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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Trump e primeiro-ministro japonês participam de golfe diplomático

Trump e primeiro-ministro japonês participam de golfe diplomático

JUPITER, Flórida (Reuters) - O presidente Donald Trump e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, estreitaram o relacionamento durante uma partida diplomática de golfe neste sábado.
Ambos praticaram o esporte no Trump National Golf Club em Jupiter, na Flórida. A Casa Branca não informou se havia outros jogadores no evento cuja participação dos repórteres não foi permitida.
Abe viajou à Flórida com o novo presidente dos EUA, no Air Force One, após uma reunião mais formal na Casa Branca, na sexta-feira. A excursão deste fim de semana é a primeira no qual Trump utilizou seu resort para entreter um líder internacional.
Washington e Tóquio informaram que a viagem deste fim de semana é um sinal da importância que os dois líderes pontuam na relação EUA-Japão.
Abe, em particular, procurou aliviar as preocupações do Japão sobre o destino da aliança de décadas sob a gestão Trump, que levantou preocupações sobre os gastos militares dos EUA no Japão durante a campanha eleitoral presidencial de 2016.
Na coletiva de imprensa na sexta-feira, Trump e Abe focaram em áreas de interesse comum, com Trump deixando de lado as promessas de campanha para forçar Tóquio a pagar mais pela defesa dos EUA e Abe prometendo ajudar os Estados Unidos na criação de trabalhos.
(Por Ayesha Rascoe)
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Shakira diz que veto de Trump é ataque "contra todos os seres humanos"

Shakira diz que veto de Trump é ataque "contra todos os seres humanos"

Nova York, 10 fev (EFE).- A cantora colombiana Shakira se uniu ao coro de vozes contra as medidas migratórias impulsionadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em carta aberta na edição digital da revista "Time".
"Perseguição a qualquer grupo por motivos religiosos ou de raça é ilegal e inconstitucional nos Estados Unidos. Ponto", escreveu a cantora.
Para a estrela colombiana, a proposta de vetar a entrada de cidadãos de sete países não só é um ataque aos muçulmanos e refugiados, mas também "contra todos os seres humanos, e em particular os que necessitam de mais proteção".
"Temos que estar vigilantes e não permitir que a intolerância e o ódio cresçam ou que se racionalizem sob o argumento de 'proteger nosso povo'", denunciou a cantora, que também é embaixadora da boa vontade do Unicef.
Shakira advertiu que caso seja permitido discriminar muçulmanos, o mesmo pode acontecer a outros grupos minoritários, "seja fechando as fronteiras a grupos supostamente perigosos ou pisoteando os direitos humanos de outras formas".
"Os muçulmanos são 'nossa gente'. São seres humanos que têm filhos, necessidades e sonhos como o resto de nós. Nem todos os muçulmanos são terroristas e, a propósito, nem todos os terroristas são muçulmanos", acrescentou a artista.
A cantora colombiana também frisou que os latinos não vão aos EUA "para roubar empregos", mas para buscar uma oportunidade de tentar obter uma vida melhor, algo do qual o país "sempre se orgulhou de representar".
"Não deveríamos estar diferenciando nenhum grupo por sua raça, classe ou religião, porque segundo a Constituição é irrelevante para seus direitos como cidadãos. Qualquer um que vai aos EUA e escolhe levantar sua bandeira e defender seus princípios é 'nossa gente'", acrescentou. EFE
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Líbano dá novo passo rumo à descriminalização da homossexualidade

