzido tarde demais para um assunto tão relevante.

  A Suprema Corte britânica determinou que a primeira-ministra, Theresa May, precisa buscar a aprovação parlamentar antes de acionar o Artigo 50 do Tratado de Lisboa, que dá início às discussões com os 27 países do bloco. Em princípio,A Suprema Corte britânica determinou que a primeira-ministra, Theresa May, precisa buscar a aprovação parlamentar antes de acionar o Artigo 50 do Tratado de Lisboa, que dá início às discussões com os 27 países do bloco. Em princípio,May queria simplesmente usar seus poderes executivos conhecidos como "prerrogativa real" para começar as discussões....Continue aqui.




  Conselho Europeu diz que chegou a hora de fechar rota migratória Líbia-Itália.

  O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, assegurou nesta quinta-feira (2) que "chegou a hora de fechar a rota" migratória entre Líbia e Itália, um objetivo, em sua avaliação, ao "alcance" dos europeus.

  "Chegou a hora de fechar a rota da Líbia para a Itália", assegurou Tusk, um dia antes de os chefes de Estado europeus abordarem esta rota do Mediterrâneo central em uma cúpula informal em La Valeta.

  "Posso lhes assegurar que está ao nosso alcance. O que precisamos é uma total determinação de fazê-lo", acrescentou o presidente do Conselho, em coletiva de imprensa, em Bruxelas, ao lado do chefe de governo de unidade nacional líbio, Fayez al Sarraj.



  A UE "demonstrou capacidade de fechar rotas migratórias", assegurou Tusk, em alusão ao pacto fechado, em março de 2016, com a Turquia, que reduziu consideravelmente a chegada de migrantes à costa grega, a maioria sírios fugindo da guerra.

  As chegadas à costa italiana alcançaram cifras recorde em 2016, com mais de 180 mil migrantes. Quatro mil e quinhentas pessoas morreram tentando chegar à Europa.

  Al Sarraj mostrou a predisposição de seu governo para frear o fluxo de migrantes e lutar contra o tráfico de seres humanos, embora tenha exigido à UE adotar mecanismos "mais concretos" para ajudar seu país e uma maior ajuda econômica.

  A Comissão Europeia propôs no fim de janeiro um apoio reforçado à guarda costeira líbia e às agências da ONU que socorrem os migrantes na Líbia, mas ainda precisa convencer sobre uma maior contribuição financeira aos...Continue aqui.



  Marmota Phil 'prevê' mais seis semanas de inverno nos EUA.

  Durante tradicional evento na Pensilvânia (EUA), a marmota Phil de Punxsutawney deixou sua toca nesta quinta-feira (2) para “ver” sua própria sombra e previu mais seis semanas de inverno. Dezenas de pessoas acompanharam a previsão climática da famosa marmota.

  Foi a 131ª previsão da marmota Phil, uma tradição na cidade de Punxsutawney, na Pensilvânia, que remonta a 1886. Durante a cerimônia, o animal é observado por membros do Clube da Marmota de Punxsutawney vestidos de fraque e cartola.

  O animal apresentado sempre se chama Phil e a lenda em torno da cerimônia diz que se trata efetivamente do mesmo animal -- apesar de isso na verdade ser impossível, já que as marmotas vivem apenas cerca de seis anos.



  A tradição de observar o comportamento do roedor remonta aos imigrantes alemães que se estabeleceram na região. A superstição diz que se o animal que está hibernando sair da toca e sua sombra aparecer no dia 2 de fevereiro, o inverno deve durar mais seis semanas.

  Se nenhuma sombra for vista, a primavera virá mais cedo. Os fazendeiros da área utilizavam o método para tomar decisões sobre a semeadura dos campos.

  A cerimônia, conhecida como "Groundhog Day", aparece no filme "O feitiço do tempo".

  Desde que a tradição começou, Phil viu sua sombra mais de 100 vezes e não a viu outras 18 vezes. Algumas...Continue aqui.



  Trump adverte formalmente o Irã por teste de míssil e fala de acordo nuclear 'desastroso'.

  O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (2) ter advertido formalmente o Irã por seu recente teste de míssil, uma ação estimulada, segundo ele, pelo "desastroso" acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano.

