sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Diplomatas russos deixam mansões que guardam segredos desde a URSS

Diplomatas russos deixam mansões que guardam segredos desde a URSS

Propriedade do governo russo desde os tempos da União Soviética (URSS), as luxuosas mansões de Maryland e Nova York fechadas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, acolheram durante anos as festas e banquetes dos diplomatas russos, que estão deixando as propriedades devido a sanções impostas ontem.
As mansões eram usadas pelo Kremlin para supostas atividades de espionagem, o que representa um "desafio direto à segurança dos Estados Unidos", asseguraram em entrevista à imprensa vários funcionários do governo americano, que falaram sob condição de anonimato.
Foi a primeira vez que o governo dos EUA afirmou de forma tão contundente que os russos usaram para "atividades de inteligência" as casas de Nova York e Maryland, retratadas pelos funcionários americanos como um ninho de espiões, que podiam conspirar longe da vigilância de Washington.
No entanto, os funcionários dos EUA não esclareceram que papel estas propriedades exerceram nos ataques cibernéticos que agentes russos supostamente executaram durante a campanha presidencial americana, a fim de prejudicar a democrata Hillary Clinton e favorecer o republicano Donald Trump.
Obama deu aos diplomatas russos um prazo de 24 horas para deixar suas propriedades, uma ordem que faz parte do...continue aqui

China, maior mercado mundial de marfim, proibirá seu comércio em 2017

China, maior mercado mundial de marfim, proibirá seu comércio em 2017

A china, o maior mercado mundial de marfim, proibirá todo o comércio interno e processamento do chamado "ouro branco" a partir do fim de 2017, noticiou a imprensa estatal chinesa nesta sexta-feira (30).
"A China interromperá gradualmente todo o processamento de marfim e sua venda com propósitos comerciais no fim de 2017", reportou a agência de notícias Xinhua. Este anúncio foi antecedido da decisão adotada há dez meses de proibir a importação de marfim.
O marfim africano sempre foi visto como símbolo de status na China, onde o preço de um quilo pode beirar os US$ 1.100, ou mais de R$ 3,5 mil.
Milhares de elefantes são caçados ilegalmente todos os anos na África para abastecer a demanda mundial de marfim, que se mantém, apesar das crescentes restrições mundiais.
A decisão chinesa representa, ainda, o fechamento de 34 empresas que trabalham o marfim e 143 dedicadas à sua ...continue aqui