Líbano dá novo passo rumo à descriminalização da homossexualidade

Kathy Seleme.
Beirute, 11 fev (EFE).- Um juiz do Líbano deu um novo passo rumo à descriminalização da homossexualidade no país, que ainda registra perseguições e maus-tratos embora seja o mais liberal e tolerante do Oriente Médio em relação à comunidade LGBT.
O juiz Rabih Maaluf pôs em interdição o artigo 534 do código penal, pelo qual "qualquer interação sexual contrária à ordem natural é punida com um ano de prisão".
O magistrado emitiu uma sentença a favor da liberdade sexual com base no artigo 183, segundo o qual "não é crime exercer um direito se não abusar do exercício do mesmo", como explicou em comunicado a ONG libanesa Agenda Legal.
Além disso, o juiz Maaluf defendeu o princípio de igualdade entre os cidadãos como "um dos mais importantes pilares de uma sociedade democrática" e que cada indivíduo tem que poder desfrutar de seus direitos pessoais "embora sejam rechaçados por parte da sociedade".
A sentença também confirmou o direito dos homossexuais a ter relações íntimas com quem quiserem, sem discriminação, segundo a Agenda Legal que, junto à ONG Helem, oferecem assistência legal e fazem campanhas a favor do coletivo LGBT há anos no país.
A porta-voz da Helem, Ghinua Samhat, disse à Agência Efe que a sentença é "um passo para frente", já que mostra que estas pessoas "são normais, não são criminosas e nem cometeram crimes para que sejam julgadas por eles".
"Estamos no século XXI: o Líbano deve avançar e é obrigado a aplicar as convenções internacionais", acrescentou Samhat, que pediu ao parlamento libanês a revogação do artigo 534.
Maaluf decidiu que privar esses indivíduos de seus direitos pessoais é "uma violação dos direitos humanos básicos reconhecidos nas leis libanesas e internacionais".
O juiz também lembrou que a Organização Mundial da Saúde considerou que a homossexualidade não é uma doença nem um transtorno e, portanto, não necessita ser tratada.
Samhat lembrou que os homossexuais, transexuais e bissexuais são detidos e maltratados pelas forças de segurança libanesas, e submetidos a explorações anais para averiguar se tiveram relações sexuais, como também denunciou a organização internacional Human Rights Watch (HRW).
Essa prática foi vetada em 2014 pelo Colégio de Médicos do Líbano, que a qualificou como "teste da vergonha" e prometeu medidas disciplinares aos que realizarem o procedimento.
A polícia libanesa costuma fazer batidas nos locais frequentados pela comunidade LGBT, deter "suspeitos" e, inclusive, acusar indivíduos de terem uma orientação sexual "não natural" de forma arbitrária, após coletar depoimentos sob tortura ou espionar comunicações privadas.
O ex-deputado e professor de Direito Salah Honein disse à Agência Efe que "é uma barbárie falar de crime penal" no caso da homossexualidade.
"Aquilo que era contra a natureza nos anos 50, quando foi escrito o artigo 534, não é mais nos dias de hoje. As sociedades evoluem", destacou.
Honein acrescentou que os passos dados por alguns juízes rumo à descriminalização da homossexualidade são "um impulso em direção à modernização e à humanização da sociedade" libanesa, na qual os direitos básicos individuais ainda não são plenamente respeitados.
O juiz Maaluf não foi o primeiro a seguir essa linha. Em 2014, um tribunal libanês rejeitou um caso contra uma mulher transexual, acusada de ter relações com um homem, ao opinar que a homossexualidade já não pode ser considerada um crime.
Desde 2009 e antes da sentença de Maaluf, três juízes tinham rejeitado julgar indivíduos com base no artigo 534, ao considerarem que as relações homossexuais não vão contra a natureza no século XXI. EFE
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Mais de 421.000 colonos israelenses na Cisjordânia ocupada no fim de 2016 (ONG)

Mais de 421.000 colonos israelenses na Cisjordânia ocupada no fim de 2016 (ONG)