  "O Irã foi formalmente ADVERTIDO por ter lançado um míssil balístico. Deveria agradecer ao desastroso acordo que os Estados Unidos assinaram com eles!", afirmou Trump no Twitter, repetindo os comentários similares do assessor de Segurança Nacional, Michael Flynn, na quarta-feira.

  Nem Trump nem Flynn esclareceram quais consequências poderá ter a advertência em termos práticos.

  "O Irã estava exausto e quase desabando até que chegaram os Estados Unidos e o salvaram com o acordo: 150 bilhões de dólares", acrescentou o presidente em seu tuíte, referindo-se ao total que, segundo ele, representam as sanções levantadas em troca do acordo nuclear alcançado em junho de 2015 pelas seis grandes potências mundiais.



  Na véspera, o ministro da Defesa iraniano, general Hossein Dehghan, confirmou a realização de um teste de míssil, denunciado pelos Estados Unidos, e afirmou que isso não constitui uma violação do acordo nuclear.

  "Esta ação não está em contradição com o acordo nuclear, nem com a resolução 2231" que o ratificou, declarou Dehghan, acrescentando que o teste ocorreu no âmbito "do prosseguimento no programa defensivo" do Irã.

  A resolução 2231 pede ao Irã que não realize qualquer atividade vinculada a mísseis balísticos capazes de transportar uma ogiva nuclear.

  O Irã sempre afirmou que seus mísseis não são concebidos para levar armas nucleares. "Temos um programa para produzir equipamentos defensivos dentro de nossos interesses nacionais e ninguém pode influenciar nossa decisão", acrescentou.

'Inaceitável'

  A nova embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, declarou, por sua vez, que o teste com mísseis balísticos de médio alcance, realizado pelo Irã no último fim de semana, é algo "absolutamente inaceitável".

  "Teerã sabe que não deve fazer testes de mísseis balísticos", disse Haley.

  O míssil lançado no domingo é capaz de levar uma carga útil de 500 kg e tinha um alcance de 300 km, descreveu a embaixadora ante o Conselho de Segurança reunido para debater o tema.

  Na terça-feira, sem mencionar ou confirmar o teste, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohamad Javad Zarif, havia alertado os Estados Unidos para não criar "novas tensões" por causa do programa de mísseis balísticos do Irã.

  "Esperamos que a questão do programa de defesa do Irã [...] não seja utilizada como um pretexto" pela nova administração americana para "provocar novas tensões tensões", declarou Zarif.

Reação internacional

  A União Europeia também expressou sua preocupação quanto ao programa de mísseis iraniano e pediu que Teerã não "aprofunde as desconfianças" realizando testes balísticos.

  Além dos Estados Unidos, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, denunciou o lançamento do míssil balístico iraniano e informou que trataria deste assunto com o presidente americano no encontro previsto para acontecer em 15 de fevereiro em Washington.

  A Rússia foi o único país a reagir a favor do Irã a respeito do suposto teste de mísseis, ao afirmar que a reunião de emergência do Conselho de Segurança é uma "tentativa de...Continue aqui.



  Exército sírio expulsa Estado Islâmico de mais de 30 regiões.

  O exército sírio anunciou nesta quinta-feira (2) ter reconquistado 30 localidades sob controle do Estado Islâmico (EI) na província de Aleppo.

  Após uma ofensiva de 20 dias, o exército sírio tomou, em particular, o controle de uma parte da estrada que une a cidade de Aleppo com a de Al Bab, último reduto do EI na província de Aleppo.

  Al Bab está praticamente cercada pelos rebeldes sírios apoiados pelo exército turco.

  O avanço do exército do presidente Bashar al-Assad na província de Aleppo começou a se esboçar depois da reconquista da cidade de mesmo nome.



  O exército pôde, "durante uma vasta operação militar iniciada há 20 dias, retomar o controle de mais de 32 localidades e aldeias a nordeste de Aleppo, ocupando uma superfície total de 250 quilômetros quadrados", informou a agência oficial síria Sana, citando um comunicado do exército.

  O exército afirmou que havia recuperado 16 km da estrada Aleppo-Al Bab.

  As forças turcas e rebeldes atacam Al Bab desde o norte, mas têm dificuldades para conquistar a cidade, onde o EI entrincheirou suas forças.