Mais de 421.000 colonos israelenses viviam no fim de 2016 na Cisjordânia, território palestino ocupado por Israel há 50 anos, ou seja 3,9% a mais que em 2015, indicou nesta quinta-feira (9) Yesha, principal organização de colonos.
Estes números levam em conta os israelenses que vivem na Cisjordânia ocupada, mas não em Jerusalém Oriental ocupada e anexada, onde, segundo o Jerusalem Institute for Israel Studies, 203.490 israelenses viviam em bairros de colonização em 2014.
Estas estimativas são publicadas após o Parlamento de Israel adotar, nesta semana, uma polêmica lei que facilita a apropriação de centenas de hectares de terras palestinas na Cisjordânia.
A lei, adotada na segunda-feira (6), possibilita que Israel exproprie, sob compensação, os proprietários palestinos de terrenos particulares situados na Cisjordânia ocupada e onde os colonos israelenses construíram sem autorização.
O objetivo é legalizar, de acordo com o Direito israelense, as chamadas colônias "selvagens", que não obtiveram todas as autorizações necessárias dos responsáveis israelenses, e evitar demolições por decisão judicial.
Duas organizações de defesa dos direitos humanos enviaram, na quarta-feira (8), o primeiro recurso para a Suprema Corte para anular a lei.
Nas últimas semanas Israel considerou que o novo presidente Donald Trump é mais favorável a suas políticas e, aproveitando sua chegada, realizou cinco anúncios de colonização que envolvem seis mil moradias na Cisjordânia e Jerusalém Oriental ocupadas.
Israel diferencia as colônias reconhecidas das "selvagens". Mas a Cisjordânia é um território ocupado por Israel desde 1967 e de acordo com o Direito Internacional, todas as colônias lá são ilegais.
Uma grande parte da comunidade internacional considera a colonização como um obstáculo para a paz entre israelenses e palestinos.
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Começa a contagem regressiva para o carnaval na Cidade do Samba

Começa a contagem regressiva para o carnaval na Cidade do Samba

Rio de Janeiro, 10 fev (EFE).- Luciano Costa trabalha em um dos barracões da Cidade do Samba, o imenso complexo que abriga as oficinas das escolas de samba do Rio de Janeiro que estão no Grupo Especial e que cuidam dos últimos preparativos para os desfiles no Sambódromo.
Assim como ele, cerca de 400 pessoas se apressam para cuidar de cada detalhe das fantasias e dos carros alegóricos que a Portela exibirá na Marquês de Sapucaí durante os desfiles, que neste ano serão realizados nos dias 26 e 27 de fevereiro.
"O carnaval cresceu muito. Antigamente, era muito mais difícil de prepará-lo, tínhamos que criar tudo, era preciso ler muito, estudar artes, mas agora um artesão pode ser um carnavalesco", comentou Luciano, que trabalha na montagem do carnaval há 35 anos.
"Quem ousa, vence", adverte um cartaz no barracão da Portela, onde se misturam imponentes carros alegóricos com até oito metros de altura, com anjos gigantes, sapos coloridos, figuras monumentais, espelhos, flores, lantejoulas e plumas de todas as cores e tamanhos.
"Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar" é o samba-enredo de 2017 da Portela, que, como as outras escolas, guarda a sete chaves os detalhes sobre as fantasias e os carros alegóricos que serão utilizados.
"O fator surpresa durante o desfile é fundamental", disse Fábio Pavão, presidente do Conselho Deliberativo da Portela, que revelou que a escola homenageará antigas civilizações e lendas locais com mais de 3,5 mil pessoas no Sambódromo.
No barracão da Portela trabalham cerca de 400 pessoas, mas "há trabalhadores durante o ano todo porque quando um carnaval termina, já se pensa no próximo. São feitas algumas propostas e a diretoria da escola escolhe", explicou Pavão.
A partir daí, começa o processo de criação, que inclui o projeto e a produção de tudo para o carnaval, dos carros alegóricos, das fantasias e de um texto que servirá para a composição da música e da coreografia.
"São produzidos vários sambas. Neste ano, foram 29. Então, entre agosto e outubro fazemos um concurso interno na escola no qual esses sambas são apresentados, até que resta um, que é o vencedor e é o que cantamos na avenida", detalhou.
Financiar os altíssimos custos do desfile é um desafio para as escolas de samba, que realizam atividades durante o ano e buscam patrocinadores, embora a principal fonte de ingressos seja a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa).
"A Liesa tem três ramos distintos: os direitos de televisão, que é a principal fonte agora, a arrecadação por venda de ingressos para o carnaval e a ajuda da Prefeitura do Rio de Janeiro (R$ 2 milhões)", resumiu Pavão.
Neste ano, a recessão econômica que assola o Brasil e a profunda crise que afeta o estado do Rio de Janeiro complicaram a produção do carnaval.
"É mais difícil encontrar patrocinadores e os materiais custam mais caro. Neste momento, é preciso usar mais a criatividade, se adaptar para reduzir os custos. Assim, muitas vezes acaba melhorando o carnaval, o espetáculo acaba sendo melhor", disse Pavão. EFE
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RJ já preveniu governo federal que pode precisar de ajuda na segurança pública, diz Pezão