  O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, lançou em agosto de 2016 uma ofensiva militar na Síria para expulsar os extremistas da zona fronteiriça e conter o avanço dos curdos no...Continue aqui.



  Rebelião em prisão de Delaware termina com um agente carcerário morto.

  Uma rebelião em uma prisão de Delaware, na costa leste dos Estados Unidos, que começou nesta quarta-feira depois de vários guardas terem sido feitos reféns, foi concluída nesta quinta-feira (2) com a morte de um dos agentes sequestrados. O motivo da morte não está claro.

  Os detentos do Centro Correcional James T. Vaughn, uma prisão masculina na cidade de Smyrna, exigiam melhores condições e uma chance de conversar com autoridades superiores, de acordo com reportagens da mídia local.

  As exigências dos detentos foram relatadas pelo site do News Journal de Delaware, que citou conversas telefônicas com pessoas dentro do presídio e que foram repassadas por familiares de prisioneiros.

  Cerca de 14 detentos foram libertados do cerco às 12h30 locais e transferidos para outra parte do presídio. A Polícia Estadual de Delaware invadiu o centro de detenção hoje e encontrou os dois agentes que foram feitos reféns pelos presos, um deles morto e o outro ainda com vida, em "estado de alerta".



  Na operação, as autoridades recuperaram o controle do presídio. A rebelião começou pouco depois das 10h30 de quarta (13h30 em Brasília) em uma ala da prisão no qual viviam 125 preses, o que provocou um alerta em toda a segurança do estado.

Funcionários liberados

  Antes da ação, dois outros funcionários foram libertados na quarta-feira. Um dos funcionários libertados foi levado a um hospital com ferimentos, mas sem risco de morte, disse o sargento Richard Bartz, porta-voz da Polícia Estadual de Delaware.

  Veículos blindados, equipes da unidade de Armas e Táticas Especiais (Swat, na sigla em inglês) e paramédicos de equipes de emergência foram à área da prisão, relatou o News Journal, e imagens aéreas do canal WPVI mostraram dezenas de agentes uniformizados em formação.

  "Colocamos todos os recursos que temos à disposição para retirar nossos funcionários", disse o governador de Delaware, John Carney, em uma coletiva de imprensa na noite de quarta-feira.

  O governador de Delaware, John Carney, afirmou que está investigando os motivos da rebelião e...Continue aqui.



  Centenas de refugiados são barrados no Nepal pelo decreto de Trump.

  Centenas de butaneses que viajariam para os Estados Unidos dentro de um programa de realocação de refugiados ficaram em um limbo no Nepal após a decisão do governo de Trump de suspender a chegada dessas pessoas.

"Como o presidente dos EUA suspendeu o programa de admissão de refugiados, não haverá nenhuma saída a partir do dia 3 de fevereiro até nova ordem", informou Deepesh Das Shrestha, um funcionário do Alto Comissariado para os Refugiados (Acnur), ao confirmar os termos da instrução determinada pelos EUA.



A Organização Internacional de Migrações (OIM), que estava coordenando a realocação dos refugiados butaneses, anunciou a suspensão aos moradores do acampamento do distrito de Jhapa, a cerca de 700 quilômetros de Katmandu, disse uma fonte do órgão.

Consultada pela Efe, a embaixada dos EUA no Nepal não quis comentar a instrução, que afeta centenas de pessoas.

O ativista Bhumpa Rei, defensor dos direitos dos refugiados butaneses, disse que cerca de mil pessoas esperam a viagem para os EUA, alguns deles com complicações médicas. No total, há 11.185 refugiados do país em acampamentos do Nepal.

Cerca de 105 mil butaneses, a maior parte deles da etnia lhotshampa, fugiram na década de 1990 para o Nepal para fugir do governo do Butão. Em 1992, a Acnur assumiu a responsabilidade sobre a comunidade diante da negativa das autoridades butanesas de aceitarem sua readmissão. Em 2008, em colaboração com a OIM, a ONU iniciou um programa de realocação em oito países diferentes.

  Já foram realocados 107 mil butaneses, fundamentalmente no Canadá e EUA. Mas eles também foram levados para Nova Zelândia, Austrália, Dinamarca, Noruega, Reino Unido e Holanda.

  Trump ordenou na última sexta-feira a suspensão da entrada de todos os refugiados no...Continue aqui.