RJ já preveniu governo federal que pode precisar de ajuda na segurança pública, diz Pezão

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Em meio a um clima de tensão no Estado, protestos e novos rumores de greve de policiais militares, o governador do Estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB), pediu há alguns dias ao governo federal para que tropas federais fiquem de prontidão para uma eventual ajuda às forças policiais do Rio de Janeiro.
"É um pedido para que eles fiquem de prontidão para alguma eventualidade que possa acontecer. E, na verdade, esse pedido já está feito há 21 dias", disse Pezão à Reuters.
Pezão teria apresentado o pedido informal aos ministros da Defesa, Raul Jungmann, e, da Justiça, Alexandre de Moraes, em uma das várias idas à Brasília para negociar com o governo federal o pacote de ajuste fiscal do Estado. A solicitação prevê que Força Nacional e Forças Armadas possam atuar em caso de a situação da segurança se agravar no Estado.
Na semana passada, um policial civil chegou a ser preso depois de atirar contra a segurança da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro durante um protesto que aconteceu na volta do recesso legislativo.
“Acho esse pedido do governador razoável e temos visto ocorrer nos Estados na hora da necessidade e o Rio já socorreu às forças federais diversas vezes”, disse a jornalistas o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB).
Durante o período Olímpico e Paralímpico na cidade, Força Nacional e Forças Armadas atuaram no Rio de Janeiro juntamente com as forças de segurança locais.
Nesta quinta-feira, houve novos protestos e confrontos entre policiais e manifestantes nas cercanias da Assembléia.
“Os protestos não terão influência nas votações da Alerj, mas esse clima que está hoje tensiona toda a sociedade carioca e fluminense. Por isso , é preciso botar salários em dia, dar paz e reestabelecer nível de investimento, além de gerar emprego”, disse Picciani. "Sem segurança não há paz nem crescimento econômico."
Para aumentar ainda mais o ambiente tenso no Rio de Janeiro, durante toda a semana houve rumores nas redes sociais de que os policiais militares do Estado poderiam fazer uma greve nos moldes do movimento do Espírito Santo onde os PMs foram impedidos por seus familiares de deixar os quartéis, o que vem gerando uma onda de crimes, saques e violência.
Alguns policiais que participaram do ato desta quinta na Alerj confirmaram a possibilidade de protesto a partir de sexta-feira. Já segundo o Palácio Guanabara, o comando da PM não confirma a possibilidade de greve na sexta.
O governador Pezão reuniu na quarta-feira a cúpula da Segurança Pública do Estado e anunciou medidas favoráveis para acalmar a tropa como a definição do calendário de pagamento dos agentes de segurança bem como o pagamento da terceira parcela, de um total de cinco, do aumento das forças de segurança, mesmo diante da grave crise financeira estadual.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
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Banco Intermedium prevê 1 milhão de clientes em 2018 e já mira IPO

Banco Intermedium prevê 1 milhão de clientes em 2018 e já mira IPO

SÃO PAULO (Reuters) - O Banco Intermedium planeja multiplicar por 10 sua base de clientes para atingir um milhão até o fim de 2018, quando pretende ter adiantado os planos para listagem em bolsa, disse à Reuters o principal executivo do banco mineiro.
Criado há três anos, o banco digital de varejo é parte dos planos da família fundadora da construtora MRV Engenharia de potencializar o banco para ser um braço financeiro da construtora.
O plano agora é fazer do Intermedium um portal de produtos financeiros, oferecendo produtos próprios e de parceiros, como de crédito, seguros e investimentos.
"Vamos ser o primeiro marketplace de finanças do país", disse o presidente do grupo, João Vítor Menin, filho de Rubens Menin, fundador e presidente da MRV.
Os planos vêm na esteira da expansão das empresas de prestação de serviços financeiros com base toda tecnológica, as fintechs, oferecendo custos baixos e agilidade como forma de se contrapor a juros e taxas elevados dos bancos tradicionais.
Segundo Menin, no entanto, o Intermedium tem uma estrutura financeira mais robusta do que das chamadas startups. Criado em 1994, o Intermedium já tem todas as principais autorizações do Banco Central para operar como banco múltiplo.
O Intermedium fechou 2016 com 3,3 bilhões de reais em ativos próprios, 4,8 bilhões de reais em ativos sob gestão e uma carteira de crédito de 2,3 bilhões de reais, da qual empréstimos imobiliários respondem por mais da metade.
Porém, como as fintechs, o banco opera sem agências físicas, o que lhe rende um custo administrativo muito inferior ao dos grandes bancos. Com uma equipe relativamente modesta de 480 funcionários, o Intermedium está chegando à marca de 100 mil correntistas nesta semana, o dobro de cinco meses atrás. A meta é elevar essa base para 350 mil até dezembro e para um milhão no fim de 2018.
O modelo do negócio é parecido com os de outras empresas financeiras com operação exclusivamente digital, como a XP Investimentos e o Nubank, de cartões de crédito.
No mercado, Intermedium, XP e Nubank têm sido chamados de "Os Três Mosqueteiros", numa referência ao discurso similar do grupo de oferecer serviços financeiros sem tarifas, com maior sortimento de produtos e agilidade do que nos bancos de varejo.
Segundo Menin, mesmo sem as receitas de tarifas, o modelo do negócio é mais adequado à realidade atual, na qual um ambiente de custo inicial zero faz parte de uma estrutura para proporcionar experiências positivas e interesse por consumo.
"E os clientes que temos conseguido têm mostrado grande potencial de consumo de produtos", disse Menin.
Ainda em 2017, segundo o executivo, o banco deve expandir a oferta de produtos, incluindo consórcios e conta corrente para empresas de pequeno e médio portes, também sem tarifas.
CAPITAL PARA CRESCER
Para sustentar a expansão dos negócios, nos últimos cinco anos o Intermedium recebeu três aportes de capital dos Menin, que têm 75 por cento do banco, e de outro acionista minoritário. Isso tem permitido à companhia crescer e dar lucro.
Em 2016, o lucro foi de 25,5 milhões de reais, com rentabilidade sobre o patrimônio de 8 por cento, o que Menin considera satisfatório para uma empresa em crescimento acelerado e de capital fechado.
Para manter o ritmo de expansão, no entanto, Menin diz que novos recursos serão necessários, mas considera menos provável que isso implique a chegada de um sócio estratégico, especialmente se for de um banco de grande porte.
"Teria que haver um grande alinhamento de interesses, mas a natureza do nosso negócio é muito diferente", disse o executivo. "Não faria sentido alguém comprar o banco só para tirá-lo do mercado, seria prejuízo para todos."
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

  Ministro romeno renuncia após decreto que descriminaliza corrupção.

  O ministro de Comércio da Romênia, Florin Jianu, anunciou nesta quinta-feira (2) que a consciência e a ética o obrigam a apresentar sua renúncia após o governo social-democrata assinar um decreto que descriminaliza certos casos de corrupção e que provocou uma onda de protestos no país.

  Em mensagem publicada na rede social Facebook, Jiani explica que espera que o governo retifique o que considera um "erro" para que possa continuar seu trabalho e pede que sua renúncia não seja utilizada como arma política.

  Mais de 150 mil pessoas se manifestaram na quarta-feira nas principais cidades romenas para protestar contra o governo, que aprovou na última terça-feira pela via de urgência um decreto que descriminaliza os casos de corrupção que gerem ao Estado perdas inferiores a 44 mil euros.



  Nos casos abaixo desse número serão iniciados procedimentos administrativos e civis para recuperar o dinheiro e punir os responsáveis.

  O decreto do governo do primeiro-ministro Sorin Grindeanu, que assumiu o cargo no início de janeiro, gerou fortes críticas dentro e fora do país e provocou os maiores protestos populares desde a queda do comunismo na Romênia, em 1989.

  A oposição de centro-direita anunciou uma moção de censura, o principal órgão judicial prepara um recurso contra a medida e o presidente do país, Klaus Iohannis, pediu a intervenção do Tribunal Constitucional e a realização de um referendo sobre o...Continue aqui.



  Matthew McConaughey pede que Hollywood aceite e seja 'construtiva' com Trump.

  O ator Matthew McConaughey disse, em entrevista divulgada pelo canal do YouTube ChannelFi, que Hollywood deve aceitar Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e encontrar uma forma de trabalhar com ele. A declaração vai na contramão de uma série de protestos de artistas americanos, intensificados após a decisão do republicano de barrar refugiados e imigrantes de sete países de maioria muçulmana.

  Em meio a uma conversa sobre seu novo drama criminal, "Ouro", com estreia prevista para maio, McConaughey foi questionado se é hora de os atores e a elite cultural dos EUA "darem um tempo" na movimentação contrária ao presidente. "Eles não têm muita escolha", respondeu o vencedor do Oscar por "Clube de compras Dallas" (2013).



  "Ele é nosso presidente. E é uma época muito dinâmica e também dividida. É hora de abraçarmos, apertarmos as mãos com este fato e sermos construtivos com ele nos próximos quatro anos", continuou.

  Para o ator, mesmo os que discordam dos posicionamentos de Trump devem procurar maneiras de serem "construtivos" com o presidente. "Mesmo aqueles que mais discordam dos seus príncipios ou de coisas que ele disse ou fez - o que é outra coisa, vamos ver o que ele faz em comparação ao que disse -, não importa o quanto você discordou desse caminho, é hora de pensar como você pode ser construtivo. Porque ele é nosso presidente pelos próximos quatro anos, pelo menos."

  A entrevista foi publicada na internet no último domingo (29), dois dias depois de Trump assinar o decreto que amplia as medidas americanas de veto a imigrantes e refugiados e também dificulta o processo de solicitação de visto para parte dos brasileiros. Não se sabe, no entanto, quando o ator, que é casado com a modelo brasileira Camila Alves, deu as declarações...Continue aqui.



  O barbeiro 'cósmico' que se transformou em celebridade internacional graças à internet.

  O indiano Baba Sen viralizou na internet, onde é conhecido como o “barbeiro cósmico”, por causa das massagens "energizantes" que oferece a seus clientes. Assista ao vídeo.

  Vídeos feitos pelos clientes em sua loja, na cidade de Pushkar, no nordeste do país, já foram vistos mais de 15 milhões de vezes.

  “Quando os clientes vêm, (eles dizem) ‘uau, você é muito famoso, já vi você no YouTube”, diz Baba Sen.



  “Minha energia me tornou famoso, o YouTube me tornou famoso, as pessoas me tornaram famoso.”

  Graças a isso, ele estrelou comerciais e diz já ter até massageado atores de Hollywood.

Mas como a técnica funciona?

  “Todo dia, acordo de manhã e faço ioga. Coleto minha energia quente, porque Pushkar é uma cidade muito, muito, muito sagrada”, diz ele.

“Depois, dou minha energia cósmica às pessoas” e...Continue aqui.